Como foi o Oktober Jazz Bier Festival

OKTOBER JAZZ BEER FESTIVAL

O Oktober Jazz Bier Festival, por mais irônico que possa parecer, foi em novembro. Mas essa discrepância entre o mês original da festa alemã e a data da realização na cidade não tirou a animação do evento, que ocupou o Estádio Nacional Mané Garrincha nos últimos dias 15, 16 e 17 de novembro. O site 3 Talheres deu uma passada por lá no sábado para conferir a festa, que reuniu cervejarias artesanais e diversas atrações musicais de Brasília.

A cerveja é cada vez mais apreciada pelos brasilienses, por isso não faltaram estandes da bebida. Foram 21 no total. Desde as mais conhecidas, como Stadt, Criolina e Corina, até produtores locais, como Brasília Beer, Cerrado Beer, Substanz, Activista e Entrequadras.

Com música ao vivo de qualidade, o Oktober Jazz Bier Festival reuniu cerca de 6 mil pessoas nos seus três dias de duração.

Más Vino
Más Vino marcou presença com seus rótulos excelentes

Foi bom ver o pessoal da Dümf Cervejaria Sensorial marcando presença e apresentando seu produto para os presentes. A startup abriu há pouco mais de um mês e já se posiciona no mercado. A 2 Candangos também estava lá e ofereceu diversas opções. Provamos uma IPA de manga e uma cerveja de cajú, extremamente aromática, por sinal.

A boa surpresa foi que o leque de bebidas não se restringiu apenas aos 300 rótulos de cerveja. A equipe sempre prestativa das Más Vino (306 Sul) ocupou um dos estandes com os melhores rótulos de vinhos e espumantes. E é claro que não perdemos a oportunidade de tomar um bom vinho branco português Muros de Vinha, assim como um espumante San Martin.

A parte cultural estava de parabéns, com instrumentistas talentosos tocando. A parte da gastronomia teve interessantes opções. Muitos são velhos conhecidos de quem costuma comer nos food trucks da cidade. É o caso do Ribs on the Truck, que é considerado o primeiro truck de gastronomia uruguaia clássica da cidade. Comemos um sanduíche caprichado com muita costela, salada e uma pasta de alho fenomenal. Tudo acompanhado de fritas. Poderia, contudo, haver mais espaço para que o público comesse sentado. Poucas mesas estavam disponíveis. Embora muitos só estivessem bebendo, não foi confortável comer em pé. Algo que pode ser resolvido na próxima edição do evento, que realmente merece entrar para o calendário de Brasília.

Michel Toronaga

Jornalista brasiliense, cinéfilo. Acredita que a comida é uma troca de energia e que a cozinha é o lugar da casa onde todos se tornam iguais. Como parte de sua herança familiar, é fã de curry japonês, embora não abra mão de uma bela farofinha.

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