- Sabor doce Adoçantes artificiais são capazes de capturar a doçura do açúcar sem adicionar qualquer açúcar real a ele.
- Controle de calorias Para aqueles que estão tentando controlar seu consumo de calorias, substituindo o açúcar por adoçantes não calóricos pode ser útil. Para as pessoas que estão tentando controlar seu peso, o consumo de adoçantes não calóricos também é recomendado como suplemento, que deve ser complementado com um plano integral de refeições e exercícios balanceados.
- Contribui para a saúde bucal Ajudam a reduzir a ingestão de açúcar e, ao contrário do açúcar comum, a sacarose não promove o crescimento de bactérias que causam cáries.
- Controle do Diabetes Os adoçantes não calóricos não são carboidratos. Assim, ao contrário do açúcar, os adoçantes geralmente não elevam os níveis de açúcar no sangue. Sempre consulte seu médico ou nutricionista antes de usar qualquer substituto do açúcar.
- Manutenção da saúde Podem desempenhar um papel importante na promoção da saúde em geral. Além de auxiliar no processo de redução da ingestão calórica e ser uma maneira das pessoas com diabetes evitarem aumentos de glicose no sangue, esses produtos devem ser usados não apenas para uma substituição temporária do consumo de açúcar, mas também para promover mudanças no estilo de vida.
Tipos de adoçante e suas diferenças
Nem todo adoçante é igual. Os naturais, como a estévia e o xilitol, vêm de plantas; os artificiais, como sucralose, aspartame e sacarina, são produzidos em laboratório. A estévia não tem calorias e quase não altera a glicemia, o que a tornou a queridinha de quem tem diabetes. A sucralose resiste bem ao calor e por isso funciona em receitas que vão ao forno. Já os polióis, como xilitol e eritritol, têm pouquíssimas calorias e ainda ajudam a saúde bucal, embora em excesso possam causar desconforto intestinal.
Adoçante ou açúcar, qual escolher
Para quem precisa controlar o peso ou a glicemia, o adoçante é um aliado prático porque entrega o sabor doce sem o impacto calórico do açúcar. Mas ele não é um passe livre: estudos recentes mostram que o paladar muito acostumado ao doce, mesmo sem açúcar, pode manter o desejo por alimentos açucarados. O ideal é usar o adoçante como ponte para reduzir o doce aos poucos, e não como substituto eterno. Para entender como cada nutriente age no corpo, vale consultar o nosso glossário de nutrição de A a Z.
Cuidados ao usar adoçante
Cada adoçante tem um limite diário seguro definido pela Anvisa, e respeitá-lo é importante sobretudo em quem consome muitos produtos diet ao longo do dia. Gestantes e crianças devem ter atenção redobrada e seguir orientação profissional. Outro ponto: produtos “zero açúcar” nem sempre são “zero caloria”, porque podem conter gorduras ou outros carboidratos. Ler o rótulo continua sendo a melhor defesa.
Nossa opinião
Na nossa visão, adoçante é ferramenta, não solução. Ele ajuda muito na transição de quem está cortando açúcar, mas o objetivo final deveria ser reeducar o paladar para apreciar o sabor natural dos alimentos. Entre as opções, gostamos da estévia e do eritritol pelo perfil mais limpo, e evitamos o consumo automático de refrigerantes diet o dia inteiro. Como sempre, equilíbrio vence radicalismo.
Perguntas frequentes
Adoçante faz mal à saúde?
Qual o melhor adoçante para diabéticos?
Adoçante ajuda a emagrecer?
Adoçante pode ir ao forno?
Quem se interessa por este assunto costuma gostar de Abbraccio tem três spaghetti com entrada por R$ 39, Sacciali lança molho de tomate e passata premium e Santé 13 aposta nos risotos em março.