Por: Redação

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Adoçantes não calóricos são uma ótima ferramenta para reduzir a ingestão calórica e preservar o sabor doce de alimentos e bebidas. No entanto, ainda há dúvidas sobre o impacto que podem ter no corpo; particularmente em níveis de glicose para pessoas com diabetes. “Não há evidências científicas para provar que os adoçantes não calóricos são prejudiciais à saúde, inclusive no Brasil. Para que a venda e o consumo de adoçantes sejam liberados, é necessário fazer testes que confirmem a segurança de seu uso pelo ser humano e estes devem ser aprovados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) “, enfatiza Iara Pasqua, nutricionista e consultora da Salud en Corto. Confira 5 benefícios do uso de adoçantes para a saúde:
  1. Sabor doce Adoçantes artificiais são capazes de capturar a doçura do açúcar sem adicionar qualquer açúcar real a ele.
  2. Controle de calorias Para aqueles que estão tentando controlar seu consumo de calorias, substituindo o açúcar por adoçantes não calóricos pode ser útil. Para as pessoas que estão tentando controlar seu peso, o consumo de adoçantes não calóricos também é recomendado como suplemento, que deve ser complementado com um plano integral de refeições e exercícios balanceados.
  3. Contribui para a saúde bucal Ajudam a reduzir a ingestão de açúcar e, ao contrário do açúcar comum, a sacarose não promove o crescimento de bactérias que causam cáries.
  4. Controle do Diabetes Os adoçantes não calóricos não são carboidratos. Assim, ao contrário do açúcar, os adoçantes geralmente não elevam os níveis de açúcar no sangue. Sempre consulte seu médico ou nutricionista antes de usar qualquer substituto do açúcar.
  5. Manutenção da saúde Podem desempenhar um papel importante na promoção da saúde em geral. Além de auxiliar no processo de redução da ingestão calórica e ser uma maneira das pessoas com diabetes evitarem aumentos de glicose no sangue, esses produtos devem ser usados não apenas para uma substituição temporária do consumo de açúcar, mas também para promover mudanças no estilo de vida.

Tipos de adoçante e suas diferenças

Nem todo adoçante é igual. Os naturais, como a estévia e o xilitol, vêm de plantas; os artificiais, como sucralose, aspartame e sacarina, são produzidos em laboratório. A estévia não tem calorias e quase não altera a glicemia, o que a tornou a queridinha de quem tem diabetes. A sucralose resiste bem ao calor e por isso funciona em receitas que vão ao forno. Já os polióis, como xilitol e eritritol, têm pouquíssimas calorias e ainda ajudam a saúde bucal, embora em excesso possam causar desconforto intestinal.

Adoçante ou açúcar, qual escolher

Para quem precisa controlar o peso ou a glicemia, o adoçante é um aliado prático porque entrega o sabor doce sem o impacto calórico do açúcar. Mas ele não é um passe livre: estudos recentes mostram que o paladar muito acostumado ao doce, mesmo sem açúcar, pode manter o desejo por alimentos açucarados. O ideal é usar o adoçante como ponte para reduzir o doce aos poucos, e não como substituto eterno. Para entender como cada nutriente age no corpo, vale consultar o nosso glossário de nutrição de A a Z.

Cuidados ao usar adoçante

Cada adoçante tem um limite diário seguro definido pela Anvisa, e respeitá-lo é importante sobretudo em quem consome muitos produtos diet ao longo do dia. Gestantes e crianças devem ter atenção redobrada e seguir orientação profissional. Outro ponto: produtos “zero açúcar” nem sempre são “zero caloria”, porque podem conter gorduras ou outros carboidratos. Ler o rótulo continua sendo a melhor defesa.

Nossa opinião

Na nossa visão, adoçante é ferramenta, não solução. Ele ajuda muito na transição de quem está cortando açúcar, mas o objetivo final deveria ser reeducar o paladar para apreciar o sabor natural dos alimentos. Entre as opções, gostamos da estévia e do eritritol pelo perfil mais limpo, e evitamos o consumo automático de refrigerantes diet o dia inteiro. Como sempre, equilíbrio vence radicalismo.

Perguntas frequentes

Adoçante faz mal à saúde?

Nas quantidades aprovadas pela Anvisa, não há evidência de que adoçantes liberados façam mal. O cuidado é respeitar o limite diário e não usar como desculpa para excesso de produtos diet.

Qual o melhor adoçante para diabéticos?

Estévia e sucralose são bastante usados por não elevarem a glicemia. A escolha ideal deve ser confirmada com o médico ou nutricionista.

Adoçante ajuda a emagrecer?

Pode ajudar a reduzir calorias quando substitui o açúcar, mas só funciona dentro de um plano alimentar e de exercícios equilibrado.

Adoçante pode ir ao forno?

A sucralose e alguns polióis resistem ao calor e funcionam em bolos e tortas. A estévia pode deixar leve sabor residual em altas temperaturas.

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