O verão é uma das estações mais charmosas no Brasil, um país tropical, cheio de bossa e dos amantes de vinho rosé que a cada ano cresce no mercado nacional. Para refrescar o paladar nos dias quentes de verão que chegam a temperaturas de até 40 graus, o Barman Marcos Erik preparou cinco receitas de drinks com base no Rosé Piscine.
Nas receitas, Marcos Erik mistura as características do Rosé Piscine, um vinho levemente frutado com aromas de pêssego, limão e morango, com ingredientes refrescantes como hortelã, hibisco, alecrim e tangerina para trazer opções leves e refrescantes que vai agradar o paladar durante os dias quentes dessa estação.
Barman mostra receitas refrescantes ideais para a estação mais quentes do ano
Confira abaixo as dicas de bebidas que tem como inspiração o estilo francês de viver e aproveitar cada minuto da vida:
Drink 1 – Paris Rosé
- 150 ml de Rosé Piscine
- ½ Colher de Chá de Zimbro
- 03 Folhas de Hibisco
- 03 Folhas de Hortelã
- 03 Cubos de Gelo
Misturar todos os ingredientes em uma coqueteleira e servir o drink em uma taça de vinho.
Drink 2 – Louvre
- 150 ml Rosé Piscine
- 02 Fatias de Tangerina
- 02 Lascas de Canela
- 02 Anis Estrelado
- 01 Talo de Alecrim Fresco
- 03 Cubos de Gelo
Misturar todos os ingredientes em uma coqueteleira e servir o drink em uma taça de vinho.
Drink 3 – Arco do Triunfo
- 150 ml Rosé Piscine
- 03 Lascas de Abacaxi
- 03 Folhas de Hortelã
- ½ Colher de Chá de Pimenta Rosa
- 03 Cubos de Gelo
Misturar todos os ingredientes em uma coqueteleira e servir o drink em uma taça de vinho.
Drink 4 – Rosé Summer
- 150 ml Rosé Piscine
- 02 Fatias de Limão Siciliano
- 02 Lascas de Canela
- 03 Cubos de Gelo
Misturar todos os ingredientes em uma coqueteleira e servir o drink em uma taça de vinho.
Drink 5 – Orange Rosé
- 150 ml Rosé Piscine
- 02 Lascas de Melão Orange
- 01 Lichia Fresca
- ½ Colher de Chá de Cardamomo Levemente Esmagados
- 03 Cubos de Gelo
Misturar todos os ingredientes em uma coqueteleira e servir o drink em uma taça de vinho.
Sobre o Rosé Piscine
O Rosé Piscine é uma bebida sofisticada e irreverente, já que possibilita ao consumidor degustar o vinho de forma diferenciada – com duas a três pedras de gelo. Feito sob medida para aqueles que gostam de drinques refrescantes, ele é composto por 100% de uva Negrette, traz graduação alcoólica de 11% e deve ser consumido em uma temperatura que varia entre 6 e 8 graus. Seu aroma é levemente frutado, com notas de pêssego, limão e morango e traz um sabor com toque de lichia, mistura que proporciona um final exótico para quem o aprecia.
Reconhecido como o primeiro vinho rosé do mundo a ser bebido com cubos de gelo, Rosé Piscine tem se tornado cada vez mais uma das preferências dos brasileiros, sendo o vinho francês importado mais vendido no Brasil, em 2018 –, segundo dados da Ideal Consulting. Seu rótulo colorido, com listras azuis e brancas, a garrafa se destaca em qualquer lugar que é exibida. Este refrescante vinho foi criado em Saint-Tropez e produzido na região sudoeste da França, país onde a bebida vende mais de um milhão de garrafas por ano.
A Gastronomia como Patrimônio Cultural
A alimentação humana é muito mais do que necessidade biológica — é linguagem, identidade e memória. O antropólogo Claude Lévi-Strauss, em sua obra seminal O Cru e o Cozido (1964), argumentou que a distinção entre alimentos crus e cozidos é a primeira e mais fundamental distinção cultural da humanidade: cozinhar transforma natureza em cultura, e cada técnica culinária é uma declaração filosófica sobre quem somos. Cada receita que passa de geração em geração carrega não apenas ingredientes e técnicas, mas histórias de migração, adaptação, escassez, abundância e criatividade.
O Brasil ocupa uma posição única na gastronomia mundial por ser o resultado de três grandes encontros culinários: a cozinha indígena (com seus processos de fermentação, uso de raízes, peixe e frutas amazônicas), a cozinha africana (com o dendê, quiabo, amendoim, coco e as técnicas de cozimento lento) e a cozinha europeia (principalmente portuguesa, com seu azeite, bacalhau, vinhos e doçaria conventual). A essa base, somaram-se as contribuições de japoneses, italianos, alemães, sírio-libaneses e tantos outros grupos que chegaram a partir do século XIX, enriquecendo ainda mais o mosaico culinário brasileiro.
Por que Cozinhar em Casa Faz Diferença
Pesquisas consistentes demonstram que pessoas que cozinham em casa regularmente têm dietas nutricionalmente superiores às que dependem de alimentação industrializada ou de restaurantes. Um estudo publicado no Public Health Nutrition com 9.569 participantes mostrou que quem cozinha mais de 5 vezes por semana consome 137 calorias a menos por refeição, mais vegetais e menos gorduras saturadas do que quem raramente cozinha. Além disso, o ato de cozinhar em si tem benefícios documentados para a saúde mental: é uma atividade mindfulness, de foco no presente, que combina criatividade, técnica e resultados tangíveis — uma receita (literalmente) para reduzir estresse e ansiedade.
O desperdício alimentar é outro fator onde cozinhar em casa faz grande diferença: quando temos controle sobre os ingredientes, usamos sobras de forma criativa, reduzindo o descarte. O Brasil desperdiça 46 milhões de toneladas de alimentos por ano — mais do que a produção total de muitos países — e grande parte desse desperdício ocorre no nível doméstico. Receitas que aproveitam cascas, talos e sementes não são apenas economia: são posicionamento ético diante de um sistema alimentar que precisa urgentemente de mudança.
Ingredientes de Qualidade: O Segredo Mais Simples
Chefs de restaurantes com estrelas Michelin frequentemente revelam que seu maior segredo não é a técnica — é a qualidade dos ingredientes. Um tomate cultivado lentamente em solo rico, colhido maduro, tem um perfil de sabor incomparavelmente superior ao tomate verde colhido antes do ponto e amadurecido artificialmente em câmaras frigoríficas. O mesmo vale para azeite extravirgem de primeira prensagem versus óleo refinado, para queijo artesanal versus processado, para frango de granja versus criação convencional. Apoiar produtores locais, mercados de agricultores e feiras orgânicas não é apenas escolha gastronômica — é investimento na biodiversidade alimentar, na saúde do solo e na economia das comunidades rurais.