Por: Redação

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Em: Doces e Sobremesas, Receitas

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Atualizado em:

Confira a receita de verrine de frutas vermelhas

Prep Time 15 minutes
Cook Time 30 minutes
Total Time 45 minutes
Servings 4 porções

Ingredients
  

  • 250 g Castanhas de Caju Orgânicas da @ataldacastanha;
  • 3 colheres (sopa) de açúcar de coco;
  • 1 colher (sopa) de óleo de coco;
  • 1 pitada noz-moscada;
  • 1 pitada sal.
  • 250 g Castanha de Caju Orgânicas da @ataldacastanha (deixada de molho por 6 horas);
  • 100g de grão de bico cozido (deixar de molho da água por 12 horas, com uma ou 2 trocas de água no período);
  • 5 colheres (sopa) de melado de cana (ou mais
  • 1 pitada sal
  • Suco de ½  limão orgânico @aboaterra (ou 1 limão inteiro, seguindo seu gosto pessoal).
  • 200 g frutas vermelhas;
  • 5 colheres (sopa) de melado de cana (ou mais

Instructions
 

  • Sobre A Tal da Castanha:

Aprenda como fazer esta receita deliciosa de Verrine de Frutas Vermelhas. Um dos ingredientes utilizados foram as Castanhas de Caju da A Tal da Castanha. O produto é 100% natural, oferecendo amêndoas de castanhas de caju cruas sem qualquer conservante ou sal, bem branquinhas como devem ser.  A receita é da empresária Amélia Whitaker.  Confira o passo a passo.

Ingredientes da massa:

  • 250g de Castanhas de Caju Orgânicas da @ataldacastanha;
  • 3 colheres (sopa) de açúcar de coco;
  • 1 colher (sopa) de óleo de coco;
  • 1 pitada de noz-moscada;
  • 1 pitada de sal.

Ingredientes do recheio:

  • 250g de Castanha de Caju Orgânicas da @ataldacastanha (deixada de molho por 6 horas);
  • 100g de grão de bico cozido (deixar de molho da água por 12 horas, com uma ou 2 trocas de água no período);
  • 5 colheres (sopa) de melado de cana (ou mais, conforme agradar seu paladar)
  • 1 pitada de sal
  • Suco de ½  limão orgânico @aboaterra (ou 1 limão inteiro, seguindo seu gosto pessoal).

Ingredientes da cobertura:

  • 200g de frutas vermelhas;
  • 5 colheres (sopa) de melado de cana (ou mais, conforme agradar seu paladar).

Modo de preparo:

No processador, triture as castanhas de caju, apenas por alguns instantes, para que fiquem “quebradinhas” ainda em pedaços grossos. Adicione os demais ingredientes e misture. Coloque essa massa, de textura esfarelada, em pequenos potinhos e leve à geladeira enquanto prepara o recheio.

Coloque todos os ingredientes do recheio no processador e processe até obter uma massa homogênea. Coloque esse recheio sobre a outra massa em cada taça ou potinho e leve novamente à geladeira por 2 horas.

Coloque os ingredientes em uma panela de fundo grosso e leve ao fogo médio. Mexa até que as frutas vermelhas “derretam” e formem uma calda com pedacinhos. Faça a montagem em camadas e acrescente morangos ou outra fruta de sua preferência para enfeitar.

Sobre A Tal da Castanha: 

A Tal da Castanha é uma marca genuinamente brasileira que utiliza em sua composição apenas ingredientes de origem natural e vegetal. A marca combina excelência e inovação para trazer ao mercado brasileiro uma linha inédita de produtos que inclui bebidas vegetais, pastas e snacks. A filosofia da marca é pautada em pureza e simplicidade, quanto menos ingredientes, melhor. Líder no segmento, os produtos A Tal da Castanha são distribuídos nos melhores mercados do país. A Tal da Castanha é uma referência entre as marcas clean label do Brasil e faz parte da seleta lista de empresas B, um grupo global de organizações comprometidas com a geração de impacto positivo na sociedade e no meio ambiente.

A Gastronomia como Patrimônio Cultural

A alimentação humana é muito mais do que necessidade biológica — é linguagem, identidade e memória. O antropólogo Claude Lévi-Strauss, em sua obra seminal O Cru e o Cozido (1964), argumentou que a distinção entre alimentos crus e cozidos é a primeira e mais fundamental distinção cultural da humanidade: cozinhar transforma natureza em cultura, e cada técnica culinária é uma declaração filosófica sobre quem somos. Cada receita que passa de geração em geração carrega não apenas ingredientes e técnicas, mas histórias de migração, adaptação, escassez, abundância e criatividade.

O Brasil ocupa uma posição única na gastronomia mundial por ser o resultado de três grandes encontros culinários: a cozinha indígena (com seus processos de fermentação, uso de raízes, peixe e frutas amazônicas), a cozinha africana (com o dendê, quiabo, amendoim, coco e as técnicas de cozimento lento) e a cozinha europeia (principalmente portuguesa, com seu azeite, bacalhau, vinhos e doçaria conventual). A essa base, somaram-se as contribuições de japoneses, italianos, alemães, sírio-libaneses e tantos outros grupos que chegaram a partir do século XIX, enriquecendo ainda mais o mosaico culinário brasileiro.

Por que Cozinhar em Casa Faz Diferença

Pesquisas consistentes demonstram que pessoas que cozinham em casa regularmente têm dietas nutricionalmente superiores às que dependem de alimentação industrializada ou de restaurantes. Um estudo publicado no Public Health Nutrition com 9.569 participantes mostrou que quem cozinha mais de 5 vezes por semana consome 137 calorias a menos por refeição, mais vegetais e menos gorduras saturadas do que quem raramente cozinha. Além disso, o ato de cozinhar em si tem benefícios documentados para a saúde mental: é uma atividade mindfulness, de foco no presente, que combina criatividade, técnica e resultados tangíveis — uma receita (literalmente) para reduzir estresse e ansiedade.

O desperdício alimentar é outro fator onde cozinhar em casa faz grande diferença: quando temos controle sobre os ingredientes, usamos sobras de forma criativa, reduzindo o descarte. O Brasil desperdiça 46 milhões de toneladas de alimentos por ano — mais do que a produção total de muitos países — e grande parte desse desperdício ocorre no nível doméstico. Receitas que aproveitam cascas, talos e sementes não são apenas economia: são posicionamento ético diante de um sistema alimentar que precisa urgentemente de mudança.

Ingredientes de Qualidade: O Segredo Mais Simples

Chefs de restaurantes com estrelas Michelin frequentemente revelam que seu maior segredo não é a técnica — é a qualidade dos ingredientes. Um tomate cultivado lentamente em solo rico, colhido maduro, tem um perfil de sabor incomparavelmente superior ao tomate verde colhido antes do ponto e amadurecido artificialmente em câmaras frigoríficas. O mesmo vale para azeite extravirgem de primeira prensagem versus óleo refinado, para queijo artesanal versus processado, para frango de granja versus criação convencional. Apoiar produtores locais, mercados de agricultores e feiras orgânicas não é apenas escolha gastronômica — é investimento na biodiversidade alimentar, na saúde do solo e na economia das comunidades rurais.

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