Por: Redação

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Em: Lanches e Salgados, Receitas

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Atualizado em:

pizza integral de atum

Prepare a deliciosa pizza integral de atum

Prep Time 1 hour 25 minutes
Cook Time 30 minutes
Total Time 1 hour 55 minutes
Servings 4 porções

Ingredients
  

  • Meia colher (sopa) de fermento biológico seco (3g)
  • 2 xícaras (chá) de farinha de trigo (300g)
  • 2 xícaras (chá) de farinha de centeio (300g)
  • 1 colher (chá) de sal
  • 1 e meia xícara (chá) de água morna (360ml)
  • Cerca de 1 colher (sopa) de óleo para untar
  • 2 colheres (sopa) de azeite
  • Cerca de 5 tomates maduros cortados em cubos (650g)
  • Sal a gosto
  • 2 l atas de Atum em Pedaços ao Natural Gomes da Costa (170g)
  • 1 cebola média cortada em rodelas finas (80g)
  • 3 xícaras (chá) de queijo minas ralado na parte grossa do ralador (300g)
  • Orégano a gosto

Instructions
 

  • Meia colher (sopa) de fermento biológico seco (3g)
  • 2 xícaras (chá) de farinha de trigo (300g)
  • 2 xícaras (chá) de farinha de centeio (300g)
  • 1 colher (chá) de sal
  • 1 e meia xícara (chá) de água morna (360ml)
  • Cerca de 1 colher (sopa) de óleo para untar
  • 2 colheres (sopa) de azeite
  • Cerca de 5 tomates maduros cortados em cubos (650g)
  • 2 latas de Atum em Pedaços ao Natural Gomes da Costa (170g)
  • 1 cebola média cortada em rodelas finas (80g)
  • 3 xícaras (chá) de queijo minas ralado na parte grossa do ralador (300g)
  • Junte os ingredientes secos, misture e reserve.
  • Acrescente lentamente a água morna à mistura de ingredientes secos
  • mexendo com uma colher até obter uma massa homogênea.
  • Quando a massa ficar pesada demais para ser mexida com uma colher, vire
  • sobre uma superfície enfarinhada e trabalhe até soltar das mãos, ficar elástica
  • e bem lisa (cerca de 5 minutos).
  • Unte uma bacia com óleo, coloque a massa em formato de bola e cubra com
  • um plástico também untado. Deixe crescer até dobrar de tamanho.
  • Vire a massa sobre uma superfície polvilhada e trabalhe, para que a massa
  • tenha uma textura mais uniforme.
  • Divida a massa ao meio e com o auxílio de um rolo, abra as metades no
  • formato redondo com cerca de 35cm.
  • Acomode a massa numa assadeira redonda baixa (própria para pizza) e fure-a
  • com um garfo, várias vezes e em vários locais.
  • Leve ao forno médio (180ºC), preaquecido, por cerca de 30 minutos.
  • Repita o procedimento com a outra metade da massa.
  • Numa frigideira grande aqueça o azeite e refogue rapidamente os tomates
  • (somente para murcharem). Tempere com sal a gosto.
  • Sobre cada disco de massa, distribua metade da quantidade de tomate e 1 lata
  • de Atum Gomes da Costa escorrido. Distribua metade da cebola, metade do
  • queijo e salpique a superfície com orégano.
  • Leve novamente ao forno preaquecido por cerca de 15 minutos ou somente para o queijo derreter. Sirva em seguida.
  • É importante que o molho de tomate fique sequinho para não umedecer a
  • superfície da massa.
  • Substitua o queijo minas por queijo tipo mussarela.

Rendimento: 2 porções
Tempo total: 85 minutos​
Cozimento: 60 minutos​
Preparo: 25 minutos + tempo de crescimento da massa​

Ingredientes:

  • Meia colher (sopa) de fermento biológico seco (3g)
  • 2 xícaras (chá) de farinha de trigo (300g)
  • 2 xícaras (chá) de farinha de centeio (300g)
  • 1 colher (chá) de sal
  • 1 e meia xícara (chá) de água morna (360ml)
  • Cerca de 1 colher (sopa) de óleo para untar

Cobertura:

  • 2 colheres (sopa) de azeite
  • Cerca de 5 tomates maduros cortados em cubos (650g)
  • Sal a gosto
  • 2 latas de Atum em Pedaços ao Natural Gomes da Costa (170g)
  • 1 cebola média cortada em rodelas finas (80g)
  • 3 xícaras (chá) de queijo minas ralado na parte grossa do ralador (300g)
  • Orégano a gosto

Modo de Preparo:

Massa:

Junte os ingredientes secos, misture e reserve.
Acrescente lentamente a água morna à mistura de ingredientes secos
mexendo com uma colher até obter uma massa homogênea.
Quando a massa ficar pesada demais para ser mexida com uma colher, vire
sobre uma superfície enfarinhada e trabalhe até soltar das mãos, ficar elástica
e bem lisa (cerca de 5 minutos).
Unte uma bacia com óleo, coloque a massa em formato de bola e cubra com
um plástico também untado. Deixe crescer até dobrar de tamanho.
Vire a massa sobre uma superfície polvilhada e trabalhe, para que a massa
tenha uma textura mais uniforme.
Divida a massa ao meio e com o auxílio de um rolo, abra as metades no
formato redondo com cerca de 35cm.
Acomode a massa numa assadeira redonda baixa (própria para pizza) e fure-a
com um garfo, várias vezes e em vários locais.
Leve ao forno médio (180ºC), preaquecido, por cerca de 30 minutos.
Repita o procedimento com a outra metade da massa.

Cobertura:

Numa frigideira grande aqueça o azeite e refogue rapidamente os tomates
(somente para murcharem). Tempere com sal a gosto.

Montagem:

Sobre cada disco de massa, distribua metade da quantidade de tomate e 1 lata
de Atum Gomes da Costa escorrido. Distribua metade da cebola, metade do
queijo e salpique a superfície com orégano.

Leve novamente ao forno preaquecido por cerca de 15 minutos ou somente para o queijo derreter. Sirva em seguida.

DICA DE CHEF:
É importante que o molho de tomate fique sequinho para não umedecer a
superfície da massa.

VARIAÇÃO :
Substitua o queijo minas por queijo tipo mussarela.

Pães, Tortas e Salgados: A Arte da Massa Fermentada

O pão é o alimento mais universal da história humana — presente em todas as civilizações que domesticaram gramíneas, do trigo mediterrâneo ao milho americano, do arroz asiático ao centeio europeu. O pão fermentado mais antigo encontrado pelos arqueólogos data de 14.400 anos e foi descoberto em Shubayqa, na Jordânia, indicando que grupos de caçadores-coletores faziam pão antes mesmo da agricultura. A fermentação espontânea — descoberta provavelmente por acidente, quando a massa foi esquecida e ao ser assada ficou mais leve e saborosa — transformou para sempre a relação da humanidade com os cereais.

A quiche lorraine, torta salgada por excelência, nasceu na região da Lorena, na fronteira entre França e Alemanha, possivelmente no século XVI. A palavra “quiche” deriva do alemão Kuchen (bolo), e o recheio original era apenas ovo, creme e bacon defumado — o queijo foi adição posterior que se tornou indissociável da receita moderna. As tortas salgadas em geral têm esse mesmo DNA de praticidade: uma crosta que serve de recipiente e transportador, preenchida com o que havia disponível na despensa, assada para conservar e fácil de carregar em viagens e trabalhos de campo.

Nutrição: Massas Fermentadas e Suas Vantagens

A fermentação transforma quimicamente os cereais, tornando-os nutricionalmente superiores à farinha crua. As bactérias lácticas do fermento natural (sourdough) consomem parte dos carboidratos simples, reduzindo o índice glicêmico do pão. Mais importante: o ácido fítico — presente nos cereais integrais e que bloqueia a absorção de ferro, zinco e cálcio — é degradado pela fermentação em até 50%, tornando esses minerais mais biodisponíveis. Pão de fermentação natural tem pH mais ácido que o pão de fermento biológico, o que retarda o crescimento de mofo e prolonga naturalmente sua vida útil.

A tapioca, goma extraída da mandioca, é naturalmente sem glúten e com baixo teor proteico — ideal para quem tem doença celíaca ou sensibilidade ao glúten. O pão de queijo mineiro, feito com polvilho azedo (polvilho fermentado), tem textura única graças ao amido gelatinizado durante o cozimento que cria a estrutura elástica característica sem necessidade de glúten.

Tradições Panificadoras ao Redor do Mundo

A cultura do pão artesanal está em plena renascença global. Na França, a baguette tradicional — com apenas farinha, água, sal e fermento — ganhou reconhecimento como patrimônio imaterial da UNESCO em 2022. No Irã, o sangak é assado em leito de pedrinhas quentes e consumido quente no café da manhã por milhões de pessoas diariamente. Na Etiópia, o injera de teff fermentado é simultaneamente prato e talheres — a base esponjosa sobre a qual os ensopados são servidos e com a qual são consumidos. No Brasil, o pão de queijo é talvez o maior fenômeno de exportação da padaria nacional, vendido em aeroportos do mundo todo e representando a herança das fazendas mineiras do século XVIII, onde o polvilho substituía a farinha de trigo importada escassa.

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