receita de QUICHE DE QUEIJO

receita de QUICHE DE QUEIJO

Prep Time 30 minutes
Cook Time 30 minutes
Total Time 1 hour
Servings 8 porções

Instructions
 

  • Triture os biscoitos e misture o ovo e o azeite. Forre uma forma de fundo falso e leve para assar em forno preaquecido a 180°C por 10 minutos.
  • Para o recheio, misture os ingredientes.
  • Coloque sobre a massa, finalize com mais queijo parmesão e leve para assar por 20 minutos.
  • Pães, Tortas e Salgados: A Arte da Massa Fermentada
  • Nutrição: Massas Fermentadas e Suas Vantagens
  • Tradições Panificadoras ao Redor do Mundo

receita de QUICHE DE QUEIJO

Prep Time 30 minutes
Cook Time 30 minutes
Total Time 1 hour
Servings 8 porções

Instructions
 

  • Triture os biscoitos e misture o ovo e o azeite. Forre uma forma de fundo falso e leve para assar em forno preaquecido a 180°C por 10 minutos.
  • Para o recheio, misture os ingredientes.
  • Coloque sobre a massa, finalize com mais queijo parmesão e leve para assar por 20 minutos.

Veja também: Receita de Rigatoni ao Molho Branco com Cogumelos.

Tempo de preparo: 1 hora e 30 minutos

Rende 8 porções

Ingredientes

1 xícara (chá) de creme de leite
3 ovos
1 colher (café) de sal
2 xícaras (chá) de queijo parmesão ralado
Pacote queijo parmesão ralado para finalizar

Massa:

1 pacote de Biscoito Cream Cracker Galo 360g
1 ovo
4 colheres (sopa) de azeite

Modo de preparo:

  1. Triture os biscoitos e misture o ovo e o azeite. Forre uma forma de fundo falso e leve para assar em forno preaquecido a 180°C por 10 minutos.
  2. Para o recheio, misture os ingredientes.
  3. Coloque sobre a massa, finalize com mais queijo parmesão e leve para assar por 20 minutos.

Pães, Tortas e Salgados: A Arte da Massa Fermentada

O pão é o alimento mais universal da história humana — presente em todas as civilizações que domesticaram gramíneas, do trigo mediterrâneo ao milho americano, do arroz asiático ao centeio europeu. O pão fermentado mais antigo encontrado pelos arqueólogos data de 14.400 anos e foi descoberto em Shubayqa, na Jordânia, indicando que grupos de caçadores-coletores faziam pão antes mesmo da agricultura. A fermentação espontânea — descoberta provavelmente por acidente, quando a massa foi esquecida e ao ser assada ficou mais leve e saborosa — transformou para sempre a relação da humanidade com os cereais.

A quiche lorraine, torta salgada por excelência, nasceu na região da Lorena, na fronteira entre França e Alemanha, possivelmente no século XVI. A palavra “quiche” deriva do alemão Kuchen (bolo), e o recheio original era apenas ovo, creme e bacon defumado — o queijo foi adição posterior que se tornou indissociável da receita moderna. As tortas salgadas em geral têm esse mesmo DNA de praticidade: uma crosta que serve de recipiente e transportador, preenchida com o que havia disponível na despensa, assada para conservar e fácil de carregar em viagens e trabalhos de campo.

Nutrição: Massas Fermentadas e Suas Vantagens

A fermentação transforma quimicamente os cereais, tornando-os nutricionalmente superiores à farinha crua. As bactérias lácticas do fermento natural (sourdough) consomem parte dos carboidratos simples, reduzindo o índice glicêmico do pão. Mais importante: o ácido fítico — presente nos cereais integrais e que bloqueia a absorção de ferro, zinco e cálcio — é degradado pela fermentação em até 50%, tornando esses minerais mais biodisponíveis. Pão de fermentação natural tem pH mais ácido que o pão de fermento biológico, o que retarda o crescimento de mofo e prolonga naturalmente sua vida útil.

A tapioca, goma extraída da mandioca, é naturalmente sem glúten e com baixo teor proteico — ideal para quem tem doença celíaca ou sensibilidade ao glúten. O pão de queijo mineiro, feito com polvilho azedo (polvilho fermentado), tem textura única graças ao amido gelatinizado durante o cozimento que cria a estrutura elástica característica sem necessidade de glúten.

Tradições Panificadoras ao Redor do Mundo

A cultura do pão artesanal está em plena renascença global. Na França, a baguette tradicional — com apenas farinha, água, sal e fermento — ganhou reconhecimento como patrimônio imaterial da UNESCO em 2022. No Irã, o sangak é assado em leito de pedrinhas quentes e consumido quente no café da manhã por milhões de pessoas diariamente. Na Etiópia, o injera de teff fermentado é simultaneamente prato e talheres — a base esponjosa sobre a qual os ensopados são servidos e com a qual são consumidos. No Brasil, o pão de queijo é talvez o maior fenômeno de exportação da padaria nacional, vendido em aeroportos do mundo todo e representando a herança das fazendas mineiras do século XVIII, onde o polvilho substituía a farinha de trigo importada escassa.

Pães, Tortas e Salgados: A Arte da Massa Fermentada

O pão é o alimento mais universal da história humana — presente em todas as civilizações que domesticaram gramíneas, do trigo mediterrâneo ao milho americano, do arroz asiático ao centeio europeu. O pão fermentado mais antigo encontrado pelos arqueólogos data de 14.400 anos e foi descoberto em Shubayqa, na Jordânia, indicando que grupos de caçadores-coletores faziam pão antes mesmo da agricultura. A fermentação espontânea — descoberta provavelmente por acidente, quando a massa foi esquecida e ao ser assada ficou mais leve e saborosa — transformou para sempre a relação da humanidade com os cereais.

A quiche lorraine, torta salgada por excelência, nasceu na região da Lorena, na fronteira entre França e Alemanha, possivelmente no século XVI. A palavra “quiche” deriva do alemão Kuchen (bolo), e o recheio original era apenas ovo, creme e bacon defumado — o queijo foi adição posterior que se tornou indissociável da receita moderna. As tortas salgadas em geral têm esse mesmo DNA de praticidade: uma crosta que serve de recipiente e transportador, preenchida com o que havia disponível na despensa, assada para conservar e fácil de carregar em viagens e trabalhos de campo.

Nutrição: Massas Fermentadas e Suas Vantagens

A fermentação transforma quimicamente os cereais, tornando-os nutricionalmente superiores à farinha crua. As bactérias lácticas do fermento natural (sourdough) consomem parte dos carboidratos simples, reduzindo o índice glicêmico do pão. Mais importante: o ácido fítico — presente nos cereais integrais e que bloqueia a absorção de ferro, zinco e cálcio — é degradado pela fermentação em até 50%, tornando esses minerais mais biodisponíveis. Pão de fermentação natural tem pH mais ácido que o pão de fermento biológico, o que retarda o crescimento de mofo e prolonga naturalmente sua vida útil.

A tapioca, goma extraída da mandioca, é naturalmente sem glúten e com baixo teor proteico — ideal para quem tem doença celíaca ou sensibilidade ao glúten. O pão de queijo mineiro, feito com polvilho azedo (polvilho fermentado), tem textura única graças ao amido gelatinizado durante o cozimento que cria a estrutura elástica característica sem necessidade de glúten.

Tradições Panificadoras ao Redor do Mundo

A cultura do pão artesanal está em plena renascença global. Na França, a baguette tradicional — com apenas farinha, água, sal e fermento — ganhou reconhecimento como patrimônio imaterial da UNESCO em 2022. No Irã, o sangak é assado em leito de pedrinhas quentes e consumido quente no café da manhã por milhões de pessoas diariamente. Na Etiópia, o injera de teff fermentado é simultaneamente prato e talheres — a base esponjosa sobre a qual os ensopados são servidos e com a qual são consumidos. No Brasil, o pão de queijo é talvez o maior fenômeno de exportação da padaria nacional, vendido em aeroportos do mundo todo e representando a herança das fazendas mineiras do século XVIII, onde o polvilho substituía a farinha de trigo importada escassa.

Criado em: 11/01/2023

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Atualizado em: 23/06/2026

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