Receita zero de Petit Gateau de Doce de Leite com taumatina
Ingredients
- 2 ovos;
- 2 g emas;
- 1 colher chá de extrato baunilha;
- 1 e ½ xícara de doce de leite Flormel;
- ¼ xícara de farinha de arroz;
- 1 colher sopa de cacau em pó;
Instructions
- Depois de assados, desenforme cuidadosamente e finalize com cacau em pó.
- Sobre a flormel:
Essa receita de petit gateau recheado com doce de leite utiliza o doce de leite cremoso zero adição de açúcares e glúten, além de ser enriquecido com fibras. O produto é adoçado com taumatina, um adoçante natural que adoça até 3 mil vezes mais que o açúcar. Ela é extraída de uma fruta da África Ocidental chamada Katenfe. Não eleva a glicemia, não tem calorias, não prejudica os dentes e nem apresenta sabor residual amargo.
O doce de leite pode ser consumido sem restrições por pessoas diabéticas, gestantes, crianças ou idosos. Confira o passo a passo.
INGREDIENTES:
- 2 ovos;
- 2 gemas;
- 1 colher de chá de extrato baunilha;
- 1 e ½ xícara de doce de leite Flormel;
- ¼ de xícara de farinha de arroz;
- 1 colher de sopa de cacau em pó;
- Óleo de coco para untar;
- Cacau em pó para servir.
MODO DE PREPARO:
Unte 6 forminhas de petit gateau com óleo de coco e cacau em pó e pré-aqueça o forno a 180° C. Em seguida, coloque todos os ingredientes em um bowl e misture bem com um batedor de claras.
Com a massa pronta, preencha as forminhas com 1 colher de sopa cheia de massa, acrescente 1 colher de chá de doce de leite Flormel e cubra com mais uma colher de sopa de massa e leve ao forno por aproximadamente nove minutos.
Depois de assados, desenforme cuidadosamente e finalize com cacau em pó.
Sobre a flormel:
Fundada em 1987, na cidade de Franca, a Flormel traz em seu DNA a proposta de uma alimentação prazerosa e consciente. Comercializada em todo o Brasil, hoje a marca conta com uma vasta linha de produtos, chocolates, doces, snacks e barras, para atender às mais diferentes necessidades alimentares e estilos de vida, sempre aliando sabor e saudabilidade.
A Arte das Sobremesas: Açúcar, Ciência e Cultura
As sobremesas têm uma história intimamente ligada à disponibilidade do açúcar. Na Europa medieval, apenas os mais ricos podiam se dar ao luxo de sobremesas doces — o açúcar de cana era importado do Oriente e custava mais que muitas especiarias. A palavra “sobremesa” em si revela sua posição ritual: sobre a mesa, servida depois de retirar os pratos principais, era o momento de exibição de riqueza e sofisticação do anfitrião. Os confeiteiros medievais eram considerados artistas e alquimistas — suas criações em açúcar esculpido (subtletés) representavam castelos, animais e figuras bíblicas que desapareciam no final do banquete.
No Brasil, a doçaria tem raízes em três grandes tradições: a portuguesa (com seus bolos de amêndoa, ovos moles e quindins que vieram dos conventos do Alentejo e Algarve), a africana (com as cocadas, pamonhas e derivados de dendê e amendoim dos povos escravizados) e a indígena (com os doces de frutas nativas, as paçocas de amendoim e as garimpadas com mel de abelhas sem ferrão). A fusão dessas três tradições criou uma doçaria nacional única no mundo.
A Química das Sobremesas: Por que Funcionam
Fazer sobremesas é, literalmente, fazer ciência. O comportamento do açúcar em diferentes temperaturas define texturas completamente distintas: a 105°C forma-se a calda (para compotas), a 115°C o ponto de bala mole (para marshmallow), a 150°C o caramelo claro, a 170°C o caramelo escuro que amargura levemente. O leite Maillard — reação entre proteínas e açúcares acima de 140°C — cria os aromas tostados do doce de leite, do brigadeiro e do leite condensado aquecido que tornam essas sobremesas irresistíveis.
O chocolate merece atenção especial: o cacau contém teobromina, um estimulante mais suave que a cafeína que eleva o humor, e feniletilamina, neurotransmissor associado ao estado de apaixonamento. Chocolates com 70%+ de cacau contêm flavonoides (especialmente epicatequina) com comprovada ação cardiovascular — estudos da Universidade Harvard mostram que consumo moderado de chocolate amargo está associado a 37% menos eventos cardiovasculares. Quantidades equilibradas de qualidade premium, portanto, são literalmente boas para o coração.
Sobremesas Icônicas ao Redor do Mundo
Cada cultura tem suas sobremesas de alma que definem identidade nacional. O tiramisù italiano (criado em Treviso nos anos 1960, com café espresso, mascarpone e savoiardi) tornou-se a sobremesa mais pedida nos restaurantes do mundo. O baklava turco-árabe de nozes e mel em camadas finíssimas de massa folhada é símbolo de hospitalidade no Oriente Médio. O mochi japonês de arroz glutinoso e recheio de pasta de feijão é vendido em 450 variedades na estação das cerejas. O crème brûlée francês com sua casquinha de açúcar caramelizado na hora fascina pela combinação de texturas. E o brigadeiro brasileiro — criado na campanha presidencial de Getúlio Vargas nos anos 1940 — conquistou o mundo como “doce nacional” e hoje aparece em cardápios de restaurantes finos de Paris a Nova Iorque.
Amo Petit Gateau! Sou a louca das receitas novas, vou tentar fazer esse Petit Gateau de Doce de Leite. Beijos!