Adoce leve com essa receita de bolo de chocolate sem glúten
Ingredients
- 6 ovos;
- 4 colheres sopa de de xilitol;
- 2 colheres sopa de manteiga;
- 150 g ramas de creme de avelã com cacau;
- 100 g ramas de coco ralado;
- 1 colher sopa de fermento químico.
- 200 g ramas creme de leite;
- 2 colheres creme de avelã;
- 20 g ramas chips de coco caramelizado e morangos.⠀
Instructions
- Sobre a Flormel:
A Flormel ensina como fazer bolo de chocolate sem glúten para quem deseja continuar com a dieta em dia sem abrir mão de incluir algumas delícias no cardápio.
Na receita é utilizado creme de avelã com cacau. O produto pode ser combinado com frutas, tapiocas, pães, torradas ou biscoitos de arroz.
O chips de coco é um snack feito com lascas de coco in natura assadas e caramelizadas com um toque de baunilha. O produto é vegano, sem glúten ou adição de açúcares, podendo ser adicionado em bowls de frutas, sobremesas, ou mesmo consumido em lanches intermediários ou antes da prática de atividades físicas. Confira o passo a passo desse bolo delicioso.
Ingredientes para a massa:
- 6 ovos;
- 4 colheres de sopa de de xilitol;
- 2 colheres de sopa de manteiga;
- 150 gramas de creme de avelã com cacau;
- 100 gramas de coco ralado;
- 1 colher de sopa de fermento químico.
Ingredientes para a cobertura:
- 200 gramas creme de leite;
- 2 colheres de creme de avelã;
- 20 gramas chips de coco caramelizado e morangos.⠀
Preparo da massa:
Bata na batedeira os ovos, o xilitol a manteiga e o creme de avelã por 3 minutos. Em seguida, adicione o coco ralado e o fermento químico, misturando bem sem bater. Coloque a massa em uma forma untada e leve ao forno médio com temperatura de 180°C.
Preparo da cobertura:
Misture tudo e leve ao fogo até desprender da panela. Quando ficar homogênea bata bem com um batedor. Despeje a calda ainda quente no bolo e decore com morangos e chips.
Sobre a Flormel:
Fundada em 1987, na cidade de Franca, a Flormel traz em seu DNA a proposta de uma alimentação prazerosa e consciente. Comercializada em todo o Brasil, hoje a marca conta com uma vasta linha de produtos, chocolates, doces, snacks e barras, para atender às mais diferentes necessidades alimentares e estilos de vida, sempre aliando sabor e saudabilidade.
A Arte das Sobremesas: Açúcar, Ciência e Cultura
As sobremesas têm uma história intimamente ligada à disponibilidade do açúcar. Na Europa medieval, apenas os mais ricos podiam se dar ao luxo de sobremesas doces — o açúcar de cana era importado do Oriente e custava mais que muitas especiarias. A palavra “sobremesa” em si revela sua posição ritual: sobre a mesa, servida depois de retirar os pratos principais, era o momento de exibição de riqueza e sofisticação do anfitrião. Os confeiteiros medievais eram considerados artistas e alquimistas — suas criações em açúcar esculpido (subtletés) representavam castelos, animais e figuras bíblicas que desapareciam no final do banquete.
No Brasil, a doçaria tem raízes em três grandes tradições: a portuguesa (com seus bolos de amêndoa, ovos moles e quindins que vieram dos conventos do Alentejo e Algarve), a africana (com as cocadas, pamonhas e derivados de dendê e amendoim dos povos escravizados) e a indígena (com os doces de frutas nativas, as paçocas de amendoim e as garimpadas com mel de abelhas sem ferrão). A fusão dessas três tradições criou uma doçaria nacional única no mundo.
A Química das Sobremesas: Por que Funcionam
Fazer sobremesas é, literalmente, fazer ciência. O comportamento do açúcar em diferentes temperaturas define texturas completamente distintas: a 105°C forma-se a calda (para compotas), a 115°C o ponto de bala mole (para marshmallow), a 150°C o caramelo claro, a 170°C o caramelo escuro que amargura levemente. O leite Maillard — reação entre proteínas e açúcares acima de 140°C — cria os aromas tostados do doce de leite, do brigadeiro e do leite condensado aquecido que tornam essas sobremesas irresistíveis.
O chocolate merece atenção especial: o cacau contém teobromina, um estimulante mais suave que a cafeína que eleva o humor, e feniletilamina, neurotransmissor associado ao estado de apaixonamento. Chocolates com 70%+ de cacau contêm flavonoides (especialmente epicatequina) com comprovada ação cardiovascular — estudos da Universidade Harvard mostram que consumo moderado de chocolate amargo está associado a 37% menos eventos cardiovasculares. Quantidades equilibradas de qualidade premium, portanto, são literalmente boas para o coração.
Sobremesas Icônicas ao Redor do Mundo
Cada cultura tem suas sobremesas de alma que definem identidade nacional. O tiramisù italiano (criado em Treviso nos anos 1960, com café espresso, mascarpone e savoiardi) tornou-se a sobremesa mais pedida nos restaurantes do mundo. O baklava turco-árabe de nozes e mel em camadas finíssimas de massa folhada é símbolo de hospitalidade no Oriente Médio. O mochi japonês de arroz glutinoso e recheio de pasta de feijão é vendido em 450 variedades na estação das cerejas. O crème brûlée francês com sua casquinha de açúcar caramelizado na hora fascina pela combinação de texturas. E o brigadeiro brasileiro — criado na campanha presidencial de Getúlio Vargas nos anos 1940 — conquistou o mundo como “doce nacional” e hoje aparece em cardápios de restaurantes finos de Paris a Nova Iorque.
