Aposte na Torta Colorida Sem Glúten
Ingredients
- 1 pacote Pão de Fôrma Tradicional sem Glúten Schär
- 1 colher sopa de azeite de oliva
- 1 dente alho picado
- 1 xícara cenoura ralada
- Sal a gosto
- Pimenta do reino a gosto
- 3 colheres sopa de creme de ricota
- 1 colher sopa de azeite de oliva
- 1 dente alho picado
- 1 xícara beterraba ralada
- Sal a gosto
- Pimenta do reino a gosto
- 3 colheres sopa de creme de ricota
- 1 colher sopa de azeite de oliva
- 1 dente alho picado
- 1 xícara espinafre picado
- Sal a gosto
- Pimenta do reino a gosto
- 3 colheres sopa de creme de ricota
- 1 colher sopa de azeite de oliva
- 1 dente alho picado
- 1 xícara frango desfiado
- Sal a gosto
- Pimenta do reino a gosto
- 3 colheres sopa de creme de ricota
Instructions
- Dica: Para um toque extra de crocância e sabor, adicione batata palha por cima do frango antes de servir.
Está sem ideias criativas do que fazer na cozinha? Que tal apostar na Torta Colorida? Ideal para ser compartilhada com a família, a receita é sem glúten e fornece uma boa quantidade de nutrientes, com os recheios de cenoura, beterraba e espinafre – que conferem uma cor mais do que especial à receita. Confira o passo-a-passo e anote os ingredientes:
Torta Colorida
Tempo de preparo: 50 minutos
Tempo de cozimento: 30 minutos
Dificuldade: Fácil
Rendimento: 4 porções
Ingredientes
Para a montagem:
- 1 pacote de Pão de Fôrma Tradicional sem Glúten – Schär
- Salsinha
Para o recheio de cenoura:
- 1 colher de sopa de azeite de oliva
- 1 dente de alho picado
- 1 xícara de cenoura ralada
- Sal a gosto
- Pimenta do reino a gosto
- 3 colheres de sopa de creme de ricota
Para o recheio de beterraba:
- 1 colher de sopa de azeite de oliva
- 1 dente de alho picado
- 1 xícara de beterraba ralada
- Sal a gosto
- Pimenta do reino a gosto
- 3 colheres de sopa de creme de ricota
Para o recheio de espinafre:
- 1 colher de sopa de azeite de oliva
- 1 dente de alho picado
- 1 xícara de espinafre picado
- Sal a gosto
- Pimenta do reino a gosto
- 3 colheres de sopa de creme de ricota
Para a cobertura:
- 1 colher de sopa de azeite de oliva
- 1 dente de alho picado
- 1 xícara de frango desfiado
- Sal a gosto
- Pimenta do reino a gosto
- 3 colheres de sopa de creme de ricota
Modo de preparo:
Separe as gemas das claras e bata as claras em neve. Reserve. Em uma batedeira, bata as gemas e adicione o açúcar e a canela aos poucos. Para os recheios e cobertura: aqueça o azeite em uma frigideira e doure o alho. Adicione a cenoura/beterraba/ espinafre/frango e refogue bem. Tempere com sal e pimenta. Desligue o fogo e misture com o creme de ricota. Reserve para montagem.
Para a montagem: Corte as bordas dos pães para obter fatias sem casca em formato retangular. Passe cada recheio em uma camada intercalando com as fatias de pães. Por último, espalhe a cobertura do frango. Decore com salsinha. Reserva na geladeira por cerca de 30 minutos e sirva.
Dica: Para um toque extra de crocância e sabor, adicione batata palha por cima do frango antes de servir.
Sobre a Schär – Presente em mais de 80 países, a Schär é líder mundial em alimentação sem glúten. A marca chegou ao mercado brasileiro em 2012 e desde o final de 2014 atua diretamente no Brasil por meio de sua filial administrativa e comercial, na cidade de Curitiba (PR). Os 150 pontos de vendas iniciais já se transformaram em mais de 6 mil, cobrindo todas as regiões do país. Atualmente, são mais de 35 produtos disponíveis para o público brasileiro. Mais do que oferecer uma alternativa para quem precisa ou opta por seguir uma dieta sem glúten, a Schär tem compromisso com o sabor e o prazer à mesa. Porque alimentar-se bem é saber fazer as melhores escolhas.
A Gastronomia como Patrimônio Cultural
A alimentação humana é muito mais do que necessidade biológica — é linguagem, identidade e memória. O antropólogo Claude Lévi-Strauss, em sua obra seminal O Cru e o Cozido (1964), argumentou que a distinção entre alimentos crus e cozidos é a primeira e mais fundamental distinção cultural da humanidade: cozinhar transforma natureza em cultura, e cada técnica culinária é uma declaração filosófica sobre quem somos. Cada receita que passa de geração em geração carrega não apenas ingredientes e técnicas, mas histórias de migração, adaptação, escassez, abundância e criatividade.
O Brasil ocupa uma posição única na gastronomia mundial por ser o resultado de três grandes encontros culinários: a cozinha indígena (com seus processos de fermentação, uso de raízes, peixe e frutas amazônicas), a cozinha africana (com o dendê, quiabo, amendoim, coco e as técnicas de cozimento lento) e a cozinha europeia (principalmente portuguesa, com seu azeite, bacalhau, vinhos e doçaria conventual). A essa base, somaram-se as contribuições de japoneses, italianos, alemães, sírio-libaneses e tantos outros grupos que chegaram a partir do século XIX, enriquecendo ainda mais o mosaico culinário brasileiro.
Por que Cozinhar em Casa Faz Diferença
Pesquisas consistentes demonstram que pessoas que cozinham em casa regularmente têm dietas nutricionalmente superiores às que dependem de alimentação industrializada ou de restaurantes. Um estudo publicado no Public Health Nutrition com 9.569 participantes mostrou que quem cozinha mais de 5 vezes por semana consome 137 calorias a menos por refeição, mais vegetais e menos gorduras saturadas do que quem raramente cozinha. Além disso, o ato de cozinhar em si tem benefícios documentados para a saúde mental: é uma atividade mindfulness, de foco no presente, que combina criatividade, técnica e resultados tangíveis — uma receita (literalmente) para reduzir estresse e ansiedade.
O desperdício alimentar é outro fator onde cozinhar em casa faz grande diferença: quando temos controle sobre os ingredientes, usamos sobras de forma criativa, reduzindo o descarte. O Brasil desperdiça 46 milhões de toneladas de alimentos por ano — mais do que a produção total de muitos países — e grande parte desse desperdício ocorre no nível doméstico. Receitas que aproveitam cascas, talos e sementes não são apenas economia: são posicionamento ético diante de um sistema alimentar que precisa urgentemente de mudança.
Ingredientes de Qualidade: O Segredo Mais Simples
Chefs de restaurantes com estrelas Michelin frequentemente revelam que seu maior segredo não é a técnica — é a qualidade dos ingredientes. Um tomate cultivado lentamente em solo rico, colhido maduro, tem um perfil de sabor incomparavelmente superior ao tomate verde colhido antes do ponto e amadurecido artificialmente em câmaras frigoríficas. O mesmo vale para azeite extravirgem de primeira prensagem versus óleo refinado, para queijo artesanal versus processado, para frango de granja versus criação convencional. Apoiar produtores locais, mercados de agricultores e feiras orgânicas não é apenas escolha gastronômica — é investimento na biodiversidade alimentar, na saúde do solo e na economia das comunidades rurais.
