Aprenda preparar o bolo de cenoura vivo

Bolo de cenoura vivo

Aprenda preparar o bolo de cenoura vivo

  • 2 xícaras cenoura ralada;
  • 1 xícara tâmaras sem caroço (demolhadas);
  • 1 xícara nozes pecan;
  • ½ xícara coco ralado fresco;
  • ½ xícara farinha de coco #homemade orgânico;
  • 1 colher chá de gengibre ralado;
  • 1 colher chá de canela em pó;
  • 1 pitada noz-moscada ralada na hora;
  1. Bata os ingredientes no liquidificador e leve à geladeira por aproximadamente 2 horas, em forminhas de cupcake.
  2. Sobre A Boa Terra:

A alimentação viva, ou crudivorismo é um tipo de dieta baseada no consumo de alimentos crus, evitando alimentos de origem animal e alimentos processados. A dieta é simples e inclui frutas, verduras, castanhas e todos os alimentos in natura que podem ser consumidos sem precisar de cozimento. Porém, as leguminosas e os grãos devem ser germinados ou cozidos em uma temperatura de até 42º C – nunca acima disso, porque as propriedades dos alimentos devem ser preservadas.

A alimentação viva oferece alguns benefícios como, bem estar físico e mental e emocional; equilíbrio do peso corporal; melhora da qualidade do sono; rejuvenescimento da pele, cabelos e melhora da visão; melhor disposição e mais intuição para que os problemas sejam resolvidos com mais facilidade. Amélia Whitaker, empresária e entusiasta da alimentação saudável, ensina como fazer bolo de cenoura vivo. Confira abaixo:

Ingredientes:

  • 2 xícaras de cenoura ralada;
  • 1 xícara de tâmaras sem caroço (demolhadas);
  • 1 xícara de nozes pecan;
  • ½ xícara de coco ralado fresco;
  • ½ xícara de farinha de coco #homemade orgânico;
  • 1 colher de chá de gengibre ralado;
  • 1 colher de chá de canela em pó;
  • 1 pitada de noz-moscada ralada na hora;
  • Raspas de limão siciliano limão.

Modo de preparo:

Bata os ingredientes no liquidificador e leve à geladeira por aproximadamente 2 horas, em forminhas de cupcake.

Sobre A Boa Terra:

O Sítio A Boa Terra é pioneiro na agricultura orgânica no Brasil e na entrega de cestas orgânicas na porta de casa. Em 1981 os fundadores Joop e Tini seguiram o sonho de uma sociedade e agricultura mais justa, respeitando o equilíbrio com a natureza, e o homem que produz e que se alimenta da terra. Tudo isso em uma época que a grande maioria das pessoas não sabia, nem nunca tinha ouvido falar o que era um alimento orgânico. Atualmente, centenas de famílias são atendidas por semana na grande São Paulo, Ribeirão Preto e algumas cidades mais próximas ao Sítio.

A Arte das Sobremesas: Açúcar, Ciência e Cultura

As sobremesas têm uma história intimamente ligada à disponibilidade do açúcar. Na Europa medieval, apenas os mais ricos podiam se dar ao luxo de sobremesas doces — o açúcar de cana era importado do Oriente e custava mais que muitas especiarias. A palavra “sobremesa” em si revela sua posição ritual: sobre a mesa, servida depois de retirar os pratos principais, era o momento de exibição de riqueza e sofisticação do anfitrião. Os confeiteiros medievais eram considerados artistas e alquimistas — suas criações em açúcar esculpido (subtletés) representavam castelos, animais e figuras bíblicas que desapareciam no final do banquete.

No Brasil, a doçaria tem raízes em três grandes tradições: a portuguesa (com seus bolos de amêndoa, ovos moles e quindins que vieram dos conventos do Alentejo e Algarve), a africana (com as cocadas, pamonhas e derivados de dendê e amendoim dos povos escravizados) e a indígena (com os doces de frutas nativas, as paçocas de amendoim e as garimpadas com mel de abelhas sem ferrão). A fusão dessas três tradições criou uma doçaria nacional única no mundo.

A Química das Sobremesas: Por que Funcionam

Fazer sobremesas é, literalmente, fazer ciência. O comportamento do açúcar em diferentes temperaturas define texturas completamente distintas: a 105°C forma-se a calda (para compotas), a 115°C o ponto de bala mole (para marshmallow), a 150°C o caramelo claro, a 170°C o caramelo escuro que amargura levemente. O leite Maillard — reação entre proteínas e açúcares acima de 140°C — cria os aromas tostados do doce de leite, do brigadeiro e do leite condensado aquecido que tornam essas sobremesas irresistíveis.

O chocolate merece atenção especial: o cacau contém teobromina, um estimulante mais suave que a cafeína que eleva o humor, e feniletilamina, neurotransmissor associado ao estado de apaixonamento. Chocolates com 70%+ de cacau contêm flavonoides (especialmente epicatequina) com comprovada ação cardiovascular — estudos da Universidade Harvard mostram que consumo moderado de chocolate amargo está associado a 37% menos eventos cardiovasculares. Quantidades equilibradas de qualidade premium, portanto, são literalmente boas para o coração.

Sobremesas Icônicas ao Redor do Mundo

Cada cultura tem suas sobremesas de alma que definem identidade nacional. O tiramisù italiano (criado em Treviso nos anos 1960, com café espresso, mascarpone e savoiardi) tornou-se a sobremesa mais pedida nos restaurantes do mundo. O baklava turco-árabe de nozes e mel em camadas finíssimas de massa folhada é símbolo de hospitalidade no Oriente Médio. O mochi japonês de arroz glutinoso e recheio de pasta de feijão é vendido em 450 variedades na estação das cerejas. O crème brûlée francês com sua casquinha de açúcar caramelizado na hora fascina pela combinação de texturas. E o brigadeiro brasileiro — criado na campanha presidencial de Getúlio Vargas nos anos 1940 — conquistou o mundo como “doce nacional” e hoje aparece em cardápios de restaurantes finos de Paris a Nova Iorque.

Criado em: 29/09/2020

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Atualizado em: 01/07/2026

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