Brigadeiro vegano simples
Ingredients
- 4 xícaras leite de coco em pó;
- 1/2 xícara açúcar de coco;
- 2 colheres sopa de cacau em pó orgânico;
- 2 colheres sobremesa de água filtrada.
Se você faz parte do grupo que está aprendendo a cozinhar durante o isolamento social, essa dica é para você! Amélia Whitaker, empresária, entusiasta da alimentação saudável e mãe de duas meninas, ensina como fazer brigadeiro vegano simples. A receita leva menos de 10 minutos e agrada diversos paladares.
Ingredientes:
- 4 xícaras de leite de coco em pó;
- 1/2 xícara de açúcar de coco;
- 2 colheres de sopa de cacau em pó orgânico;
- 2 colheres de sobremesa de água filtrada.
Modo de fazer:
Junte o cacau com o leite de coco em pó e o açúcar de coco. Em seguida, misture tudo e vá adicionando água aos poucos para dar consistência ao doce. Prontinho! Em menos de 10 minutos você consegue saborear o doce tão tradicional só que com ingredientes mais saudáveis.
Os produtos foram comprados no Armazém Cerealista que trabalha com produtos saudáveis, orgânicos funcionais, sem glúten, sem lactose e sem açúcares para facilitar a vida de quem pretende manter ou melhorar a alimentação em casa. O estabelecimento reforçou o seu atendimento delivery e está presente também nas plataformas Rappi e Corneshop.
A Cozinha Vegetal: Uma Tradição Milenar
A alimentação baseada em plantas tem raízes muito mais profundas do que o movimento vegano contemporâneo. Na Índia, o vegetarianismo é praticado há mais de 2.500 anos por influência do jainismo e do hinduísmo, com textos como o Mahabharata defendendo a não-violência (ahimsa) como princípio que inclui a alimentação. Pitágoras, o matemático grego do século VI a.C., era vegetariano e proibia seus discípulos de comer carne — tanto por razões éticas quanto pela crença na transmigração das almas. Nos monastérios budistas do leste asiático, a cozinha zen (shojin ryori) desenvolveu ao longo de séculos uma das culinárias vegetais mais sofisticadas do mundo, com técnicas que transformam tofu, algas e raízes em pratos de requinte extraordinário.
O veganismo moderno como movimento organizado surgiu na Inglaterra em 1944, quando Donald Watson fundou a Vegan Society e criou o termo “vegan”. Mas foi nas últimas duas décadas que a cozinha vegetal explodiu como fenômeno gastronômico global, impulsionada por chefs como Alain Passard (Arpège, Paris), que em 2001 chocou o mundo ao remover toda carne do cardápio do seu restaurante três estrelas Michelin, demonstrando que a alta gastronomia poderia florescer sem proteína animal.
Nutrição Plant-Based: Como Montar uma Refeição Completa
A principal preocupação nutricional em dietas plant-based é garantir todos os aminoácidos essenciais, que individualmente são incompletos em proteínas vegetais mas se complementam quando combinados estrategicamente. Arroz com feijão, clássico brasileiro, é o exemplo perfeito: o arroz é pobre em lisina mas rico em metionina, enquanto o feijão tem o oposto — juntos, formam proteína completa equivalente à carne. Quinoa, soja, edamame e hemp são as poucas proteínas vegetais “completas” isoladamente.
Nutrientes que merecem atenção especial em dietas veganas incluem: vitamina B12 (presente apenas em alimentos de origem animal — suplementação é essencial); cálcio (abundante em vegetais de folha verde escura, brócolis e tofu preparado com sais de cálcio); ferro não-heme (melhorado pela combinação com vitamina C); ômega-3 (linhaça, chia e nozes fornecem ALA, precursor do EPA e DHA, mas a conversão é limitada — algas são a fonte mais direta de DHA vegetal).
Ingredientes Veganos que Surpreendem o Mundo
A criatividade da cozinha vegana global resultou em substitutos e técnicas que desafiam expectativas. O jackfruit (jaca) verde desfiada imita a textura de carne de porco desfiada com impressionante fidelidade — técnica usada há séculos no sul da Índia que o mundo ocidental “descobriu” há poucos anos. O aquafaba (água do cozimento do grão-de-bico) espuma e firma como clara de ovo, permitindo mousses e merengues veganos. O caju processado cru forma um “cream cheese” de sabor surpreendente. E o carvão ativado, a beterraba e a cúrcuma tingem massas e pães de cores vívidas sem corantes artificiais. No Brasil, a cozinha vegana absorveu ingredientes amazônicos como açaí, cupuaçu, castanha-do-pará e priprioca, criando uma identidade vegetal genuinamente brasileira.
Olá 3 talheres. Minha mãe fez um curso de confeitaria semana passada e está adorando. Recomendo muito fazer um curso assim porque da para aprender, começar a trabalhar e fazer uma renda sem sair de casa.
Recomendo muitooooooooooooooooo ????????????????????????
Olá Lazaro. Fico felizes de escutar isso. Espero que ela tenha muito sucesso! Abraço.