Como preparar ovo de Páscoa com recheio de bolo de cenoura
Ingredients
- 1 xícara (chá) de óleo
- 3 cenouras médias raladas ou cortadas em cubinhos
- 3 ovos
- 2 xícaras (200ml) de açúcar
- 2 xícaras (200ml) de farinha de trigo Finna tipo 1 sem fermento
- 1 colher (sopa) de fermento em pó
- 2 colheres (sopa) de margarina
- 4 colheres achocolatado em pó
- 1 l ata de leite condensado
- 1 banda de ovo de páscoa grande
Instructions
- Recheio Em fogo baixo derreta a margarina em uma panela. Acrescente o achocolatado em pó e o leite condensado. Mexa até formar uma calda grossa.
- Sobre M. Dias Branco S. A. Indústria e Comércio de Alimentos
Ingredientes:
- 1 xícara (chá) de óleo
- 3 cenouras médias raladas ou cortadas em cubinhos
- 3 ovos
- 2 xícaras (200ml) de açúcar
- 2 xícaras (200ml) de farinha de trigo Finna tipo 1 sem fermento
- 1 colher (sopa) de fermento em pó
- 2 colheres (sopa) de margarina
- 4 colheres de achocolatado em pó
- 1 lata de leite condensado
- 1 banda de ovo de páscoa grande
Modo de Preparo:
Bolo – Bata a cenoura, os ovos e o óleo no liquidificador. Acrescente o açúcar e bata por mais 5 minutos. Coloque a mistura em uma tigela, acrescente a farinha de trigo e o fermento e misture. Asse em forno preaquecido (180ºC) por 40 minutos em uma forma retangular.
Recheio – Em fogo baixo derreta a margarina em uma panela. Acrescente o achocolatado em pó e o leite condensado. Mexa até formar uma “calda” grossa.
Montagem – Corte o bolo frio em fatias retangulares. Em uma banda de ovo de chocolate, arrume as fatias e o recheio, intercalando-os e pressionando para que assentem. Termine com o bolo e decore como quiser. Deixe na geladeira por 1 hora.
Sobre a Finna
Líder de vendas no segmento de farinhas no Nordeste, de acordo com a NIELSEN (DEZ/JAN 2020), a marca Finna pertence ao portfólio de marcas da M. Dias Branco S.A. Indústria e Comércio de Alimentos e atua nas regiões Norte e Nordeste do país. Com o slogan “Com Finna, sempre dá certo”, a marca produz e comercializa farinhas com e sem fermento, e mistura para bolo tradicional nos sabores chocolate, milho cremoso, laranja, baunilha, brownie, coco e festa.
Sobre M. Dias Branco S. A. Indústria e Comércio de Alimentos
Contando com mais de sessenta e cinco anos de existência, a M. Dias Branco S.A. Indústria e Comércio de Alimentos é uma empresa do setor de alimentos com ações negociadas no segmento do Novo Mercado na B3. A Companhia produz e comercializa biscoitos, massas, farinha e farelo de trigo, margarinas e gorduras vegetais, snacks, bolos, mistura para bolos, cobertos de chocolates e torradas. Sediada em Eusébio (CE), a empresa é líder de mercado em biscoitos e massas no Brasil, é a sexta maior empresa de massas e a sétima de biscoitos no ranking global por faturamento. Suas operações geram mais de 17 mil empregos diretos em diferentes regiões, refletindo o seu compromisso com fatores importantes para o desenvolvimento econômico e social do país.
A Arte das Sobremesas: Açúcar, Ciência e Cultura
As sobremesas têm uma história intimamente ligada à disponibilidade do açúcar. Na Europa medieval, apenas os mais ricos podiam se dar ao luxo de sobremesas doces — o açúcar de cana era importado do Oriente e custava mais que muitas especiarias. A palavra “sobremesa” em si revela sua posição ritual: sobre a mesa, servida depois de retirar os pratos principais, era o momento de exibição de riqueza e sofisticação do anfitrião. Os confeiteiros medievais eram considerados artistas e alquimistas — suas criações em açúcar esculpido (subtletés) representavam castelos, animais e figuras bíblicas que desapareciam no final do banquete.
No Brasil, a doçaria tem raízes em três grandes tradições: a portuguesa (com seus bolos de amêndoa, ovos moles e quindins que vieram dos conventos do Alentejo e Algarve), a africana (com as cocadas, pamonhas e derivados de dendê e amendoim dos povos escravizados) e a indígena (com os doces de frutas nativas, as paçocas de amendoim e as garimpadas com mel de abelhas sem ferrão). A fusão dessas três tradições criou uma doçaria nacional única no mundo.
A Química das Sobremesas: Por que Funcionam
Fazer sobremesas é, literalmente, fazer ciência. O comportamento do açúcar em diferentes temperaturas define texturas completamente distintas: a 105°C forma-se a calda (para compotas), a 115°C o ponto de bala mole (para marshmallow), a 150°C o caramelo claro, a 170°C o caramelo escuro que amargura levemente. O leite Maillard — reação entre proteínas e açúcares acima de 140°C — cria os aromas tostados do doce de leite, do brigadeiro e do leite condensado aquecido que tornam essas sobremesas irresistíveis.
O chocolate merece atenção especial: o cacau contém teobromina, um estimulante mais suave que a cafeína que eleva o humor, e feniletilamina, neurotransmissor associado ao estado de apaixonamento. Chocolates com 70%+ de cacau contêm flavonoides (especialmente epicatequina) com comprovada ação cardiovascular — estudos da Universidade Harvard mostram que consumo moderado de chocolate amargo está associado a 37% menos eventos cardiovasculares. Quantidades equilibradas de qualidade premium, portanto, são literalmente boas para o coração.
Sobremesas Icônicas ao Redor do Mundo
Cada cultura tem suas sobremesas de alma que definem identidade nacional. O tiramisù italiano (criado em Treviso nos anos 1960, com café espresso, mascarpone e savoiardi) tornou-se a sobremesa mais pedida nos restaurantes do mundo. O baklava turco-árabe de nozes e mel em camadas finíssimas de massa folhada é símbolo de hospitalidade no Oriente Médio. O mochi japonês de arroz glutinoso e recheio de pasta de feijão é vendido em 450 variedades na estação das cerejas. O crème brûlée francês com sua casquinha de açúcar caramelizado na hora fascina pela combinação de texturas. E o brigadeiro brasileiro — criado na campanha presidencial de Getúlio Vargas nos anos 1940 — conquistou o mundo como “doce nacional” e hoje aparece em cardápios de restaurantes finos de Paris a Nova Iorque.
