Confira a receita de bolo gelado de paçoca

Confira a receita de bolo gelado de paçoca

Confira a receita de bolo gelado de paçoca

Prep Time 40 minutes
Cook Time 30 minutes
Total Time 1 hour 10 minutes
Servings 4 porções

Ingredients
  

  • 4 ovos
  • 1 e 1/2 xícara (chá) de açúcar (240g)
  • 4 colheres (sopa) de margarina PRIMOR todo dia
  • 4 colheres (sopa) de água (60ml)
  • 2 xícaras (chá) de farinha de trigo PRIMOR ( 220g)
  • 1 colher (sopa) de fermento em pó (10g)
  • 1 l ata de leite condensado (395g)
  • 1 colher (chá) de margarina PRIMOR
  • 1 colher (sopa) de farinha de trigo PRIMOR (15g)
  • 12 paçocas de rolo (180g)
  • 200 g creme de leite para chantili
  • Despeje a massa em uma assadeira redonda com 20cm, untada com margarina e enfarinhada
  • Asse no forno preaquecido na temperatura moderada (180graus) por cerca de 40 minutos ou até que ao espetar um palito ele saia seco
  • Desenforme morno. Depois de frio corte em 2 camadas e reserve
  • Retire cerca de 3 colheres deste creme e junte ao creme de paçoca, misturando até afinar.
  • Decore a gosto e sirva gelado
  • Umedeça as camadas de bolo com 1/2 xícara (chá) de água fervida com 1 colher (sopa) de açúcar e 1 pau de canela e 1 colher (sopa) de vinho licoroso

Que tal uma sobremesa deliciosa e geladinha para adoçar o paladar nesse verão? Pensando nos dias mais quentes do ano, a Bunge separou uma receita de Bolo Gelado de Paçoca que é perfeita para se refrescar na estação, além de ser rápida e prática de reproduzir em casa.

Confira o passo a passo!

  • Bolo gelado de paçoca
  • Rendimento: 12 porções
  • Grau de dificuldade: Fácil
  • Tempo de preparo: 1 hora

INGREDIENTES

Massa

  • 4 ovos
  • 1 e 1/2 xícara (chá) de açúcar (240g)
  • 4 colheres (sopa) de margarina PRIMOR todo dia, em temperatura ambiente (80g)
  • 4 colheres (sopa) de água (60ml)
  • 2 xícaras (chá) de farinha de trigo PRIMOR ( 220g)
  • 1 colher (sopa) de fermento em pó (10g)
  • margarina e farinha PRIMOR, para untar

Recheio

  • 1 lata de leite condensado (395g)
  • 1 colher (chá) de margarina PRIMOR
  • 1 colher (sopa) de farinha de trigo PRIMOR (15g)
  • 12 paçocas de rolo (180g)
  • 200g de creme de leite para chantili, bem gelado

MODO DE FAZER

  1. Na batedeira bata os ovos com o açúcar até triplicar de volume
  2. Adicione a água e a margarina e bata mais um pouco
  3. Fora da batedeira acrescente a farinha e o fermento
  4. Despeje a massa em uma assadeira redonda com 20cm, untada com margarina e enfarinhada
  5. Asse no forno preaquecido na temperatura moderada (180graus) por cerca de 40 minutos ou até que ao espetar um palito ele saia seco
  6. Desenforme morno. Depois de frio corte em 2 camadas e reserve
  7. Em uma panela coloque o leite condensado com a margarina e com a farinha e cozinhe , mexendo sempre, até que comece a soltar do fundo da panela.
  8. Junte as paçocas esmigalhadas e reserve até esfriar
  9. Na batedeira bata o creme de leite até obter um creme liso e espesso.
  10. Retire cerca de 3 colheres deste creme e junte ao creme de paçoca, misturando até afinar.
  11. Delicadamente junte os cremes e recheie e cubra o bolo.
  12. Decore a gosto e sirva gelado

DICA

Umedeça as camadas de bolo com 1/2 xícara (chá) de água fervida com 1 colher (sopa) de açúcar e 1 pau de canela e 1 colher (sopa) de vinho licoroso

Sobre a Bunge

A Bunge é líder mundial em abastecimento, processamento e fornecimento de produtos e ingredientes de grãos e sementes oleaginosas. Fundada em 1818, a Bunge alimenta um mundo em crescimento, criando produtos e oportunidades sustentáveis para mais de 70.000 agricultores e seus consumidores em todo o mundo. A empresa está sediada em Nova York e tem 31.000 funcionários, que estão por trás de mais de 360 terminais portuários, fábricas de processamento de sementes oleaginosas, silos de grãos e instalações de produção de alimentos e ingredientes em todo o mundo.

A Arte das Sobremesas: Açúcar, Ciência e Cultura

As sobremesas têm uma história intimamente ligada à disponibilidade do açúcar. Na Europa medieval, apenas os mais ricos podiam se dar ao luxo de sobremesas doces — o açúcar de cana era importado do Oriente e custava mais que muitas especiarias. A palavra “sobremesa” em si revela sua posição ritual: sobre a mesa, servida depois de retirar os pratos principais, era o momento de exibição de riqueza e sofisticação do anfitrião. Os confeiteiros medievais eram considerados artistas e alquimistas — suas criações em açúcar esculpido (subtletés) representavam castelos, animais e figuras bíblicas que desapareciam no final do banquete.

No Brasil, a doçaria tem raízes em três grandes tradições: a portuguesa (com seus bolos de amêndoa, ovos moles e quindins que vieram dos conventos do Alentejo e Algarve), a africana (com as cocadas, pamonhas e derivados de dendê e amendoim dos povos escravizados) e a indígena (com os doces de frutas nativas, as paçocas de amendoim e as garimpadas com mel de abelhas sem ferrão). A fusão dessas três tradições criou uma doçaria nacional única no mundo.

A Química das Sobremesas: Por que Funcionam

Fazer sobremesas é, literalmente, fazer ciência. O comportamento do açúcar em diferentes temperaturas define texturas completamente distintas: a 105°C forma-se a calda (para compotas), a 115°C o ponto de bala mole (para marshmallow), a 150°C o caramelo claro, a 170°C o caramelo escuro que amargura levemente. O leite Maillard — reação entre proteínas e açúcares acima de 140°C — cria os aromas tostados do doce de leite, do brigadeiro e do leite condensado aquecido que tornam essas sobremesas irresistíveis.

O chocolate merece atenção especial: o cacau contém teobromina, um estimulante mais suave que a cafeína que eleva o humor, e feniletilamina, neurotransmissor associado ao estado de apaixonamento. Chocolates com 70%+ de cacau contêm flavonoides (especialmente epicatequina) com comprovada ação cardiovascular — estudos da Universidade Harvard mostram que consumo moderado de chocolate amargo está associado a 37% menos eventos cardiovasculares. Quantidades equilibradas de qualidade premium, portanto, são literalmente boas para o coração.

Sobremesas Icônicas ao Redor do Mundo

Cada cultura tem suas sobremesas de alma que definem identidade nacional. O tiramisù italiano (criado em Treviso nos anos 1960, com café espresso, mascarpone e savoiardi) tornou-se a sobremesa mais pedida nos restaurantes do mundo. O baklava turco-árabe de nozes e mel em camadas finíssimas de massa folhada é símbolo de hospitalidade no Oriente Médio. O mochi japonês de arroz glutinoso e recheio de pasta de feijão é vendido em 450 variedades na estação das cerejas. O crème brûlée francês com sua casquinha de açúcar caramelizado na hora fascina pela combinação de texturas. E o brigadeiro brasileiro — criado na campanha presidencial de Getúlio Vargas nos anos 1940 — conquistou o mundo como “doce nacional” e hoje aparece em cardápios de restaurantes finos de Paris a Nova Iorque.

Criado em: 28/01/2020

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Atualizado em: 23/06/2026

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