Mel Baldoni dá a receita de bolo delicioso e rico em nutrientes para a lancheira das crianças
Na volta às aulas, uma das maiores preocupações das famílias é garantir uma alimentação saudável, sem produtos industrializados ou ultra processados. Nada melhor do que preparar o lanche com ingredientes frescos e nutritivos, que vão garantir energia para o aprendizado. Se o lanche for cheio de sabor, como este bolo de mel, aveia e banana, sugerido pela Baldoni, melhor ainda! A criança não cairá na tentação de pedir a merenda do coleguinha.
Na Europa os bolos adoçados unicamente com mel fazem parte da cultura. No Brasil, a atenção com a saúde começa a levar alguns consumidores a trocar o açúcar refinado por puro mel de abelhas. E só há vantagens. O mel é rico em nutrientes como cálcio, ferro, potássio e magnésio e ainda apresenta um grande potencial antioxidante. Já o açúcar branco é sacarose apenas, sem os mesmos benefícios. Uma das vantagens de adoçar bolos com mel é que, como há necessidade de utilizar uma menor porção, a proporção calórica acaba sendo menor também.
A Baldoni oferece mel produzido por abelhas a partir do néctar de flor de laranjeira, cipó-uva, eucalipto e assa-peixe. Há ainda o mel de flores silvestres, que é originário de plantas nativas do bioma da Mata Atlântica. Todas essas variedades podem ser utilizadas como ingrediente deste bolo incrível, sem alterar significativamente o sabor. Escolha o seu mel Baldoni preferido e mão na massa!
Delicioso bolo de mel com aveia e banana
Ingredients
- 2 bananas maduras amassadasnanica ou prata (aproximadamente ¾ de xícara)
- 3 ovos
- 4 colheres sopa de mel Baldoni da sua florada favorita
- 1/3 xícara óleo vegetal (soja
- 1 xícara farinha de aveia
- 1/2 xícara amido de milho
- 1 Pitada sal
- 1 colher sopa de fermento em pó
Instructions
- 2 bananas maduras amassadasnanica ou prata (aproximadamente ¾ de xícara)
- 4 colheres de sopa de mel Baldoni da sua florada favorita
- 1/3 xícara óleo vegetal (soja, milhou ou canola)
- 1 xícara de farinha de aveia
- 1/2 xícara amido de milho
- 1 colher de sopa de fermento em pó
- Pré-aqueça o forno a 180ºC;
- Amasse as bananas com um garfo até formar um purê;
- Adicione os ovos e mexa novamente;
- Adicione aos poucos o mel e o óleo, mexendo delicadamente;
- Adicione uma pitada de sal;
- Misture a farinha de aveia e mexa com um garfo até incorporá-la à mistura.
- Adicione o amido de milho e mexa novamente.
- Finalize a massa com o fermento em pó, mexa rapidamente e depois transfira para a forma previamente untada e polvilhada.
- Asse por cerca de 30 minutos;
- Deixe o bolo esfriar antes de desenformar.
Como fazer bolo de mel Baldoni com aveia e banana
INGREDIENTES:
ÚMIDOS
- 2 bananas maduras amassadasnanica ou prata (aproximadamente ¾ de xícara)
- 3 ovos
- 4 colheres de sopa de mel Baldoni da sua florada favorita
- 1/3 xícara óleo vegetal (soja, milhou ou canola)
SECOS
- 1 xícara de farinha de aveia
- 1/2 xícara amido de milho
- 1 Pitada de sal
- 1 colher de sopa de fermento em pó
MODO DE PREPARO
- Pré-aqueça o forno a 180ºC;
- Unte uma forma com um pouco de óleo e polvilhe um pouco de farinha de arroz. As formas de pão ou terrine em formato retangular são ótimas para esta receita;
- Amasse as bananas com um garfo até formar um purê;
- Adicione os ovos e mexa novamente;
- Adicione aos poucos o mel e o óleo, mexendo delicadamente;
- Adicione uma pitada de sal;
- Misture a farinha de aveia e mexa com um garfo até incorporá-la à mistura.
- Adicione o amido de milho e mexa novamente.
- Finalize a massa com o fermento em pó, mexa rapidamente e depois transfira para a forma previamente untada e polvilhada.
- Asse por cerca de 30 minutos;
- Deixe o bolo esfriar antes de desenformar.
Sobre a Baldoni
A Baldoni Produtos Naturais é líder do mercado nacional de produtos derivados de mel e pioneira no gerenciamento desta categoria. Fundada em 1983 pela família Baldoni, está sob a gestão de Daniel Augusto Cavalcante desde 2016.
A Baldoni tem a visão de se tornar referência em inovação no desenvolvimento de produtos à base de mel e disponibiliza no seu portifólio, além do mel de abelhas nas diversas floradas, geleias adoçadas com mel, extrato de própolis e suplementos alimentares. A empresa possui certificações reconhecidas mundialmente, como: HACCP, IFS Global Markets, FDA, Certicação Orgânica, Kosher, Halal e é fiscalizada e auditada pelo Serviço de Inspeção Federal no Ministério da Agricultura.
O Mel da Baldoni além de ter sido eleito por quatro vezes o Melhor do Brasil no Congresso Brasileiro de Apicultura, tem notórios prêmios internacionais da cadeira de Apicultura recebidos em Londres, Canadá e Bélgica. É a única empresa do segmento a receber o prêmio Agro+ Integridade, que reconhece boas práticas de compliance, governança e responsabilidade Social.
A Arte das Sobremesas: Açúcar, Ciência e Cultura
As sobremesas têm uma história intimamente ligada à disponibilidade do açúcar. Na Europa medieval, apenas os mais ricos podiam se dar ao luxo de sobremesas doces — o açúcar de cana era importado do Oriente e custava mais que muitas especiarias. A palavra “sobremesa” em si revela sua posição ritual: sobre a mesa, servida depois de retirar os pratos principais, era o momento de exibição de riqueza e sofisticação do anfitrião. Os confeiteiros medievais eram considerados artistas e alquimistas — suas criações em açúcar esculpido (subtletés) representavam castelos, animais e figuras bíblicas que desapareciam no final do banquete.
No Brasil, a doçaria tem raízes em três grandes tradições: a portuguesa (com seus bolos de amêndoa, ovos moles e quindins que vieram dos conventos do Alentejo e Algarve), a africana (com as cocadas, pamonhas e derivados de dendê e amendoim dos povos escravizados) e a indígena (com os doces de frutas nativas, as paçocas de amendoim e as garimpadas com mel de abelhas sem ferrão). A fusão dessas três tradições criou uma doçaria nacional única no mundo.
A Química das Sobremesas: Por que Funcionam
Fazer sobremesas é, literalmente, fazer ciência. O comportamento do açúcar em diferentes temperaturas define texturas completamente distintas: a 105°C forma-se a calda (para compotas), a 115°C o ponto de bala mole (para marshmallow), a 150°C o caramelo claro, a 170°C o caramelo escuro que amargura levemente. O leite Maillard — reação entre proteínas e açúcares acima de 140°C — cria os aromas tostados do doce de leite, do brigadeiro e do leite condensado aquecido que tornam essas sobremesas irresistíveis.
O chocolate merece atenção especial: o cacau contém teobromina, um estimulante mais suave que a cafeína que eleva o humor, e feniletilamina, neurotransmissor associado ao estado de apaixonamento. Chocolates com 70%+ de cacau contêm flavonoides (especialmente epicatequina) com comprovada ação cardiovascular — estudos da Universidade Harvard mostram que consumo moderado de chocolate amargo está associado a 37% menos eventos cardiovasculares. Quantidades equilibradas de qualidade premium, portanto, são literalmente boas para o coração.
Sobremesas Icônicas ao Redor do Mundo
Cada cultura tem suas sobremesas de alma que definem identidade nacional. O tiramisù italiano (criado em Treviso nos anos 1960, com café espresso, mascarpone e savoiardi) tornou-se a sobremesa mais pedida nos restaurantes do mundo. O baklava turco-árabe de nozes e mel em camadas finíssimas de massa folhada é símbolo de hospitalidade no Oriente Médio. O mochi japonês de arroz glutinoso e recheio de pasta de feijão é vendido em 450 variedades na estação das cerejas. O crème brûlée francês com sua casquinha de açúcar caramelizado na hora fascina pela combinação de texturas. E o brigadeiro brasileiro — criado na campanha presidencial de Getúlio Vargas nos anos 1940 — conquistou o mundo como “doce nacional” e hoje aparece em cardápios de restaurantes finos de Paris a Nova Iorque.