Espaguete ao Creme de Milho com Carne
Ingredients
- 1 embalagem de Espaguete Estrela
- ½ kg carne bovina (acém ou fraldinha)
- 1 tablete de caldo de carne
- 1 cebola média picada
- 2 dentes alho
- 2 colheres (sopa) de azeite de oliva
- 2 folhas louro
- 1 colher (chá) molho de pimenta
- 400 g creme de leite
- 1 l ata de milho verde
- 1 vidro mini espiga de milho (opcional)
Instructions
- Cozinhe o macarrão conforme instruções da embalagem até ficar al dente e reserve.
- Sirva com espaguete bem quente, polvilhando queijo parmesão ralado e enfeitando com mini milhos e salsinha.
- Sobre M. Dias Branco S. A. Indústria e Comércio de Alimentos
Nada melhor do que preparar receitas práticas e nutritivas, com ingredientes facilmente encontrados na despensa. Por isso, Estrela, marca de massas e biscoitos da M. Dias Branco, ensina como fazer o delicioso Espaguete ao Creme de Milho com Carne.
Ingredientes:
- 1 embalagem de Espaguete Estrela
Para a carne de panela desfiada:
- ½ kg de carne bovina (acém ou fraldinha)
- 1 tablete de caldo de carne
- 1 cebola média picada
- 2 dentes de alho
- 2 colheres (sopa) de azeite de oliva
- 2 folhas de louro
- 1 colher (chá) molho de pimenta
- Manjericão fresco e pimenta-do-reino à gosto
Para o creme de milho:
- 400 g de creme de leite
- 1 lata de milho verde
- 1 vidro de mini espiga de milho (opcional)
- Queijo parmesão ralado
Modo de Preparo:
– Cozinhe o macarrão conforme instruções da embalagem até ficar “al dente” e reserve.
– Retire todo o excesso de gordura da carne, corte em cubos grandes e reserve. Frite em uma panela de pressão a cebola e o alho no azeite. Deixe dourar. Dissolva o tablete de caldo de carne e junte a carne, as folhas de louro e o molho de pimenta. Acrescente água quente até cobrir a carne, junte o manjericão e a pimenta-do-reino a gosto. Acerte o sal e cozinhe na pressão por 30 minutos até a carne ficar bem macia e a ponto de desfiar. Após o cozimento da carne, abra a panela com cuidado, desfie um pouco a carne, junte o creme de leite e o milho. Misture bem. Aqueça e reserve.
– Sirva com espaguete bem quente, polvilhando queijo parmesão ralado e enfeitando com mini milhos e salsinha.
Sobre a Estrela
A Estrela pertence ao portfólio de marcas da M. Dias Branco S.A. Indústria e Comércio de Alimentos e atua nas regiões Norte e Nordeste do país. Possui mais de 30 produtos em massas e biscoitos que deixam as refeições muito mais saborosas desde a hora do café da manhã até o jantar. Destaque para as linhas de massa de sêmola, com cinco tipos de corte, e que agradam a toda a família; biscoitos sortidos e salgados, como Cream Cracker, para consumir a qualquer hora e em qualquer lugar.
Sobre M. Dias Branco S. A. Indústria e Comércio de Alimentos
Contando com mais de sessenta e cinco anos de existência, a M. Dias Branco S.A. Indústria e Comércio de Alimentos é uma empresa do setor de alimentos com ações negociadas no segmento do Novo Mercado na B3. A Companhia produz e comercializa biscoitos, massas, farinha e farelo de trigo, margarinas e gorduras vegetais, snacks, bolos, mistura para bolos, cobertos de chocolates e torradas. Sediada em Eusébio (CE), a empresa é líder de mercado em biscoitos e massas no Brasil, é a sexta maior empresa de massas e a sétima de biscoitos no ranking global por faturamento. Suas operações geram mais de 17 mil empregos diretos em diferentes regiões, refletindo o seu compromisso com fatores importantes para o desenvolvimento econômico e social do país.
A História da Massa: Da Itália para o Mundo
Poucas categorias culinárias têm uma história tão rica e debatida quanto as massas. Embora a Itália seja universalmente reconhecida como a grande guardiã da cultura das massas, os registros históricos mostram que versões de macarrão já existiam na China há mais de 4.000 anos. O historiador gastronômico Silvano Serventi documentou que os romanos conheciam uma pasta chamada laganum — ancestral direta da lasanha — muito antes de Marco Polo supostamente “trazer o macarrão da China” no século XIII, um mito que os historiadores modernos há muito desmontaram.
Foi durante o Renascimento italiano que as massas ganharam sua identidade gastronômica definitiva. Cada região desenvolveu sua forma e molho característicos: o Piemonte abraçou o tajarin fino e rico em gemas; a Emília-Romanha consagrou o tagliatelle ao ragù bolognese; a Nápoles popularizou o spaghetti como alimento de rua, consumido com as mãos por vendedores em praças públicas. A chegada das massas secas nas Américas, com os fluxos migratórios italianos no final do século XIX, transformou a culinária do continente para sempre.
Perfil Nutricional: O que as Massas Oferecem ao Organismo
As massas de trigo duro — como as de semolina ou grano duro — são fontes de carboidratos complexos de digestão moderada, fornecendo energia sustentada ao longo de horas. Ao contrário do pão branco, a estrutura proteica do glúten presente nas massas de qualidade atrasa a liberação de glicose na corrente sanguínea, mantendo o índice glicêmico relativamente baixo (entre 40 e 55). Uma porção de 80g de massa seca cozida al dente fornece aproximadamente 280 kcal, 10g de proteína, 56g de carboidratos e apenas 1,5g de gordura. As versões integrais acrescentam fibras solúveis e insolúveis que alimentam a microbiota intestinal e contribuem para a saciedade.
O segredo nutricional está no ponto de cozimento: massa al dente tem índice glicêmico menor do que massa bem cozida, pois as proteínas ainda envolvem o amido, retardando sua digestão. Acrescentar azeite extravirgem e vegetais ao molho aumenta o teor de antioxidantes e gorduras saudáveis, transformando um prato simples em refeição nutricionalmente completa.
Massas ao Redor do Mundo: Variações Fascinantes
A vocação universal das massas fica evidente quando olhamos para as culturas mais diversas. No Japão, os ramen, soba e udon são massas feitas com farinha de trigo, trigo sarraceno ou batata-doce, servidas em caldos elaborados que levam horas para apurar. No Vietnã, os pho usam macarrão de arroz em caldo de carne perfumado com canela e anis-estrelado. No Oriente Médio, o kishk libanês combina trigo fermentado com leite coalhado, resultando em uma massa única com sabor ácido. Na Etiópia, o injera, embora tecnicamente um pão, funciona como base para molhos e ensopados de forma similar às massas do Mediterrâneo. Cada cultura encontrou na farinha e na água a base para construir sua própria identidade culinária.
