Faça um pão de chocolate divino
Ingredients
- 4 xícaras (chá) de farinha de trigo (520 g)
- 1 colher (chá) de fermento biológico seco (4 g)
- 3 colheres (sopa) de açúcar (45 g)
- 1 ¼ colher (chá) de sal (8 g)
- ⅓ de xícara (chá) de Cacau em Pó 100% Melken (45 g)
- 1 ⅔ de xícara (chá) de água (420 ml)
- 200 g Chocolate Meio Amargo Melken em gotas
- 1 colher (sopa) de óleo vegetal (15 ml)
- 1 ovo
Instructions
- 6 Se estiverem devidamente fermentados, é hora de assar! Bata o ovo e pincele-o sobre os pães, para dar brilho e cor.
- 8 -Sirva em fatias, com manteiga ou geleias.
- Tempo de preparo: 30 minutos
- Rendimento: 8 a 10 pães de 125g
Entre as delícias que estão ganhando popularidade em meio à quarentena, o pão tem ganhado destaque. Pensando nisso, a Harald, líder em chocolates e coberturas no Brasil, preparou uma saborosa receita: o seu Pão de chocolate!
A receita de preparo simples apresenta um equilíbrio perfeito do sabor do Cacau Melken com pedaços de chocolate derretido na massa.
Ingredientes
- 4 xícaras (chá) de farinha de trigo (520 g)
- 1 colher (chá) de fermento biológico seco (4 g)
- 3 colheres (sopa) de açúcar (45 g)
- 1 ¼ de colher (chá) de sal (8 g)
- ⅓ de xícara (chá) de Cacau em Pó 100% Melken (45 g)
- 1 ⅔ de xícara (chá) de água (420 ml)
- 200 g de Chocolate Meio Amargo Melken em gotas
- 1 colher (sopa) de óleo vegetal (15 ml)
- 1 ovo
Material
- Lâmina de corte
- Filme-plástico
Modo de preparo
1 – Em uma tigela, misture a farinha, o fermento biológico seco, o açúcar, o sal e o Cacau Melken. Faça um buraco no centro e vá adicionando a água aos poucos, incorporando-a aos secos do centro para fora, para evitar formar grumos de farinha. A quantidade de água adicionada varia de acordo com a farinha utilizada: se achar que a massa está hidratada o suficiente – macia e colando levemente nas mãos – não é necessário adicionar mais.
2 – Com a massa formada, sove por alguns minutos com as mãos ou utilizando a batedeira com o auxílio do gancho. Quando a massa estiver com aspecto liso, adicione as gotas de chocolate e misture para incorporá-las.
3 – Feito isso, forme uma bola com a massa e coloque em uma tigela untada com óleo. Cubra com filme-plástico e deixe descansar por 45 minutos ou até atingir quase o dobro do volume.
4 – Na sequência, divida a massa em porções de 125 g – entre 8 e 10 pães. Faça bolinhas com a massa e deixe-as sobre a bancada, cobertas com filme-plástico. Deixe fermentar por 30 minutos e modele os pães.
5 – Em bancada levemente enfarinhada, abra cada bolinha de massa em formato retangular. Começando pelas duas pontas de um mesmo lado, enrole a massa e pressione para formar um rolinho, deixando o fechamento virado para baixo. Disponha os pães em assadeira com pelo menos três dedos de espaço entre cada um deles e deixe fermentar mais 15 minutos.
6 – Se estiverem devidamente fermentados, é hora de assar! Bata o ovo e pincele-o sobre os pães, para dar brilho e cor.
7 – Abra um corte na parte de cima de cada pão seguindo o comprimento. Com o forno preaquecido em 200 °C, asse por 40 minutos ou até dar uma leve batidinha na casca inferior do pão e ouvir um som oco.
8 -Sirva em fatias, com manteiga ou geleias.
Tempo de preparo: 30 minutos
Rendimento: 8 a 10 pães de 125g
Dica: para saber se o pão está devidamente fermentado, pressione com o indicador. Caso a massa retorne ao lugar, ele precisa de mais tempo de fermentação. Se retornar ao lugar levemente, está pronto para assar. Caso não retorne, leve imediatamente ao forno para evitar fermentação excessiva.
Pães, Tortas e Salgados: A Arte da Massa Fermentada
O pão é o alimento mais universal da história humana — presente em todas as civilizações que domesticaram gramíneas, do trigo mediterrâneo ao milho americano, do arroz asiático ao centeio europeu. O pão fermentado mais antigo encontrado pelos arqueólogos data de 14.400 anos e foi descoberto em Shubayqa, na Jordânia, indicando que grupos de caçadores-coletores faziam pão antes mesmo da agricultura. A fermentação espontânea — descoberta provavelmente por acidente, quando a massa foi esquecida e ao ser assada ficou mais leve e saborosa — transformou para sempre a relação da humanidade com os cereais.
A quiche lorraine, torta salgada por excelência, nasceu na região da Lorena, na fronteira entre França e Alemanha, possivelmente no século XVI. A palavra “quiche” deriva do alemão Kuchen (bolo), e o recheio original era apenas ovo, creme e bacon defumado — o queijo foi adição posterior que se tornou indissociável da receita moderna. As tortas salgadas em geral têm esse mesmo DNA de praticidade: uma crosta que serve de recipiente e transportador, preenchida com o que havia disponível na despensa, assada para conservar e fácil de carregar em viagens e trabalhos de campo.
Nutrição: Massas Fermentadas e Suas Vantagens
A fermentação transforma quimicamente os cereais, tornando-os nutricionalmente superiores à farinha crua. As bactérias lácticas do fermento natural (sourdough) consomem parte dos carboidratos simples, reduzindo o índice glicêmico do pão. Mais importante: o ácido fítico — presente nos cereais integrais e que bloqueia a absorção de ferro, zinco e cálcio — é degradado pela fermentação em até 50%, tornando esses minerais mais biodisponíveis. Pão de fermentação natural tem pH mais ácido que o pão de fermento biológico, o que retarda o crescimento de mofo e prolonga naturalmente sua vida útil.
A tapioca, goma extraída da mandioca, é naturalmente sem glúten e com baixo teor proteico — ideal para quem tem doença celíaca ou sensibilidade ao glúten. O pão de queijo mineiro, feito com polvilho azedo (polvilho fermentado), tem textura única graças ao amido gelatinizado durante o cozimento que cria a estrutura elástica característica sem necessidade de glúten.
Tradições Panificadoras ao Redor do Mundo
A cultura do pão artesanal está em plena renascença global. Na França, a baguette tradicional — com apenas farinha, água, sal e fermento — ganhou reconhecimento como patrimônio imaterial da UNESCO em 2022. No Irã, o sangak é assado em leito de pedrinhas quentes e consumido quente no café da manhã por milhões de pessoas diariamente. Na Etiópia, o injera de teff fermentado é simultaneamente prato e talheres — a base esponjosa sobre a qual os ensopados são servidos e com a qual são consumidos. No Brasil, o pão de queijo é talvez o maior fenômeno de exportação da padaria nacional, vendido em aeroportos do mundo todo e representando a herança das fazendas mineiras do século XVIII, onde o polvilho substituía a farinha de trigo importada escassa.
