Por: Redação

|

Criado em:

|

Em: Receitas, Doces e Sobremesas

|

Atualizado em:

unnamed

Ju Ferraz do canal TPM, pra que te quero? na Snack, maior rede multiplataforma brasileira de social vídeo, compartilhou uma receita refrescante para os dias de calor intenso, o famoso geladinho, sacolé, ou chup-chup (depende da sua cidade).

A receita é simples e fácil de fazer. Todos têm a mesma base: leite condensado, leite em pó e leite, todos os ingredientes batidos no liquidificador. No vídeo Ju ensina a fazer com os sabores de: bis, chocolate e maracujá, mas pode ser feito com o da sua preferência.

“Essa é uma receita pra deixar todo mundo feliz e refrescante, porque está muito calor”, conta Ju.

Quer aprender a fazer?

Sobre a Rede Snack

A Snack, fundada pelos publicitários Vitor Knijnik e Nelson Botega, é a maior rede multiplataforma brasileira de social video. Ela cria, produz, desenvolve e distribui conteúdo original multiplataforma (YouTube, Facebook, Instagram, SVODs), e possui 3 unidades de negócio.

Snack Creators – área de production service, comercialização e gerenciamento para os talentos mais influentes do país como PC Siqueira, Barbixas, Flavia Pavanelli, entre outros.

Snack Studios – área de desenvolvimento e produção de séries originais multiplataforma, como o OK!OK!, canal sobre o mundo pop mais visto do YT Brasil, Vendi meu Sofá com a fitness girl Gabriela Pugliesi, Nosso Canal, apresentado pelas garotas mais bombadas da internet, Casa do Saber, de entretenimento cultural, entre outras séries originais, Ilha de Barbados, com Rafinha Bastos, PC Siqueira e Cauê Moura.

Snack Brands – serviços de criação, produção, mídia e inteligência audiovisual digital para agências e marcas. A área é responsável pela criação e produção do maior canal de marca do YouTube Brasil, Mundo da Menina by Pampili, que já ultrapassou 2,6M de inscritos, em parceria com a Sociedade Criativa da publicitária Tetê Pacheco.

A Gastronomia como Patrimônio Cultural

A alimentação humana é muito mais do que necessidade biológica — é linguagem, identidade e memória. O antropólogo Claude Lévi-Strauss, em sua obra seminal O Cru e o Cozido (1964), argumentou que a distinção entre alimentos crus e cozidos é a primeira e mais fundamental distinção cultural da humanidade: cozinhar transforma natureza em cultura, e cada técnica culinária é uma declaração filosófica sobre quem somos. Cada receita que passa de geração em geração carrega não apenas ingredientes e técnicas, mas histórias de migração, adaptação, escassez, abundância e criatividade.

O Brasil ocupa uma posição única na gastronomia mundial por ser o resultado de três grandes encontros culinários: a cozinha indígena (com seus processos de fermentação, uso de raízes, peixe e frutas amazônicas), a cozinha africana (com o dendê, quiabo, amendoim, coco e as técnicas de cozimento lento) e a cozinha europeia (principalmente portuguesa, com seu azeite, bacalhau, vinhos e doçaria conventual). A essa base, somaram-se as contribuições de japoneses, italianos, alemães, sírio-libaneses e tantos outros grupos que chegaram a partir do século XIX, enriquecendo ainda mais o mosaico culinário brasileiro. leia também sobre Inverno: aprenda receitas caseiras e nutritivas para aproveitar a estação

Por que Cozinhar em Casa Faz Diferença

Pesquisas consistentes demonstram que pessoas que cozinham em casa regularmente têm dietas nutricionalmente superiores às que dependem de alimentação industrializada ou de restaurantes. Um estudo publicado no Public Health Nutrition com 9.569 participantes mostrou que quem cozinha mais de 5 vezes por semana consome 137 calorias a menos por refeição, mais vegetais e menos gorduras saturadas do que quem raramente cozinha. Além disso, o ato de cozinhar em si tem benefícios documentados para a saúde mental: é uma atividade mindfulness, de foco no presente, que combina criatividade, técnica e resultados tangíveis — uma receita (literalmente) para reduzir estresse e ansiedade.

O desperdício alimentar é outro fator onde cozinhar em casa faz grande diferença: quando temos controle sobre os ingredientes, usamos sobras de forma criativa, reduzindo o descarte. O Brasil desperdiça 46 milhões de toneladas de alimentos por ano — mais do que a produção total de muitos países — e grande parte desse desperdício ocorre no nível doméstico. Receitas que aproveitam cascas, talos e sementes não são apenas economia: são posicionamento ético diante de um sistema alimentar que precisa urgentemente de mudança.

Ingredientes de Qualidade: O Segredo Mais Simples

Chefs de restaurantes com estrelas Michelin frequentemente revelam que seu maior segredo não é a técnica — é a qualidade dos ingredientes. Um tomate cultivado lentamente em solo rico, colhido maduro, tem um perfil de sabor incomparavelmente superior ao tomate verde colhido antes do ponto e amadurecido artificialmente em câmaras frigoríficas. O mesmo vale para azeite extravirgem de primeira prensagem versus óleo refinado, para queijo artesanal versus processado, para frango de granja versus criação convencional. Apoiar produtores locais, mercados de agricultores e feiras orgânicas não é apenas escolha gastronômica — é investimento na biodiversidade alimentar, na saúde do solo e na economia das comunidades rurais.

Deixe um comentário