Pastel doce de biscoito com queijo alla panna

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Pastel doce de biscoito com queijo alla panna

Prep Time 20 minutes
Cook Time 30 minutes
Total Time 50 minutes
Servings 4 porções

Ingredients
  

  • Massa de pastel (3 unidades)
  • 4 unidades biscoito oreo
  • 70 g ramas de chocolate branco
  • 100 ml creme de leite fresco
  • 5 unidades queijo Alla Panna DiBufalo ou Mozzarella DiBufalo

Instructions
 

  • Rendimento: 3 unidades
  • Tempo de preparo: 20 minutos
  • Crédito da receita: Restaurante Quintal Gastrô em parceria com a Tapuio Agropecuária

Uma receita diferente de pastel doce, criada com um queijo muito versátil, o Alla Panna DiBufalo, certamente será aquela delícia surpreendente que vai agradar o seu paladar e o de toda a família. O Alla Panna é um tipo de queijo desenvolvido originalmente na região da Campana na Itália. Possui textura cremosa e sabor bem levinho, contém pouco sal, o que o torna um queijo ideal para ser usado também em receitas doces.

Nessa receita, o alla panna pode ser substituído pela cerejinha ou bolinha de mozzarella DiBufalo. No Brasil, você pode encontrar o queijo alla panna exatamente como é fabricado na Itália, principalmente, nas principais capitais do Nordeste e Centro Oeste: Alagoas, Ceará, Maranhão, Piauí, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Sergipe, Goiás e Distrito Federal.

Receita: Pastel doce de biscoito com queijo alla panna

Ingredientes:

  • Massa de pastel (3 unidades)
  • 4 unidades de biscoito oreo
  • 70 gramas de chocolate branco
  • 100 ml creme de leite fresco
  • 5 unidades de queijo Alla Panna DiBufalo ou Mozzarella DiBufalo

Modo de preparo:
Pique o biscoito oreo e reserve. Faça uma ganache, derretendo o chocolate branco em banho maria: coloque o creme de leite em temperatura ambiente em uma panela e deixe ferver. Acrescente o chocolate e mexa para que ele derreta. Corte o queijo em pedaços pequenos. Recheie com o queijo e o biscoito. Com o dedo, molhe a borda da massa do pastel com um pouco de água. Feche a massa e com um garfo amasse a borda do pastel para que ela não se abra na hora da fritura. Frite os pastéis em óleo quente. Sirva acompanhado da ganache de chocolate branco.

Rendimento: 3 unidades
Tempo de preparo: 20 minutos
Crédito da receita: Restaurante Quintal Gastrô em parceria com a Tapuio Agropecuária

Produzidos artesanalmente, no Rio Grande do Norte, o alla panna e a mozzarella da marca DiBufalo seguem a tradição italiana. Os queijos DiBufalo têm o Selo 100% Búfalo, da Associação Brasileira de Criadores de Búfalo, garantindo que levam apenas leite de búfala em sua fabricação. Na hora de comprar queijos de búfala é importante ficar atento ao selo, evitando correr o risco de comprar um produto adulterado por outro tipo de leite, o que reduz seus nutrientes.

A receita é de autoria dos chefs Filipe Rodriguez e Marcela Rodriguez, do restaurante Quintal Gastrô, de João Pessoa, na Paraíba, preparada com exclusividade para a DiBufalo.

A Gastronomia como Patrimônio Cultural

A alimentação humana é muito mais do que necessidade biológica — é linguagem, identidade e memória. O antropólogo Claude Lévi-Strauss, em sua obra seminal O Cru e o Cozido (1964), argumentou que a distinção entre alimentos crus e cozidos é a primeira e mais fundamental distinção cultural da humanidade: cozinhar transforma natureza em cultura, e cada técnica culinária é uma declaração filosófica sobre quem somos. Cada receita que passa de geração em geração carrega não apenas ingredientes e técnicas, mas histórias de migração, adaptação, escassez, abundância e criatividade.

O Brasil ocupa uma posição única na gastronomia mundial por ser o resultado de três grandes encontros culinários: a cozinha indígena (com seus processos de fermentação, uso de raízes, peixe e frutas amazônicas), a cozinha africana (com o dendê, quiabo, amendoim, coco e as técnicas de cozimento lento) e a cozinha europeia (principalmente portuguesa, com seu azeite, bacalhau, vinhos e doçaria conventual). A essa base, somaram-se as contribuições de japoneses, italianos, alemães, sírio-libaneses e tantos outros grupos que chegaram a partir do século XIX, enriquecendo ainda mais o mosaico culinário brasileiro.

Por que Cozinhar em Casa Faz Diferença

Pesquisas consistentes demonstram que pessoas que cozinham em casa regularmente têm dietas nutricionalmente superiores às que dependem de alimentação industrializada ou de restaurantes. Um estudo publicado no Public Health Nutrition com 9.569 participantes mostrou que quem cozinha mais de 5 vezes por semana consome 137 calorias a menos por refeição, mais vegetais e menos gorduras saturadas do que quem raramente cozinha. Além disso, o ato de cozinhar em si tem benefícios documentados para a saúde mental: é uma atividade mindfulness, de foco no presente, que combina criatividade, técnica e resultados tangíveis — uma receita (literalmente) para reduzir estresse e ansiedade.

O desperdício alimentar é outro fator onde cozinhar em casa faz grande diferença: quando temos controle sobre os ingredientes, usamos sobras de forma criativa, reduzindo o descarte. O Brasil desperdiça 46 milhões de toneladas de alimentos por ano — mais do que a produção total de muitos países — e grande parte desse desperdício ocorre no nível doméstico. Receitas que aproveitam cascas, talos e sementes não são apenas economia: são posicionamento ético diante de um sistema alimentar que precisa urgentemente de mudança.

Ingredientes de Qualidade: O Segredo Mais Simples

Chefs de restaurantes com estrelas Michelin frequentemente revelam que seu maior segredo não é a técnica — é a qualidade dos ingredientes. Um tomate cultivado lentamente em solo rico, colhido maduro, tem um perfil de sabor incomparavelmente superior ao tomate verde colhido antes do ponto e amadurecido artificialmente em câmaras frigoríficas. O mesmo vale para azeite extravirgem de primeira prensagem versus óleo refinado, para queijo artesanal versus processado, para frango de granja versus criação convencional. Apoiar produtores locais, mercados de agricultores e feiras orgânicas não é apenas escolha gastronômica — é investimento na biodiversidade alimentar, na saúde do solo e na economia das comunidades rurais.

Criado em: 14/04/2020

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Atualizado em: 23/06/2026

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