Que tal preparar uma sopa saborosa de ervilha com bacon?

PRATOS DELICIOSOS PARA APROVEITAR EM CASA NOS DIAS NUBLADOS

Que tal preparar uma sopa saborosa de ervilha com bacon?

Prep Time 15 minutes
Cook Time 30 minutes
Total Time 45 minutes
Servings 4 porções

Ingredients
  

  • 300 g ervilha congelada
  • 100 g bacon frito
  • 400 ml água quente
  • 2 dentes alho picados
  • 1 cebola picada
  • 1 colher chá de sal

Instructions
 

  • Em uma panela, doure o bacon. Como ele solta muita gordura, não precisa usar óleo nem nada. Feito isso, escorra o bacon e reserve sobre papel-toalha.
  • Na mesma panela, doure a cebola e o alho. Acrescente as ervilhas e refogue rapidamente. Despeje a água quente e tampe, cozinhando por 15 minutos.
  • Regue um fio de azeite e finalize com o bacon em cubinhos.
  • Receita fácil e muito saborosa. Perfeita para esse início de ano mais friozinho.

Curta os dias nublados e de temperatura mais amena em casa com receitas deliciosas que o Assaí Atacadista vai ensinar. Um prato melhor que o outro para comer quentinho e no conforto da sua cama ou do seu sofá.

Ingredientes

  • 300 g de ervilha congelada
  • 100 g de bacon frito
  • 400 ml de água quente
  • 2 dentes de alho picados
  • 1 cebola picada
  • 1 colher de chá de sal
  • Pimenta-do-reino

Modo de Preparo

  1. Em uma panela, doure o bacon. Como ele solta muita gordura, não precisa usar óleo nem nada. Feito isso, escorra o bacon e reserve sobre papel-toalha.
  2. Na mesma panela, doure a cebola e o alho. Acrescente as ervilhas e refogue rapidamente. Despeje a água quente e tampe, cozinhando por 15 minutos.
  3. No liquidificador, bata as ervilhas cozidas com o caldo. Retorne com o creme de ervilha para a panela e cozinhe por mais 5 minutos. Tempere com sal e pimenta.
  4. Regue um fio de azeite e finalize com o bacon em cubinhos.

Receita fácil e muito saborosa. Perfeita para esse início de ano mais friozinho.

Sopas: O Prato Mais Antigo da Humanidade

As sopas são, provavelmente, a preparação culinária mais antiga da história humana. Evidências arqueológicas encontradas na China indicam que seres humanos já ferviam ossos e vegetais em recipientes de cerâmica há pelo menos 20.000 anos. A técnica de cozinhar alimentos em água foi uma revolução nutricional: o calor destruía patógenos, amolecia tecidos fibrosos antes inacessíveis e liberava nutrientes que o corpo absorve muito mais eficientemente de alimentos cozidos.

Na Idade Média europeia, a sopa não era apenas alimento — era a base da sobrevivência das classes trabalhadoras. O potage, um caldo grosso de vegetais, legumes e eventualmente carne, era consumido duas vezes ao dia pela maioria da população. Nos monastérios medievais, a receita era tão fundamental que monges dedicavam capítulos inteiros de seus livros de regras ao preparo correto da sopa. Cada região desenvolveu suas variações: a bouillabaisse provençal com peixes mediterrâneos, o gazpacho andaluz frio, o minestrone italiano sazonal, o pho vietnamita perfumado com especiarias.

Sopas: O Prato Mais Antigo da Humanidade

Sopas e caldos concentram vitaminas hidrossolúveis dos vegetais — especialmente vitaminas do complexo B e vitamina C — que se dissolvem no líquido de cozimento e ficam acessíveis para consumo. Estudos publicados no Journal of Agricultural and Food Chemistry demonstraram que o licopeno do tomate cozido é absorvido pelo organismo de 2 a 3 vezes mais eficientemente do que o do tomate cru. Caldos de osso, em particular, liberam colágeno, glicina e prolina que nutrem as articulações e contribuem para a integridade intestinal.

A hidratação que uma sopa oferece também é significativa: uma tigela de 300ml pode fornecer 250ml de líquido além dos nutrientes sólidos, contribuindo para a meta diária de hidratação. Para pessoas com apetite reduzido, idosos ou em recuperação de doenças, sopas são uma forma eficiente de garantir ingestão calórica e nutricional sem exigir grande esforço digestivo.

Sopas: O Prato Mais Antigo da Humanidade

Cada cultura tem sua sopa de alma — aquela que reconforta, que cura, que une gerações. No Japão, o misoshiru de tofu e wakame é consumido no café da manhã como fonte matinal de probióticos e umami. Na Coreia, o doenjang jjigae de pasta de soja fermentada com vegetais é presença obrigatória em qualquer refeição. Na Rússia, o borscht de beterraba vermelho intenso é símbolo nacional consumido tanto quente no inverno quanto frio no verão. No Brasil, o caldo verde mineiro com couve-manteiga, linguiça e batata é herança da imigração portuguesa que virou patrimônio cultural nacional. O feijão tropeiro, o caldo de mocotó e a buchada de bode do Nordeste são caldos e sopas que carregam séculos de história e identidade regional.

Criado em: 07/01/2020

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Atualizado em: 23/06/2026

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