Que tal preparar uma sopa saborosa de ervilha com bacon?
Ingredients
- 300 g ervilha congelada
- 100 g bacon frito
- 400 ml água quente
- 2 dentes alho picados
- 1 cebola picada
- 1 colher chá de sal
Instructions
- Em uma panela, doure o bacon. Como ele solta muita gordura, não precisa usar óleo nem nada. Feito isso, escorra o bacon e reserve sobre papel-toalha.
- Na mesma panela, doure a cebola e o alho. Acrescente as ervilhas e refogue rapidamente. Despeje a água quente e tampe, cozinhando por 15 minutos.
- Regue um fio de azeite e finalize com o bacon em cubinhos.
- Receita fácil e muito saborosa. Perfeita para esse início de ano mais friozinho.
Curta os dias nublados e de temperatura mais amena em casa com receitas deliciosas que o Assaí Atacadista vai ensinar. Um prato melhor que o outro para comer quentinho e no conforto da sua cama ou do seu sofá.
Ingredientes
- 300 g de ervilha congelada
- 100 g de bacon frito
- 400 ml de água quente
- 2 dentes de alho picados
- 1 cebola picada
- 1 colher de chá de sal
- Pimenta-do-reino
Modo de Preparo
- Em uma panela, doure o bacon. Como ele solta muita gordura, não precisa usar óleo nem nada. Feito isso, escorra o bacon e reserve sobre papel-toalha.
- Na mesma panela, doure a cebola e o alho. Acrescente as ervilhas e refogue rapidamente. Despeje a água quente e tampe, cozinhando por 15 minutos.
- No liquidificador, bata as ervilhas cozidas com o caldo. Retorne com o creme de ervilha para a panela e cozinhe por mais 5 minutos. Tempere com sal e pimenta.
- Regue um fio de azeite e finalize com o bacon em cubinhos.
Receita fácil e muito saborosa. Perfeita para esse início de ano mais friozinho.
Sopas: O Prato Mais Antigo da Humanidade
As sopas são, provavelmente, a preparação culinária mais antiga da história humana. Evidências arqueológicas encontradas na China indicam que seres humanos já ferviam ossos e vegetais em recipientes de cerâmica há pelo menos 20.000 anos. A técnica de cozinhar alimentos em água foi uma revolução nutricional: o calor destruía patógenos, amolecia tecidos fibrosos antes inacessíveis e liberava nutrientes que o corpo absorve muito mais eficientemente de alimentos cozidos.
Na Idade Média europeia, a sopa não era apenas alimento — era a base da sobrevivência das classes trabalhadoras. O potage, um caldo grosso de vegetais, legumes e eventualmente carne, era consumido duas vezes ao dia pela maioria da população. Nos monastérios medievais, a receita era tão fundamental que monges dedicavam capítulos inteiros de seus livros de regras ao preparo correto da sopa. Cada região desenvolveu suas variações: a bouillabaisse provençal com peixes mediterrâneos, o gazpacho andaluz frio, o minestrone italiano sazonal, o pho vietnamita perfumado com especiarias.
Sopas: O Prato Mais Antigo da Humanidade
Sopas e caldos concentram vitaminas hidrossolúveis dos vegetais — especialmente vitaminas do complexo B e vitamina C — que se dissolvem no líquido de cozimento e ficam acessíveis para consumo. Estudos publicados no Journal of Agricultural and Food Chemistry demonstraram que o licopeno do tomate cozido é absorvido pelo organismo de 2 a 3 vezes mais eficientemente do que o do tomate cru. Caldos de osso, em particular, liberam colágeno, glicina e prolina que nutrem as articulações e contribuem para a integridade intestinal.
A hidratação que uma sopa oferece também é significativa: uma tigela de 300ml pode fornecer 250ml de líquido além dos nutrientes sólidos, contribuindo para a meta diária de hidratação. Para pessoas com apetite reduzido, idosos ou em recuperação de doenças, sopas são uma forma eficiente de garantir ingestão calórica e nutricional sem exigir grande esforço digestivo.
Sopas: O Prato Mais Antigo da Humanidade
Cada cultura tem sua sopa de alma — aquela que reconforta, que cura, que une gerações. No Japão, o misoshiru de tofu e wakame é consumido no café da manhã como fonte matinal de probióticos e umami. Na Coreia, o doenjang jjigae de pasta de soja fermentada com vegetais é presença obrigatória em qualquer refeição. Na Rússia, o borscht de beterraba vermelho intenso é símbolo nacional consumido tanto quente no inverno quanto frio no verão. No Brasil, o caldo verde mineiro com couve-manteiga, linguiça e batata é herança da imigração portuguesa que virou patrimônio cultural nacional. O feijão tropeiro, o caldo de mocotó e a buchada de bode do Nordeste são caldos e sopas que carregam séculos de história e identidade regional.
