Que tal um Croquete de Aipim com Carne?
Ingredients
- 2 embalagens de Biscoito Cream Cracker MARILAN tradicional (400g)
- 1 colher (sopa) de azeite
- 1 cebola média picada
- 1 dente alho amassado
- 2 xícaras (chá) de carne cozida e desfiada
- 1 xícara (chá) de água fervente
- 1 colher (chá) de sal
- 2 xícaras (chá) de aipim cozido e espremido
- 2 colheres (sopa) de cheiro-verde picado
- 2 claras para empanar
Instructions
- *Dica do chef: Sirva quente com molho de pimenta.
A Marilan, marca especialista em biscoitos, te ensina a preparar um “Croquete de Aipim com Carne”. Já imaginou que delícia? Agora é só abrir um bom vinho e curtir essa receita saborosa com toda a família.
Croquete Marilan de Aipim com Carne
Rendimento: 30 unidades
Tempo total de preparo: 1 hora e 30 minutos
Ingredientes
- 2 embalagens de Biscoito Cream Cracker MARILAN tradicional (400g)
- 1 colher (sopa) de azeite
- 1 cebola média picada
- 1 dente de alho amassado
- 2 xícaras (chá) de carne cozida e desfiada
- 1 xícara (chá) de água fervente
- 1 colher (chá) de sal
- 2 xícaras (chá) de aipim cozido e espremido
- 2 colheres (sopa) de cheiro-verde picado
- 2 claras para empanar
MODO DE PREPARO
Triture os Biscoitos Cream Cracker MARILAN no liquidificador até obter uma farinha não muito fina. Reserve 1 xicara (chá) de biscoito triturado para empanar e o restante para a massa. Em uma panela, aqueça o azeite, doure a cebola e o alho, junte a carne e refogue por 3 minutos. Adicione a água, o sal e cozinhe até levantar fervura. Junte a farinha de biscoitos restante para a massa, mexendo sempre até soltar da panela. Retire e deixe amornar. Acrescente o aipim e o cheiro-verde. Amasse até obter uma mistura macia e homogênea. Pegue porções de massa e modele os croquetes. Passe os croquetes pelas claras e depois pelo biscoito reservado. Frite em óleo quente e coloque sobre papel toalha para retirar o excesso de gordura. Sirva em seguida.
*Dica do chef: Sirva quente com molho de pimenta.
Sobre a Marilan – A Marilan é a segunda maior fabricante de biscoitos do Brasil, primeira marca mais consumida. Há 60 anos no mercado, é especialista em biscoitos, com uma linha de produtos composta por mais de 100 itens entre biscoitos salgados, doces, rosquinhas, recheados, wafers, biscoitos especiais e cookies – posicionada como empresa multicategoria, atuando em Biscoitos, Torradas, Chocolates e Snacks. Do parque fabril, localizado em Marília, no interior de São Paulo, são distribuídos os produtos consumidos em todo o Brasil e exportados para mais de 50 países, marcando presença em todos os continentes. Atualmente, a Marilan possui 21 linhas de fabricação distribuídas em 53 mil m² de área construída. O parque fabril, com capacidade produtiva de aproximadamente 220 mil toneladas por ano, utiliza processos modernos e equipamentos automatizados. São cerca de 1 milhão e 200 mil pacotes ou 80 milhões de unidades de biscoitos fabricados por dia.
A Gastronomia como Patrimônio Cultural
A alimentação humana é muito mais do que necessidade biológica — é linguagem, identidade e memória. O antropólogo Claude Lévi-Strauss, em sua obra seminal O Cru e o Cozido (1964), argumentou que a distinção entre alimentos crus e cozidos é a primeira e mais fundamental distinção cultural da humanidade: cozinhar transforma natureza em cultura, e cada técnica culinária é uma declaração filosófica sobre quem somos. Cada receita que passa de geração em geração carrega não apenas ingredientes e técnicas, mas histórias de migração, adaptação, escassez, abundância e criatividade.
O Brasil ocupa uma posição única na gastronomia mundial por ser o resultado de três grandes encontros culinários: a cozinha indígena (com seus processos de fermentação, uso de raízes, peixe e frutas amazônicas), a cozinha africana (com o dendê, quiabo, amendoim, coco e as técnicas de cozimento lento) e a cozinha europeia (principalmente portuguesa, com seu azeite, bacalhau, vinhos e doçaria conventual). A essa base, somaram-se as contribuições de japoneses, italianos, alemães, sírio-libaneses e tantos outros grupos que chegaram a partir do século XIX, enriquecendo ainda mais o mosaico culinário brasileiro.
Por que Cozinhar em Casa Faz Diferença
Pesquisas consistentes demonstram que pessoas que cozinham em casa regularmente têm dietas nutricionalmente superiores às que dependem de alimentação industrializada ou de restaurantes. Um estudo publicado no Public Health Nutrition com 9.569 participantes mostrou que quem cozinha mais de 5 vezes por semana consome 137 calorias a menos por refeição, mais vegetais e menos gorduras saturadas do que quem raramente cozinha. Além disso, o ato de cozinhar em si tem benefícios documentados para a saúde mental: é uma atividade mindfulness, de foco no presente, que combina criatividade, técnica e resultados tangíveis — uma receita (literalmente) para reduzir estresse e ansiedade.
O desperdício alimentar é outro fator onde cozinhar em casa faz grande diferença: quando temos controle sobre os ingredientes, usamos sobras de forma criativa, reduzindo o descarte. O Brasil desperdiça 46 milhões de toneladas de alimentos por ano — mais do que a produção total de muitos países — e grande parte desse desperdício ocorre no nível doméstico. Receitas que aproveitam cascas, talos e sementes não são apenas economia: são posicionamento ético diante de um sistema alimentar que precisa urgentemente de mudança.
Ingredientes de Qualidade: O Segredo Mais Simples
Chefs de restaurantes com estrelas Michelin frequentemente revelam que seu maior segredo não é a técnica — é a qualidade dos ingredientes. Um tomate cultivado lentamente em solo rico, colhido maduro, tem um perfil de sabor incomparavelmente superior ao tomate verde colhido antes do ponto e amadurecido artificialmente em câmaras frigoríficas. O mesmo vale para azeite extravirgem de primeira prensagem versus óleo refinado, para queijo artesanal versus processado, para frango de granja versus criação convencional. Apoiar produtores locais, mercados de agricultores e feiras orgânicas não é apenas escolha gastronômica — é investimento na biodiversidade alimentar, na saúde do solo e na economia das comunidades rurais.
