A M. Dias Branco compartilhou uma receita de bolo Cremoso de coco com leite condensado para surpreender as visitas com muito sabor!
Ingredientes
Massa
4 ovos
1 xícara (chá) de leite
3 colheres (sopa) de Farinha de Trigo Finna com fermento
2 xícaras (chá) de açúcar
1 xícara (chá) de fubá
2 colheres (sopa) de Margarina Amorela
1/2 xícara (chá) de amido de milho
1 e 1/2 xícara (chá) de coco ralado
1 colher (sopa) de fermento em pó
1 pacote de coco ralado (100g)
1 lata de leite condensado
Recheio
1 lata de leite condensado
Mesma medida (lata) de leite
1 lata de creme de leite
1 pacote de coco ralado
Modo de preparo:
Massa:
– No liquidificador, bata os ovos, o leite, a farinha de trigo Finna com fermento, o açúcar, o fubá, a Margarina Amorela, o amido de milho e o coco ralado. Acrescente o fermento em pó e misture. Coloque em uma assadeira untada com margarina Amorela e polvilhada com farinha de trigo Finna com fermento. Asse no forno preaquecido a 200 ºC durante aproximadamente 40 minutos. Em uma tigela, misture o coco ralado com o leite condensado. Espalhe sobre o bolo ainda quente.
Recheio:
– Em uma panela acrescente o leite condensado, o leite e o creme de leite. Leve ao fogo e mexa até engrossar (ou até o ponto desejado). Desligue o fogo e espere amornar (aproximadamente 20 minutos). Quando estiver morno, acrescente o coco ralado e mexa bem. Corte o bolo ao meio e coloque o recheio.
Sobre Amorela
A marca de margarinas domésticas Amorela é produzida na fábrica GME (Gorduras e Margarinas Especiais), uma das unidades industriais da M. Dias Branco fundada em 2002, em Fortaleza (CE). Com o mais moderno complexo industrial da América Latina, a unidade é certificada pelo ISO 9001 e 22000 e é a primeira do segmento de refinaria e produção de margarinas do Ceará a obter a certificação APPCC (Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controle).
Sobre M. Dias Branco S. A. Indústria e Comércio de Alimentos
Contando com sessenta e cinco anos de existência, a M. Dias Branco S.A. Indústria e Comércio de Alimentos é uma empresa do setor de alimentos com ações negociadas no segmento do Novo Mercado na B3. A Companhia produz e comercializa biscoitos, massas, farinha e farelo de trigo, margarinas e gorduras vegetais, snacks e bolos, mistura para bolos, bits de cereais, cobertos de chocolates, torradas e refrescos. Sediada em Eusébio (CE), a empresa é líder de mercado em biscoitos e massas no Brasil, é a sexta maior empresa de massas e a sétima de biscoitos no ranking global por faturamento. Suas operações geram mais de 20 mil empregos diretos em diferentes regiões, refletindo o seu compromisso com fatores importantes para o desenvolvimento econômico e social do país.
A Arte das Sobremesas: Açúcar, Ciência e Cultura
As sobremesas têm uma história intimamente ligada à disponibilidade do açúcar. Na Europa medieval, apenas os mais ricos podiam se dar ao luxo de sobremesas doces — o açúcar de cana era importado do Oriente e custava mais que muitas especiarias. A palavra “sobremesa” em si revela sua posição ritual: sobre a mesa, servida depois de retirar os pratos principais, era o momento de exibição de riqueza e sofisticação do anfitrião. Os confeiteiros medievais eram considerados artistas e alquimistas — suas criações em açúcar esculpido (subtletés) representavam castelos, animais e figuras bíblicas que desapareciam no final do banquete.
No Brasil, a doçaria tem raízes em três grandes tradições: a portuguesa (com seus bolos de amêndoa, ovos moles e quindins que vieram dos conventos do Alentejo e Algarve), a africana (com as cocadas, pamonhas e derivados de dendê e amendoim dos povos escravizados) e a indígena (com os doces de frutas nativas, as paçocas de amendoim e as garimpadas com mel de abelhas sem ferrão). A fusão dessas três tradições criou uma doçaria nacional única no mundo.
A Química das Sobremesas: Por que Funcionam
Fazer sobremesas é, literalmente, fazer ciência. O comportamento do açúcar em diferentes temperaturas define texturas completamente distintas: a 105°C forma-se a calda (para compotas), a 115°C o ponto de bala mole (para marshmallow), a 150°C o caramelo claro, a 170°C o caramelo escuro que amargura levemente. O leite Maillard — reação entre proteínas e açúcares acima de 140°C — cria os aromas tostados do doce de leite, do brigadeiro e do leite condensado aquecido que tornam essas sobremesas irresistíveis.
O chocolate merece atenção especial: o cacau contém teobromina, um estimulante mais suave que a cafeína que eleva o humor, e feniletilamina, neurotransmissor associado ao estado de apaixonamento. Chocolates com 70%+ de cacau contêm flavonoides (especialmente epicatequina) com comprovada ação cardiovascular — estudos da Universidade Harvard mostram que consumo moderado de chocolate amargo está associado a 37% menos eventos cardiovasculares. Quantidades equilibradas de qualidade premium, portanto, são literalmente boas para o coração.
Sobremesas Icônicas ao Redor do Mundo
Cada cultura tem suas sobremesas de alma que definem identidade nacional. O tiramisù italiano (criado em Treviso nos anos 1960, com café espresso, mascarpone e savoiardi) tornou-se a sobremesa mais pedida nos restaurantes do mundo. O baklava turco-árabe de nozes e mel em camadas finíssimas de massa folhada é símbolo de hospitalidade no Oriente Médio. O mochi japonês de arroz glutinoso e recheio de pasta de feijão é vendido em 450 variedades na estação das cerejas. O crème brûlée francês com sua casquinha de açúcar caramelizado na hora fascina pela combinação de texturas. E o brigadeiro brasileiro — criado na campanha presidencial de Getúlio Vargas nos anos 1940 — conquistou o mundo como “doce nacional” e hoje aparece em cardápios de restaurantes finos de Paris a Nova Iorque.
