Receita de Bolo Duo de Baunilha com Chocolate
Ingredients
- 4 colheres farinha de linhaça dourada de molho em 12h de agua;
- 200 ml Leite de Amêndoas da A Tal da Castanha;
- 300 g demerara ou mascavo;
- 200 g ghee ou óleo de coco;
- 1 xícara farinha de arroz;
- ½ xícara fécula de batata;
- ½ xícara polvilho doce
- (as farinhas 3 podem ser substituídas por @zaya_flour)
- 1 xícara farinha de amêndoas;
- 1 colher chá de extrato de baunilha;
- 1 colher fermento;
- 2 colheres sopa de cacau 100%.
Instructions
- Sobre A Tal da Castanha:
Ingredientes:
- 4 colheres de farinha de linhaça dourada de molho em 12h de agua;
- 200ml de Leite de Amêndoas da A Tal da Castanha;
- 300g de demerara ou mascavo;
- 200g de ghee ou óleo de coco;
- 1 xícara de farinha de arroz;
- ½ xícara de fécula de batata;
- ½ xícara de polvilho doce
- (as farinhas 3 podem ser substituídas por @zaya_flour)
- 1 xícara de farinha de amêndoas;
- 1 colher de chá de extrato de baunilha;
- 1 colher de fermento;
- 2 colheres de sopa de cacau 100%.
Modo de preparo:
Esquente o leite de amêndoas, a baunilha e a gordura até quase ferver. Misture a linhaça de molho com o açúcar. Intercale farinhas e a mistura de leite quente e, por último, adicione o fermento. Em seguida, separe a massa em duas e em uma das metades adicione o cacau em pó. Intercale as massas em forma untada ou coloque uma por cima da outra. Leve ao forno 180°C por aproximadamente 45 minutos.
Sobre A Tal da Castanha:
A Tal da Castanha é uma marca genuinamente brasileira que utiliza em sua composição apenas ingredientes de origem natural e vegetal. A marca combina excelência e inovação para trazer ao mercado brasileiro uma linha inédita de produtos que inclui bebidas vegetais, pastas e snacks. A filosofia da marca é pautada em pureza e simplicidade, quanto menos ingredientes, melhor. Líder no segmento, os produtos A Tal da Castanha são distribuídos nos melhores mercados do país. A Tal da Castanha é uma referência entre as marcas clean label do Brasil e faz parte da seleta lista de empresas B, um grupo global de organizações comprometidas com a geração de impacto positivo na sociedade e no meio ambiente.
A Arte das Sobremesas: Açúcar, Ciência e Cultura
As sobremesas têm uma história intimamente ligada à disponibilidade do açúcar. Na Europa medieval, apenas os mais ricos podiam se dar ao luxo de sobremesas doces — o açúcar de cana era importado do Oriente e custava mais que muitas especiarias. A palavra “sobremesa” em si revela sua posição ritual: sobre a mesa, servida depois de retirar os pratos principais, era o momento de exibição de riqueza e sofisticação do anfitrião. Os confeiteiros medievais eram considerados artistas e alquimistas — suas criações em açúcar esculpido (subtletés) representavam castelos, animais e figuras bíblicas que desapareciam no final do banquete.
No Brasil, a doçaria tem raízes em três grandes tradições: a portuguesa (com seus bolos de amêndoa, ovos moles e quindins que vieram dos conventos do Alentejo e Algarve), a africana (com as cocadas, pamonhas e derivados de dendê e amendoim dos povos escravizados) e a indígena (com os doces de frutas nativas, as paçocas de amendoim e as garimpadas com mel de abelhas sem ferrão). A fusão dessas três tradições criou uma doçaria nacional única no mundo.
A Química das Sobremesas: Por que Funcionam
Fazer sobremesas é, literalmente, fazer ciência. O comportamento do açúcar em diferentes temperaturas define texturas completamente distintas: a 105°C forma-se a calda (para compotas), a 115°C o ponto de bala mole (para marshmallow), a 150°C o caramelo claro, a 170°C o caramelo escuro que amargura levemente. O leite Maillard — reação entre proteínas e açúcares acima de 140°C — cria os aromas tostados do doce de leite, do brigadeiro e do leite condensado aquecido que tornam essas sobremesas irresistíveis.
O chocolate merece atenção especial: o cacau contém teobromina, um estimulante mais suave que a cafeína que eleva o humor, e feniletilamina, neurotransmissor associado ao estado de apaixonamento. Chocolates com 70%+ de cacau contêm flavonoides (especialmente epicatequina) com comprovada ação cardiovascular — estudos da Universidade Harvard mostram que consumo moderado de chocolate amargo está associado a 37% menos eventos cardiovasculares. Quantidades equilibradas de qualidade premium, portanto, são literalmente boas para o coração.
Sobremesas Icônicas ao Redor do Mundo
Cada cultura tem suas sobremesas de alma que definem identidade nacional. O tiramisù italiano (criado em Treviso nos anos 1960, com café espresso, mascarpone e savoiardi) tornou-se a sobremesa mais pedida nos restaurantes do mundo. O baklava turco-árabe de nozes e mel em camadas finíssimas de massa folhada é símbolo de hospitalidade no Oriente Médio. O mochi japonês de arroz glutinoso e recheio de pasta de feijão é vendido em 450 variedades na estação das cerejas. O crème brûlée francês com sua casquinha de açúcar caramelizado na hora fascina pela combinação de texturas. E o brigadeiro brasileiro — criado na campanha presidencial de Getúlio Vargas nos anos 1940 — conquistou o mundo como “doce nacional” e hoje aparece em cardápios de restaurantes finos de Paris a Nova Iorque.
