Receita de Massa de pastel sem glúten
Ingredients
- 2 xícaras (chá) de Farinha de Arroz Tio João (300g)
- 1 xícara (chá) de fécula de batata (200g)
- ½ xícara (chá) de amido de milho (50g)
- 4 ovos
- 1 colher (sopa) de azeite de oliva (13ml)
- 2 colheres (sopa) de óleo vegetal (26ml)
- ½ xícara (chá) de água (140ml)
- 1 e ½ colher (chá) de sal (7
- 1 colher (chá) de fermento químico (4g)
- 1 g ema de ovo para pincelar
- 2 peitos de frango
- 6 xícaras (chá) de água
- 2 colheres (sopa) de óleo
- 2 cebolas picadas
- 2 tomates sem pele picados
- Sal
- 1 vidro requeijão cremoso
- 500 g carne moída
- 1 cebola pequena
- 1 colher (sopa) de azeite
- Sal a gosto
- 4 tomates sem pele
- Pimenta do reino moída a gosto
- Cheiro-verde picado a gosto
Instructions
- Deixe a massa descansar na geladeira por 30 minutos antes de abri-la.
- Preaqueça o forno a 180°C por 10 minutos.
- Quando a massa estiver fina, corte no formato desejado e adicione o recheio de sua preferência. Feche os pastéis.
- Coloque-os em uma forma antiaderente e pincele a sua superfície com uma gema de ovo. Asse por 15 minutos a 180°C.
- Rendimento: 8 unidades médias ou 16 unidades pequenas.
- Recheio de frango cremoso
- 2 peitos de frango
- 6 xícaras (chá) de água
- 2 colheres (sopa) de óleo
- 2 cebolas picadas
- 2 tomates sem pele picados
- Sal, pimenta do reino e salsinha picada a gosto
- 1 vidro de requeijão cremoso
- Recheio de carne refogada
- 500g de carne moída
- 1 cebola pequena
- 1 colher (sopa) de azeite
- 4 tomates sem pele
- Pimenta do reino moída a gosto
- Cheiro-verde picado a gosto
Ingredientes
- 2 xícaras (chá) de Farinha de Arroz Tio João (300g)
- 1 xícara (chá) de fécula de batata (200g)
- ½ xícara (chá) de amido de milho (50g)
- 4 ovos
- 1 colher (sopa) de azeite de oliva (13ml)
- 2 colheres (sopa) de óleo vegetal (26ml)
- ½ xícara (chá) de água (140ml)
- 1 e ½ colher (chá) de sal (7,5g)
- 1 colher (chá) de fermento químico (4g)
- 1 gema de ovo para pincelar
Modo de Preparo
Em um recipiente, coloque a Farinha de Arroz Tio João, a fécula de batata, o amido de milho, o fermento e o sal. Faça uma cavidade no meio destes ingredientes e adicione o óleo vegetal, o azeite de oliva, os ovos (passe os ovos em uma peneira para evitar pontos amarelos na massa) e misture. Adicione a água e mexa até que não grude nas mãos e/ou no recipiente.
Deixe a massa descansar na geladeira por 30 minutos antes de abri-la.
Preaqueça o forno a 180°C por 10 minutos.
Em uma superfície lisa e limpa polvilhe a Farinha de Arroz Tio João e abra a massa com as mãos. Polvilhe a massa com a farinha e termine de espichá-la com o auxílio de um rolo também enfarinhado.
Quando a massa estiver fina, corte no formato desejado e adicione o recheio de sua preferência. Feche os pastéis.
Coloque-os em uma forma antiaderente e pincele a sua superfície com uma gema de ovo. Asse por 15 minutos a 180°C.
Rendimento: 8 unidades médias ou 16 unidades pequenas.
Recheio de frango cremoso
Ingredientes
- 2 peitos de frango
- 6 xícaras (chá) de água
- 2 colheres (sopa) de óleo
- 2 cebolas picadas
- 2 tomates sem pele picados
- Sal, pimenta do reino e salsinha picada a gosto
- 1 vidro de requeijão cremoso
Modo de Preparo
Cozinhe os peitos de frango na água temperada com um pouco de sal e pimenta até ficarem macios. Escorra e desfie. Aqueça o óleo e doure a cebola. Adicione o tomate e mexa até murchar. Junte o frango desfiado e cozinhe por alguns minutos. Acrescente o requeijão cremoso e misture bem. Acerte o sal, tempere com pimenta do reino e a salsinha. Aguarde esfriar para utilizar.
Recheio de carne refogada
Ingredientes
- 500g de carne moída
- 1 cebola pequena
- 1 colher (sopa) de azeite
- Sal a gosto
- 4 tomates sem pele
- Pimenta do reino moída a gosto
- Cheiro-verde picado a gosto
Modo de Preparo
Aqueça uma panela com o azeite e refogue a cebola. Acrescente a carne e frite até que fique bem sequinha. Junte os tomates e refogue por alguns minutos. Tempere com o sal e a pimenta e junte o cheiro-verde picado. Misture bem.
A Gastronomia como Patrimônio Cultural
A alimentação humana é muito mais do que necessidade biológica — é linguagem, identidade e memória. O antropólogo Claude Lévi-Strauss, em sua obra seminal O Cru e o Cozido (1964), argumentou que a distinção entre alimentos crus e cozidos é a primeira e mais fundamental distinção cultural da humanidade: cozinhar transforma natureza em cultura, e cada técnica culinária é uma declaração filosófica sobre quem somos. Cada receita que passa de geração em geração carrega não apenas ingredientes e técnicas, mas histórias de migração, adaptação, escassez, abundância e criatividade.
O Brasil ocupa uma posição única na gastronomia mundial por ser o resultado de três grandes encontros culinários: a cozinha indígena (com seus processos de fermentação, uso de raízes, peixe e frutas amazônicas), a cozinha africana (com o dendê, quiabo, amendoim, coco e as técnicas de cozimento lento) e a cozinha europeia (principalmente portuguesa, com seu azeite, bacalhau, vinhos e doçaria conventual). A essa base, somaram-se as contribuições de japoneses, italianos, alemães, sírio-libaneses e tantos outros grupos que chegaram a partir do século XIX, enriquecendo ainda mais o mosaico culinário brasileiro.
Por que Cozinhar em Casa Faz Diferença
Pesquisas consistentes demonstram que pessoas que cozinham em casa regularmente têm dietas nutricionalmente superiores às que dependem de alimentação industrializada ou de restaurantes. Um estudo publicado no Public Health Nutrition com 9.569 participantes mostrou que quem cozinha mais de 5 vezes por semana consome 137 calorias a menos por refeição, mais vegetais e menos gorduras saturadas do que quem raramente cozinha. Além disso, o ato de cozinhar em si tem benefícios documentados para a saúde mental: é uma atividade mindfulness, de foco no presente, que combina criatividade, técnica e resultados tangíveis — uma receita (literalmente) para reduzir estresse e ansiedade.
O desperdício alimentar é outro fator onde cozinhar em casa faz grande diferença: quando temos controle sobre os ingredientes, usamos sobras de forma criativa, reduzindo o descarte. O Brasil desperdiça 46 milhões de toneladas de alimentos por ano — mais do que a produção total de muitos países — e grande parte desse desperdício ocorre no nível doméstico. Receitas que aproveitam cascas, talos e sementes não são apenas economia: são posicionamento ético diante de um sistema alimentar que precisa urgentemente de mudança.
Ingredientes de Qualidade: O Segredo Mais Simples
Chefs de restaurantes com estrelas Michelin frequentemente revelam que seu maior segredo não é a técnica — é a qualidade dos ingredientes. Um tomate cultivado lentamente em solo rico, colhido maduro, tem um perfil de sabor incomparavelmente superior ao tomate verde colhido antes do ponto e amadurecido artificialmente em câmaras frigoríficas. O mesmo vale para azeite extravirgem de primeira prensagem versus óleo refinado, para queijo artesanal versus processado, para frango de granja versus criação convencional. Apoiar produtores locais, mercados de agricultores e feiras orgânicas não é apenas escolha gastronômica — é investimento na biodiversidade alimentar, na saúde do solo e na economia das comunidades rurais.