Receita de Mini Quiche sem glúten
Ingredients
- 6 fatias de Pão de Forma Multigrãos Schär
- 1 clara de ovo
- 2 col. de sopa de cebolinha picada
- 1/2 xícara espinafre picado
- 1 dente alho picado
- 3 ovos
- 1/4 xícara creme
- Sal a gosto
Instructions
- Pré-aqueça o forno a 190°C.
- Asse no forno a 190°C por 13 minutos.
- Observação: As miniquiches podem ser congeladas por até 1 mês. Para aquecer basta colocar em um prato e levar ao micro-ondas por 1 minuto.
Vai receber amigos em casa e não sabe o que servir? Essa receita de quiche de pão sem glúten, queijo e espinafre é uma ótima opção. Rápida e fácil é perfeita para qualquer momento.
Confira abaixo o passo-a-passo e anote os ingredientes:
Mini Quiche Floretina
Tempo de preparo: 20 minutos
Tempo de cozimento: 40 minutos
Temperatura: 190ºC
Dificuldade: Média
Rendimento: 6 porções
Ingredientes
- 6 fatias de Pão de Forma Multigrãos Schär
- 1 clara de ovo
- Queijo cheddar ralado
- 2 col. de sopa de cebolinha picada
- 1/2 xícara de espinafre picado
- 1 dente de alho picado
- 3 ovos
- 1/4 xícara de creme
- Sal a gosto
Modo de preparo
Pré-aqueça o forno a 190°C.
Tire a casca das farias de pão e com o auxílio de um rolo de macarrão, abra as farias, deixando-as finas, faça o processo dos dois lados da fatia. Pincele um pouco de clara de ovo em um dos lados da fatia. Unte uma forma de cupcake.
Coloque uma fatia em cada forminha, com o lado untado com ovo para cima. Aperte levemente até que fique com o formato da forminha. Se as faias furarem, faça remendos com as cascas retiradas e pincele gema de ovo novamente.
Asse no forno a 190°C por 13 minutos.
Retire a forma do forno e coloque um pouco de queijo cheddar em cada cestinha, asse por mais 2 minutos. Após, retire do forno e deixe esfriar por aproximadamente 10 minutos. (O queijo sela o fundo das cestinhas para que o ovo não vase para a forma).
Em um recipiente bata os ovos, adicione o creme e mexa até incorporar bem. Coloque uma pitada de espinafre picado, cebolinha e alho picado em cada cestinha. Coloque a mistura de ovos dividindo igualmente em cada cestinha. Asse novamente em forno a 190°C por 25 minutos, ou até que dourem. Retire do forno e espero poucos minutos antes de desenformar. Sirva ainda quente, com uma pitada de sal por cima, ou espere esfriar e congele.
Observação: As miniquiches podem ser congeladas por até 1 mês. Para aquecer basta colocar em um prato e levar ao micro-ondas por 1 minuto
Sobre a Schär
Presente em mais de 70 países, a Schär é líder mundial em alimentação sem glúten. A marca chegou ao mercado brasileiro em 2012 e desde o final de 2014 atua diretamente no Brasil por meio de sua filial administrativa e comercial, na cidade de Curitiba (PR). Os 150 pontos de vendas iniciais já se transformaram em mais de 5 mil, cobrindo todas as regiões do país. Atualmente, são mais de 30 produtos disponíveis para o público brasileiro. Mais do que oferecer uma alternativa para quem precisa ou opta por seguir uma dieta sem glúten, a Schär tem compromisso com o sabor e o prazer à mesa. Porque alimentar-se bem é saber fazer as melhores escolhas.
Pães, Tortas e Salgados: A Arte da Massa Fermentada
O pão é o alimento mais universal da história humana — presente em todas as civilizações que domesticaram gramíneas, do trigo mediterrâneo ao milho americano, do arroz asiático ao centeio europeu. O pão fermentado mais antigo encontrado pelos arqueólogos data de 14.400 anos e foi descoberto em Shubayqa, na Jordânia, indicando que grupos de caçadores-coletores faziam pão antes mesmo da agricultura. A fermentação espontânea — descoberta provavelmente por acidente, quando a massa foi esquecida e ao ser assada ficou mais leve e saborosa — transformou para sempre a relação da humanidade com os cereais.
A quiche lorraine, torta salgada por excelência, nasceu na região da Lorena, na fronteira entre França e Alemanha, possivelmente no século XVI. A palavra “quiche” deriva do alemão Kuchen (bolo), e o recheio original era apenas ovo, creme e bacon defumado — o queijo foi adição posterior que se tornou indissociável da receita moderna. As tortas salgadas em geral têm esse mesmo DNA de praticidade: uma crosta que serve de recipiente e transportador, preenchida com o que havia disponível na despensa, assada para conservar e fácil de carregar em viagens e trabalhos de campo.
Nutrição: Massas Fermentadas e Suas Vantagens
A fermentação transforma quimicamente os cereais, tornando-os nutricionalmente superiores à farinha crua. As bactérias lácticas do fermento natural (sourdough) consomem parte dos carboidratos simples, reduzindo o índice glicêmico do pão. Mais importante: o ácido fítico — presente nos cereais integrais e que bloqueia a absorção de ferro, zinco e cálcio — é degradado pela fermentação em até 50%, tornando esses minerais mais biodisponíveis. Pão de fermentação natural tem pH mais ácido que o pão de fermento biológico, o que retarda o crescimento de mofo e prolonga naturalmente sua vida útil.
A tapioca, goma extraída da mandioca, é naturalmente sem glúten e com baixo teor proteico — ideal para quem tem doença celíaca ou sensibilidade ao glúten. O pão de queijo mineiro, feito com polvilho azedo (polvilho fermentado), tem textura única graças ao amido gelatinizado durante o cozimento que cria a estrutura elástica característica sem necessidade de glúten.
Tradições Panificadoras ao Redor do Mundo
A cultura do pão artesanal está em plena renascença global. Na França, a baguette tradicional — com apenas farinha, água, sal e fermento — ganhou reconhecimento como patrimônio imaterial da UNESCO em 2022. No Irã, o sangak é assado em leito de pedrinhas quentes e consumido quente no café da manhã por milhões de pessoas diariamente. Na Etiópia, o injera de teff fermentado é simultaneamente prato e talheres — a base esponjosa sobre a qual os ensopados são servidos e com a qual são consumidos. No Brasil, o pão de queijo é talvez o maior fenômeno de exportação da padaria nacional, vendido em aeroportos do mundo todo e representando a herança das fazendas mineiras do século XVIII, onde o polvilho substituía a farinha de trigo importada escassa.
