Receita de Penne ao Creme de Mascarpone
Ingredients
- 1 embalagem de Penne Adria Grano Duro
- 200 g chocolate ao leite
- 1 l ata de creme de leite
- 400 g queijo mascarpone
- 2 colheres (sopa) de açúcar de confeiteiro
- ½ xícara (chá) de licor de chocolate
- 200 g frutas vermelhas
- 50 g açúcar
Instructions
- Prepare a calda de frutas vermelhas. Leve ao fogo baixo as frutas vermelhas, o açúcar, mexendo sempre até engrossar e reserve.
- Rendimento: 12 porções
- Tempo de Preparo: 30 minutos
Ingredientes:
- 1 embalagem de Penne Adria Grano Duro
- 200 g de chocolate ao leite, picado
Creme de Mascarpone:
- 1 lata de creme de leite, sem soro
- 400 g de queijo mascarpone
- 2 colheres (sopa) de açúcar de confeiteiro
- ½ xícara (chá) de licor de chocolate
Calda de Frutas Vermelhas:
- 200 g de frutas vermelhas, frescas ou congeladas (morango, amora e framboesa)
- 50 g de açúcar
Modo de Preparo:
– Comece preparando o creme de mascarpone. Em uma tigela grande, junte todos os ingredientes. Com a ajuda de um fouet, mexa até envolver bem e obter um creme homogêneo. Reserve.
– Prepare a calda de frutas vermelhas. Leve ao fogo baixo as frutas vermelhas, o açúcar, mexendo sempre até engrossar e reserve.
– Em uma panela grande, ferva 5 litros de água com açúcar e cozinhe a massa. Para isso, coloque a massa e mexa de vez em quando até que a água volte a ferver. Deixe cozinhar de acordo com o tempo indicado na embalagem ou até que fique “al dente”, ou seja, macia, porém resistente à mordida.
– Escorra a massa e esfrie em água corrente. Coloque em um refratário grande, acrescente o creme de mascarpone e envolva bem com a ajuda de dois garfos grandes. Espalhe por cima a calda de frutas vermelhas, salpique o chocolate ao leite e sirva a seguir.
Rendimento: 12 porções
Tempo de Preparo: 30 minutos
A História da Massa: Da Itália para o Mundo
Poucas categorias culinárias têm uma história tão rica e debatida quanto as massas. Embora a Itália seja universalmente reconhecida como a grande guardiã da cultura das massas, os registros históricos mostram que versões de macarrão já existiam na China há mais de 4.000 anos. O historiador gastronômico Silvano Serventi documentou que os romanos conheciam uma pasta chamada laganum — ancestral direta da lasanha — muito antes de Marco Polo supostamente “trazer o macarrão da China” no século XIII, um mito que os historiadores modernos há muito desmontaram.
Foi durante o Renascimento italiano que as massas ganharam sua identidade gastronômica definitiva. Cada região desenvolveu sua forma e molho característicos: o Piemonte abraçou o tajarin fino e rico em gemas; a Emília-Romanha consagrou o tagliatelle ao ragù bolognese; a Nápoles popularizou o spaghetti como alimento de rua, consumido com as mãos por vendedores em praças públicas. A chegada das massas secas nas Américas, com os fluxos migratórios italianos no final do século XIX, transformou a culinária do continente para sempre.
Perfil Nutricional: O que as Massas Oferecem ao Organismo
As massas de trigo duro — como as de semolina ou grano duro — são fontes de carboidratos complexos de digestão moderada, fornecendo energia sustentada ao longo de horas. Ao contrário do pão branco, a estrutura proteica do glúten presente nas massas de qualidade atrasa a liberação de glicose na corrente sanguínea, mantendo o índice glicêmico relativamente baixo (entre 40 e 55). Uma porção de 80g de massa seca cozida al dente fornece aproximadamente 280 kcal, 10g de proteína, 56g de carboidratos e apenas 1,5g de gordura. As versões integrais acrescentam fibras solúveis e insolúveis que alimentam a microbiota intestinal e contribuem para a saciedade.
O segredo nutricional está no ponto de cozimento: massa al dente tem índice glicêmico menor do que massa bem cozida, pois as proteínas ainda envolvem o amido, retardando sua digestão. Acrescentar azeite extravirgem e vegetais ao molho aumenta o teor de antioxidantes e gorduras saudáveis, transformando um prato simples em refeição nutricionalmente completa.
Massas ao Redor do Mundo: Variações Fascinantes
A vocação universal das massas fica evidente quando olhamos para as culturas mais diversas. No Japão, os ramen, soba e udon são massas feitas com farinha de trigo, trigo sarraceno ou batata-doce, servidas em caldos elaborados que levam horas para apurar. No Vietnã, os pho usam macarrão de arroz em caldo de carne perfumado com canela e anis-estrelado. No Oriente Médio, o kishk libanês combina trigo fermentado com leite coalhado, resultando em uma massa única com sabor ácido. Na Etiópia, o injera, embora tecnicamente um pão, funciona como base para molhos e ensopados de forma similar às massas do Mediterrâneo. Cada cultura encontrou na farinha e na água a base para construir sua própria identidade culinária.
