Receita de Pudim de Casca de Manga
Ingredients
- 1 copo suco de casca de manga
- Copo água
- 2 colheres (chá) de Farinha de Trigo Finna
- 3 colheres (chá) de açúcar
- 1 pacote biscoito Estrela Wafer Abacaxi
Instructions
- Dissolva a Farinha de Trigo Finna, acrescente os demais ingredientes e misture tudo.
- Leve ao fogo e mexa até engrossar. Despeje em uma forma umedecida e coloque na geladeira.
- Ao servir, triture o biscoito Estrela Wafer Abacaxi e polvilhe ao redor da sobremesa, dando uma crocância perfeita ao doce.
- Tempo de preparo: 25 minutos de preparo + 2h de geladeira
- Rendimento: 6 porções
- Sobre M. Dias Branco S. A. Indústria e Comércio de Alimentos
Ingredientes:
- 1 copo de suco de casca de manga
- Copo de água
- 2 colheres (chá) de Farinha de Trigo Finna
- 3 colheres (chá) de açúcar
- 1 pacote de biscoito Estrela Wafer Abacaxi
Modo de preparo:
Dissolva a Farinha de Trigo Finna, acrescente os demais ingredientes e misture tudo.
Leve ao fogo e mexa até engrossar. Despeje em uma forma umedecida e coloque na geladeira.
Ao servir, triture o biscoito Estrela Wafer Abacaxi e polvilhe ao redor da sobremesa, dando uma crocância perfeita ao doce.
Tempo de preparo: 25 minutos de preparo + 2h de geladeira
Rendimento: 6 porções
Sobre a Estrela
A Estrela pertence ao portfólio de marcas da M. Dias Branco S.A. Indústria e Comércio de Alimentos e atua nas regiões Norte e Nordeste do país. Possui mais de 30 produtos em massas e biscoitos que deixam as refeições muito mais saborosas desde a hora do café da manhã até o jantar. Destaque para as linhas de massa de sêmola, com cinco tipos de corte, e que agradam a toda a família; biscoitos sortidos e salgados, como Cream Cracker, para consumir a qualquer hora e em qualquer lugar.
Sobre M. Dias Branco S. A. Indústria e Comércio de Alimentos
Fundada em 1953, a M. Dias Branco S.A. Indústria e Comércio de Alimentos é uma empresa do setor de alimentos com ações negociadas no segmento do Novo Mercado na B3. Sua história começou ainda na década de 40, quando o comerciante e imigrante português Manuel Dias Branco inaugurou a Padaria Imperial, em Fortaleza (CE), expandindo sua atuação para todo o Brasil.
Detentora de marcas líderes, sendo as principais Vitarella, Piraquê, Adria, Fortaleza, Richester e Isabela, a Companhia produz e comercializa biscoitos, massas, farinhas e farelo de trigo, margarinas e gorduras vegetais, snacks, bolos, mistura para bolos, cobertos de chocolates e torradas. Sediada em Eusébio (CE), é líder de mercado em biscoitos e massas no Brasil, a sexta maior empresa de massas e a sétima de biscoitos no ranking global por faturamento.
Por meio da aquisição da Latinex, concluída em novembro de 2021, a Companhia passou a ser detentora também das marcas Fit Food, Smart, Taste& Co e Frontera, expandindo sua posição no mercado de healthyfood, com produtos como biscoitos de arroz, pasta de amendoim, chocolates, massas feitas de milho e temperos.
A Arte das Sobremesas: Açúcar, Ciência e Cultura
As sobremesas têm uma história intimamente ligada à disponibilidade do açúcar. Na Europa medieval, apenas os mais ricos podiam se dar ao luxo de sobremesas doces — o açúcar de cana era importado do Oriente e custava mais que muitas especiarias. A palavra “sobremesa” em si revela sua posição ritual: sobre a mesa, servida depois de retirar os pratos principais, era o momento de exibição de riqueza e sofisticação do anfitrião. Os confeiteiros medievais eram considerados artistas e alquimistas — suas criações em açúcar esculpido (subtletés) representavam castelos, animais e figuras bíblicas que desapareciam no final do banquete.
No Brasil, a doçaria tem raízes em três grandes tradições: a portuguesa (com seus bolos de amêndoa, ovos moles e quindins que vieram dos conventos do Alentejo e Algarve), a africana (com as cocadas, pamonhas e derivados de dendê e amendoim dos povos escravizados) e a indígena (com os doces de frutas nativas, as paçocas de amendoim e as garimpadas com mel de abelhas sem ferrão). A fusão dessas três tradições criou uma doçaria nacional única no mundo.
A Química das Sobremesas: Por que Funcionam
Fazer sobremesas é, literalmente, fazer ciência. O comportamento do açúcar em diferentes temperaturas define texturas completamente distintas: a 105°C forma-se a calda (para compotas), a 115°C o ponto de bala mole (para marshmallow), a 150°C o caramelo claro, a 170°C o caramelo escuro que amargura levemente. O leite Maillard — reação entre proteínas e açúcares acima de 140°C — cria os aromas tostados do doce de leite, do brigadeiro e do leite condensado aquecido que tornam essas sobremesas irresistíveis.
O chocolate merece atenção especial: o cacau contém teobromina, um estimulante mais suave que a cafeína que eleva o humor, e feniletilamina, neurotransmissor associado ao estado de apaixonamento. Chocolates com 70%+ de cacau contêm flavonoides (especialmente epicatequina) com comprovada ação cardiovascular — estudos da Universidade Harvard mostram que consumo moderado de chocolate amargo está associado a 37% menos eventos cardiovasculares. Quantidades equilibradas de qualidade premium, portanto, são literalmente boas para o coração.
Sobremesas Icônicas ao Redor do Mundo
Cada cultura tem suas sobremesas de alma que definem identidade nacional. O tiramisù italiano (criado em Treviso nos anos 1960, com café espresso, mascarpone e savoiardi) tornou-se a sobremesa mais pedida nos restaurantes do mundo. O baklava turco-árabe de nozes e mel em camadas finíssimas de massa folhada é símbolo de hospitalidade no Oriente Médio. O mochi japonês de arroz glutinoso e recheio de pasta de feijão é vendido em 450 variedades na estação das cerejas. O crème brûlée francês com sua casquinha de açúcar caramelizado na hora fascina pela combinação de texturas. E o brigadeiro brasileiro — criado na campanha presidencial de Getúlio Vargas nos anos 1940 — conquistou o mundo como “doce nacional” e hoje aparece em cardápios de restaurantes finos de Paris a Nova Iorque.
