Por: Túlio Villafañe

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Criado em:

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Em: Receitas, Saladas, Molhos e Acompanhamentos

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St. Marche compartilha passo a passo para você criar uma receita bem refrescante

Ingredientes 

¼ de melancia 
½ Cebola Roxa 
½ limão siciliano 
150g de Queijo feta 
Tomate cereja a gosto 
Azeite, pimenta-do-reino, molho de pimenta, dill e hortelã a gosto 

Modo de Preparo

Corte os tomatinhos ao meio, as cebolas em lascas, o queijo feta em pedaços. Misture tudo e tempere com o azeite, pimenta-do-reino, molho de pimenta, hortelã e dill picados com o suco do limão siciliano.

Por último, acrescente a melancia cortada em cubinhos. Agora é só servir e se deliciar! 

Sobre o St. Marche

O St. Marche é uma rede de supermercados de bairro, parte do Grupo Marche, com diversas lojas na Capital e Grande São Paulo. A marca nasceu com propósito de oferecer produtos de alta qualidade associados a um atendimento diferenciado, resultando em uma nova experiência de compras para os consumidores.

A primeira loja foi inaugurada há 20 anos no bairro do Morumbi e tinha a missão de oferecer em um único lugar uma padaria artesanal, frutas e legumes selecionados e um açougue com cortes frescos e personalizados de acordo com o gosto do cliente. Além disso, a loja conta com uma curadoria de produtos de diferentes partes do mundo.

Saladas: Uma História Milenar de Sabores e Culturas

A palavra “salada” deriva do latim herba salata — “erva salgada” — pois os romanos tinham o hábito de temperar folhas cruas com sal e azeite. No entanto, a tradição de consumir vegetais crus ou levemente temperados é muito mais antiga: papiros egípcios de 3000 a.C. descrevem preparações de alface, endívia e rabanete servidas com azeite e vinagre. Na Grécia Clássica, Hipócrates recomendava o consumo de vegetais crus no início das refeições para facilitar a digestão — conceito que a gastronomia moderna confirmaria séculos depois com a ciência das fibras e enzimas.

Durante a Renascença italiana, as saladas ganharam elaboração extraordinária nas mesas aristocráticas. Bartolomeo Scappi, chef dos papas no século XVI, registrou receitas de saladas com mais de 30 ingredientes diferentes, incluindo flores comestíveis, frutas secas e ervas aromáticas. Na Inglaterra vitoriana, surgiu o hábito de servir a salada após o prato principal — tradição que persiste em muitos países europeus até hoje, na crença de que os vegetais ajudam a digestão das proteínas e gorduras da refeição.

O Poder Nutricional das Saladas

Uma salada bem montada pode ser nutricionalmente mais completa do que muitas refeições quentes. Folhas verde-escuras como rúcula, espinafre e agrião são fontes concentradas de ferro não-heme, cálcio, magnésio e vitamina K — essencial para a coagulação sanguínea e a saúde óssea. A vitamina C presente nos pimentões, tomates e limão não só é antioxidante por si, como também aumenta a absorção do ferro das folhas em até 3 vezes.

O azeite extravirgem no tempero não é apenas sabor: os polifenóis oleocanthal e oleuropeína têm comprovada ação anti-inflamatória. Adicionar proteína à salada — seja atum, grão-de-bico, ovo cozido ou frango grelhado — transforma-a em refeição completa com todos os macronutrientes. Sementes de girassol, abóbora ou linhaça acrescentam ômega-3 e zinco, enquanto as nozes fornecem gorduras monoinsaturadas que protegem o sistema cardiovascular.

Saladas Icônicas ao Redor do Mundo

Cada cultura transformou a ideia simples de “vegetais juntos” em algo único. A salada nicoise francesa combina atum, ovos, azeitonas e anchova numa composição que equilibra proteínas, gorduras e vegetais com elegância. O fattoush libanês usa pão árabe torrado como crouton, com tomate, pepino, hortelã e sumagre. A salada caprese italiana — mozzarella de búfala, tomate e manjericão — demonstra que simplicidade e qualidade de ingredientes são a mais alta sofisticação. No Brasil, o vinagrete está presente de Norte a Sul em churrascos e festas, enquanto a maionese de batata do Sul e o maxixe com molho de tomate do Nordeste mostram como o conceito de salada se adapta a cada região e cultura.

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