Saudável receita de lasanha de berinjela com tofu
Ingredients
- 2 Berinjelas cortadas em fatias finas Creme de Tofu
- 250 g Tofu extra-firme orgânico
- 1 Colher sobremesa de óleo de coco
- 1 Pitada sal rosa do himalaia
- 1 Colher chá de cúrcuma
- Pimenta-do-reino a gosto Recheio
- 200 g Cogumelos shimejis picados
- 1 Dente alho picado
- 1 Colher sopa de Manteiga Ghee Alecrim Mundo Verde Seleção
Instructions
- Sobre o Mundo Verde
Março é um mês dedicado à conscientização da endometriose, caracterizada pela presença de tecido endometrial (camada que reveste o útero) fora da cavidade uterina, podendo estar presente em locais como ovários, bexigas e intestino grosso. Ela acomete cerca de 10% das mulheres em idade reprodutiva, sendo os principais sintomas dores fortes, aumento no fluxo menstrual, desconforto, e até mesmo infertilidade.
A nutrição é uma grande aliada para auxiliar no alívio dos sintomas, tendo como foco a redução do estresse oxidativo e da inflamação causados pelo quadro clínico. De acordo com Priscila Teles, Nutricionista do Mundo Verde, maior rede de lojas especializadas em produtos naturais e orgânicos da América Latina, uma alimentação equilibrada, rica em frutas, verduras, legumes, peixes e cereais integrais é fonte de antioxidantes importantes para redução do estresse oxidativo, com características anti-inflamatórias.
Veja alguns nutrientes específicos indicados para o plano alimentar:
Ômega 3
Auxilia na redução da inflamação, devido à sua característica anti-inflamatória.
Ômega 6 (GLA)
Óleos de prímula e Borragem são fontes de ômega 6 na forma de GLA que pode ajudar a reduzir os sintomas.
Cúrcuma
Além de ter ação anti-inflamatória, tem ação antioxidante, reduzindo o estresse oxidativo.
Resveratrol
Presente em uvas vermelhas e seus derivados, e amendoim, por exemplo, o resveratrol possui ação antioxidante, e reduz a proliferação da endometriose.
Chá Verde
Fonte de catequinas que ajudam na redução da lesão endometrial.
Própolis verde
Ação antioxidante, reduzindo estresse oxidativo.
Confira uma receita Mundo Verde com cúrcuma:
LASANHA DE BERINJELA COM TOFU
Rendimento
2 porções
Receita: Low Carb, sem açúcar, sem lactose e sem glúten
Ingredientes
Massa
- 2 Berinjelas cortadas em fatias finas Creme de Tofu
- 250g de Tofu extra-firme orgânico
- 1 Colher de sobremesa de óleo de coco
- 1 Pitada de sal rosa do himalaia
- 1 Colher de chá de cúrcuma
- Pimenta-do-reino a gosto Recheio
- 200g de Cogumelos shimejis picados
- 1 Dente de alho picado
- 1 Colher de sopa de Manteiga Ghee Alecrim Mundo Verde Seleção
Modo de preparo
Asse a berinjela fatiada no forno até ficar macia. Para o creme de tofu, bata todos os ingredientes no processador e/ou liquidificador e reserve. Para o recheio, basta refogar o alho na manteiga Ghee, adicionar os cogumelos e deixar cozinhar até ficar macio.
Montagem: em um refratário, coloque um fio de azeite e as fatias de berinjela até cobrir o fundo, adicione os cogumelos refogados, o creme de tofu e repita esse processo até preencher o refratário, cobrindo com o creme de tofu e levar ao forno até dourar.
Sobre o Mundo Verde
O Mundo Verde, maior rede de lojas especializadas em produtos naturais e orgânicos da América Latina, é referência em qualidade de vida e alimentação saudável. Controlada pela Sforza, gestora dos investimentos do empresário Carlos Wizard Martins, o Mundo Verde conta com mais de 400 lojas em todo o Brasil.
A História da Massa: Da Itália para o Mundo
Poucas categorias culinárias têm uma história tão rica e debatida quanto as massas. Embora a Itália seja universalmente reconhecida como a grande guardiã da cultura das massas, os registros históricos mostram que versões de macarrão já existiam na China há mais de 4.000 anos. O historiador gastronômico Silvano Serventi documentou que os romanos conheciam uma pasta chamada laganum — ancestral direta da lasanha — muito antes de Marco Polo supostamente “trazer o macarrão da China” no século XIII, um mito que os historiadores modernos há muito desmontaram.
Foi durante o Renascimento italiano que as massas ganharam sua identidade gastronômica definitiva. Cada região desenvolveu sua forma e molho característicos: o Piemonte abraçou o tajarin fino e rico em gemas; a Emília-Romanha consagrou o tagliatelle ao ragù bolognese; a Nápoles popularizou o spaghetti como alimento de rua, consumido com as mãos por vendedores em praças públicas. A chegada das massas secas nas Américas, com os fluxos migratórios italianos no final do século XIX, transformou a culinária do continente para sempre. Mundo Verde
A História da Massa: Da Itália para o Mundo
As massas de trigo duro — como as de semolina ou grano duro — são fontes de carboidratos complexos de digestão moderada, fornecendo energia sustentada ao longo de horas. Ao contrário do pão branco, a estrutura proteica do glúten presente nas massas de qualidade atrasa a liberação de glicose na corrente sanguínea, mantendo o índice glicêmico relativamente baixo (entre 40 e 55). Uma porção de 80g de massa seca cozida al dente fornece aproximadamente 280 kcal, 10g de proteína, 56g de carboidratos e apenas 1,5g de gordura. As versões integrais acrescentam fibras solúveis e insolúveis que alimentam a microbiota intestinal e contribuem para a saciedade. Mundo Verde
O segredo nutricional está no ponto de cozimento: massa al dente tem índice glicêmico menor do que massa bem cozida, pois as proteínas ainda envolvem o amido, retardando sua digestão. Acrescentar azeite extravirgem e vegetais ao molho aumenta o teor de antioxidantes e gorduras saudáveis, transformando um prato simples em refeição nutricionalmente completa.
A História da Massa: Da Itália para o Mundo
A vocação universal das massas fica evidente quando olhamos para as culturas mais diversas. No Japão, os ramen, soba e udon são massas feitas com farinha de trigo, trigo sarraceno ou batata-doce, servidas em caldos elaborados que levam horas para apurar. No Vietnã, os pho usam macarrão de arroz em caldo de carne perfumado com canela e anis-estrelado. No Oriente Médio, o kishk libanês combina trigo fermentado com leite coalhado, resultando em uma massa única com sabor ácido. Na Etiópia, o injera, embora tecnicamente um pão, funciona como base para molhos e ensopados de forma similar às massas do Mediterrâneo. Cada cultura encontrou na farinha e na água a base para construir sua própria identidade culinária.
