Aprenda a fazer Torta Gelada de Bolacha Maria
Depois de um almoço saboroso em família, nada melhor do que comer uma boa sobremesa. Pensando nisso, a Estrela, marca de massas e biscoitos da M. Dias Branco, sugere uma Torta Gelada de Bolacha Maria, sobremesa refrescante e econômica feita para compartilhar.
Para saber como fazer, confira a receita abaixo:
Ingredientes:
1 pacote grande de bolachas Maria Estrela
1 lata de leite condensado
1 lata de creme de leite
3 ovos
1 litro e 1/2 de leite
maisena
açúcar a gosto.
Modo de preparo:
– Leve ao fogo o leite condensado, as gemas e 1 litro de leite. Deixe ferver;
– Adicione um pouco de maisena dissolvida em leite;
– Adoce a gosto e mexa até se tornar um mingau mais grosso;
– Despeje um pouco desse creme em uma travessa de vidro, de modo a forrar o recipiente;
– Na sequência, molhe as bolachas no leite e cubra toda a superfície do creme com elas. Repita esse processo (uma camada de creme, outra de bolacha) até encher a travessa;
– Bata na batedeira às claras em neve até endurecerem. Adicione o açúcar e o creme de leite;
– Despeje sobre a torta e sirva gelada.
Sobre a Estrela
A Estrela pertence ao portfólio de marcas da M. Dias Branco S.A. Indústria e Comércio de Alimentos e atua nas regiões Norte e Nordeste do país. Possui cerca de 30 produtos em massas e biscoitos que deixam as refeições muito mais saborosas desde a hora do café da manhã até o jantar. Destaque para as linhas de massa de sêmola, com cinco tipos de corte, e que agradam a toda a família; biscoitos sortidos e salgados, como Cream Cracker, para consumir a qualquer hora e em qualquer lugar.
Sobre a M. Dias Branco
Fundada em 1953, a M. Dias Branco é uma empresa do setor de alimentos com ações negociadas no segmento do Novo Mercado na B3. Sua história começou na década de 40, com a Padaria Imperial, uma iniciativa de Manuel Dias Branco em Fortaleza (CE).
Hoje, as suas operações geram mais de 16 mil empregos diretos em diferentes regiões, refletindo o seu compromisso com o desenvolvimento econômico e social do país. A Companhia possui 17 indústrias ou complexos industriais, sendo que sete deles possuem estruturas de moinho de trigo, além de 30 filiais comerciais, que favorecem a distribuição de seus produtos em todo o Brasil e para mais de 40 países
Sediada em Eusébio (CE), a M. Dias Branco é líder nacional em biscoitos e massas. A partir da aquisição da Jasmine Alimentos, concluída em 31 de agosto de 2022, assumiu a liderança também em cookies integrais, granolas e pães sem glúten. É referência em produtos orgânicos, funcionais, integrais, sem glúten, sem lactose e zero açúcar.
A Companhia detém outras marcas líderes, como Vitarella, Piraquê, Adria, Fortaleza, Richester e Isabela, produzindo biscoitos, massas, farinhas, margarinas, snacks e torradas. Em novembro de 2021, foi feita a aquisição da marca Fit Food, a primeira iniciativa da Companhia no mercado de healthyfood, com produtos como biscoitos de arroz, pasta de amendoim, chocolates e massas feitas de milho. Destacam-se ainda as marcas Frontera, de snacks, e Smart, de temperos e condimentos.
A Gastronomia como Patrimônio Cultural
A alimentação humana é muito mais do que necessidade biológica — é linguagem, identidade e memória. O antropólogo Claude Lévi-Strauss, em sua obra seminal O Cru e o Cozido (1964), argumentou que a distinção entre alimentos crus e cozidos é a primeira e mais fundamental distinção cultural da humanidade: cozinhar transforma natureza em cultura, e cada técnica culinária é uma declaração filosófica sobre quem somos. Cada receita que passa de geração em geração carrega não apenas ingredientes e técnicas, mas histórias de migração, adaptação, escassez, abundância e criatividade.
O Brasil ocupa uma posição única na gastronomia mundial por ser o resultado de três grandes encontros culinários: a cozinha indígena (com seus processos de fermentação, uso de raízes, peixe e frutas amazônicas), a cozinha africana (com o dendê, quiabo, amendoim, coco e as técnicas de cozimento lento) e a cozinha europeia (principalmente portuguesa, com seu azeite, bacalhau, vinhos e doçaria conventual). A essa base, somaram-se as contribuições de japoneses, italianos, alemães, sírio-libaneses e tantos outros grupos que chegaram a partir do século XIX, enriquecendo ainda mais o mosaico culinário brasileiro.
Por que Cozinhar em Casa Faz Diferença
Pesquisas consistentes demonstram que pessoas que cozinham em casa regularmente têm dietas nutricionalmente superiores às que dependem de alimentação industrializada ou de restaurantes. Um estudo publicado no Public Health Nutrition com 9.569 participantes mostrou que quem cozinha mais de 5 vezes por semana consome 137 calorias a menos por refeição, mais vegetais e menos gorduras saturadas do que quem raramente cozinha. Além disso, o ato de cozinhar em si tem benefícios documentados para a saúde mental: é uma atividade mindfulness, de foco no presente, que combina criatividade, técnica e resultados tangíveis — uma receita (literalmente) para reduzir estresse e ansiedade.
O desperdício alimentar é outro fator onde cozinhar em casa faz grande diferença: quando temos controle sobre os ingredientes, usamos sobras de forma criativa, reduzindo o descarte. O Brasil desperdiça 46 milhões de toneladas de alimentos por ano — mais do que a produção total de muitos países — e grande parte desse desperdício ocorre no nível doméstico. Receitas que aproveitam cascas, talos e sementes não são apenas economia: são posicionamento ético diante de um sistema alimentar que precisa urgentemente de mudança.
Ingredientes de Qualidade: O Segredo Mais Simples
Chefs de restaurantes com estrelas Michelin frequentemente revelam que seu maior segredo não é a técnica — é a qualidade dos ingredientes. Um tomate cultivado lentamente em solo rico, colhido maduro, tem um perfil de sabor incomparavelmente superior ao tomate verde colhido antes do ponto e amadurecido artificialmente em câmaras frigoríficas. O mesmo vale para azeite extravirgem de primeira prensagem versus óleo refinado, para queijo artesanal versus processado, para frango de granja versus criação convencional. Apoiar produtores locais, mercados de agricultores e feiras orgânicas não é apenas escolha gastronômica — é investimento na biodiversidade alimentar, na saúde do solo e na economia das comunidades rurais.