Torta Mousse de Queijo Frescal de Búfala e Goiabada

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Torta Mousse de Queijo Frescal de Búfala e Goiabada

Prep Time 15 minutes
Cook Time 30 minutes
Total Time 45 minutes
Servings 4 porções

Ingredients
  

  • 1 queijo minas frescal de búfala (500 gramas) DiBufalo.
  • 1 l ata de creme de leite sem soro
  • 1/2 l ata de açúcar (utilizar a lata do creme de leite como medida)
  • 1 l ata de leite condensado
  • 1 sachê gelatina sem sabor
  • 1 vidro goiabada mole

Instructions
 

  • Crédito: Chef Carla Elage e DiBufalo. Foto: Charles Mendes

Procurando uma receita de sobremesa rápida, bonita e deliciosa, com bastante frescor? Confira essa opção elaborada pela chef Carla Elage. Essa criação é uma sugestão da marca DiBufalo, que produz queijo minas frescal com leite 100% de Búfalas, além de queijos tipo burrata, mozzarella em soro, alla panna, coalho, mantas, tranças e barras feitos exclusivamente com leite bubalino, mantendo a qualidade e as propriedades nutritivas que só o leite de búfala possui. E o mais legal dessa receita é que ela não precisa ir ao forno, portanto é super prática.

Ingredientes

  • 1 queijo minas frescal de búfala (500 gramas) DiBufalo.
  • 1 lata de creme de leite sem soro
  • 1/2 lata de açúcar (utilizar a lata do creme de leite como medida)
  • 1 lata de leite condensado
  • 1 sachê de gelatina sem sabor
  • 1 vidro de goiabada mole

Modo de Preparo

Em um liquidificador bata o queijo minas de búfala da DiBufalo, o açúcar, o creme de leite e o leite condensado. Coloque a gelatina em 1 xícara de café de água para hidratar. Aqueça no microondas por 20 segundos ou até ficar transparente, sem ferver. Misture ao creme, coloque em uma forma média ou divida em porções iguais em 4 a 6 taças. Deixe gelar por 2 horas. Desenforme e sirva com a goiabada.

Crédito: Chef Carla Elage e DiBufalo. Foto: Charles Mendes

Modo de Preparo

As sobremesas têm uma história intimamente ligada à disponibilidade do açúcar. Na Europa medieval, apenas os mais ricos podiam se dar ao luxo de sobremesas doces — o açúcar de cana era importado do Oriente e custava mais que muitas especiarias. A palavra “sobremesa” em si revela sua posição ritual: sobre a mesa, servida depois de retirar os pratos principais, era o momento de exibição de riqueza e sofisticação do anfitrião. Os confeiteiros medievais eram considerados artistas e alquimistas — suas criações em açúcar esculpido (subtletés) representavam castelos, animais e figuras bíblicas que desapareciam no final do banquete.

No Brasil, a doçaria tem raízes em três grandes tradições: a portuguesa (com seus bolos de amêndoa, ovos moles e quindins que vieram dos conventos do Alentejo e Algarve), a africana (com as cocadas, pamonhas e derivados de dendê e amendoim dos povos escravizados) e a indígena (com os doces de frutas nativas, as paçocas de amendoim e as garimpadas com mel de abelhas sem ferrão). A fusão dessas três tradições criou uma doçaria nacional única no mundo.

Modo de Preparo

Fazer sobremesas é, literalmente, fazer ciência. O comportamento do açúcar em diferentes temperaturas define texturas completamente distintas: a 105°C forma-se a calda (para compotas), a 115°C o ponto de bala mole (para marshmallow), a 150°C o caramelo claro, a 170°C o caramelo escuro que amargura levemente. O leite Maillard — reação entre proteínas e açúcares acima de 140°C — cria os aromas tostados do doce de leite, do brigadeiro e do leite condensado aquecido que tornam essas sobremesas irresistíveis.

O chocolate merece atenção especial: o cacau contém teobromina, um estimulante mais suave que a cafeína que eleva o humor, e feniletilamina, neurotransmissor associado ao estado de apaixonamento. Chocolates com 70%+ de cacau contêm flavonoides (especialmente epicatequina) com comprovada ação cardiovascular — estudos da Universidade Harvard mostram que consumo moderado de chocolate amargo está associado a 37% menos eventos cardiovasculares. Quantidades equilibradas de qualidade premium, portanto, são literalmente boas para o coração.

Modo de Preparo

Cada cultura tem suas sobremesas de alma que definem identidade nacional. O tiramisù italiano (criado em Treviso nos anos 1960, com café espresso, mascarpone e savoiardi) tornou-se a sobremesa mais pedida nos restaurantes do mundo. O baklava turco-árabe de nozes e mel em camadas finíssimas de massa folhada é símbolo de hospitalidade no Oriente Médio. O mochi japonês de arroz glutinoso e recheio de pasta de feijão é vendido em 450 variedades na estação das cerejas. O crème brûlée francês com sua casquinha de açúcar caramelizado na hora fascina pela combinação de texturas. E o brigadeiro brasileiro — criado na campanha presidencial de Getúlio Vargas nos anos 1940 — conquistou o mundo como “doce nacional” e hoje aparece em cardápios de restaurantes finos de Paris a Nova Iorque.

Criado em: 16/11/2019

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Atualizado em: 23/06/2026

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