Aprenda a fazer sorvete na lata para o Dia das Crianças
- 1 xícara leite;
- 1 xícara creme de leite;
- ½ xícara açúcar;
- 1 colher chá de essência baunilha;
- 2 l atas de aço com tampa (uma pequena e uma grande
- Dentro da latinha menor misture o leite, o creme de leite, o açúcar e a essência de baunilha.
- Higienize a lata por fora para garantir que ela esteja limpa e seca, fixe a tampa com fita adesiva e coloque-a dentro da lata maior.
- Com a lata menor devidamente colocada no centro da lata maior, adicione gelo picado até que cubra quase toda a lateral da lata pequena.
- Adicione agora ¾ de xícara de sal grosso sobre o gelo e tampe a lata, fechando-a bem com a ajuda da fita adesiva.
- Agora abra a lata menor e raspe o sorvete da lateral.
- Abra a lata grande, retire a pequena, abra-a e raspe as laterais novamente.
- Pronto, o sorvete já pode ser servido ou, se desejar que ele esteja mais firme, basta colocar o potinho no congelador por mais 30 minutinhos!
Ingredientes
- 1 xícara de leite;
- 1 xícara de creme de leite;
- ½ xícara de açúcar;
- 1 colher de chá de essência baunilha;
- Gelo;
- Sal grosso.
Você também pode adicionar nozes picadas, gotas de chocolate, coco torrado, frutas picadas e o que mais você quiser.
Materiais
- 2 latas de aço com tampa (uma pequena e uma grande, daquelas de achocolatados);
- Fita adesiva (silver tape).
Modo de preparo
Dentro da latinha menor misture o leite, o creme de leite, o açúcar e a essência de baunilha.
Se você adicionar outro ingrediente como nozes, gotas de chocolate ou coco torrado, coloque-os agora. Mas, caso opte por acrescentar frutas, a melhor opção é misturá-las depois.
Higienize a lata por fora para garantir que ela esteja limpa e seca, fixe a tampa com fita adesiva e coloque-a dentro da lata maior.
Com a lata menor devidamente colocada no centro da lata maior, adicione gelo picado até que cubra quase toda a lateral da lata pequena.
Adicione agora ¾ de xícara de sal grosso sobre o gelo e tampe a lata, fechando-a bem com a ajuda da fita adesiva.
Ao fim desse processo misture bem os ingredientes. Você pode fazer isso de uma maneira lúdica enrolando a latinha pelo chão por cerca de 15 minutos. A criançada vai adorar ajudar!
Agora abra a lata menor e raspe o sorvete da lateral.
Se optar por adicionar frutas, coloque-as na lata, feche-a muito bem novamente, coloque mais uma vez dentro da lata grande e repita o processo do gelo e do sal. Misture novamente os ingredientes por cerca de 15 minutos.
Abra a lata grande, retire a pequena, abra-a e raspe as laterais novamente.
Pronto, o sorvete já pode ser servido ou, se desejar que ele esteja mais firme, basta colocar o potinho no congelador por mais 30 minutinhos!
Sobre a Abeaço
Fundada em maio de 2003, a Associação Brasileira de Embalagem de Aço (Abeaço) foi criada com o objetivo de fortalecer a imagem da embalagem de aço, além de dar suporte técnico e mercadológico aos seus fabricantes. Sem fins lucrativos, a entidade investe e apoia iniciativas de gestão ambiental, sobretudo quando associadas a finalidade social, e aproxima os interesses de toda a cadeia produtiva. A instituição soma esforços para fomentar pesquisas, desenvolver campanhas de esclarecimento, participar de eventos e divulgar as características das latas de aço. Hoje, a Associação reúne empresas do setor interagindo intensamente com entidades empresariais, fabricantes de embalagens, organizações ambientalistas e o governo.
A Arte das Sobremesas: Açúcar, Ciência e Cultura
As sobremesas têm uma história intimamente ligada à disponibilidade do açúcar. Na Europa medieval, apenas os mais ricos podiam se dar ao luxo de sobremesas doces — o açúcar de cana era importado do Oriente e custava mais que muitas especiarias. A palavra “sobremesa” em si revela sua posição ritual: sobre a mesa, servida depois de retirar os pratos principais, era o momento de exibição de riqueza e sofisticação do anfitrião. Os confeiteiros medievais eram considerados artistas e alquimistas — suas criações em açúcar esculpido (subtletés) representavam castelos, animais e figuras bíblicas que desapareciam no final do banquete.
No Brasil, a doçaria tem raízes em três grandes tradições: a portuguesa (com seus bolos de amêndoa, ovos moles e quindins que vieram dos conventos do Alentejo e Algarve), a africana (com as cocadas, pamonhas e derivados de dendê e amendoim dos povos escravizados) e a indígena (com os doces de frutas nativas, as paçocas de amendoim e as garimpadas com mel de abelhas sem ferrão). A fusão dessas três tradições criou uma doçaria nacional única no mundo.
A Química das Sobremesas: Por que Funcionam
Fazer sobremesas é, literalmente, fazer ciência. O comportamento do açúcar em diferentes temperaturas define texturas completamente distintas: a 105°C forma-se a calda (para compotas), a 115°C o ponto de bala mole (para marshmallow), a 150°C o caramelo claro, a 170°C o caramelo escuro que amargura levemente. O leite Maillard — reação entre proteínas e açúcares acima de 140°C — cria os aromas tostados do doce de leite, do brigadeiro e do leite condensado aquecido que tornam essas sobremesas irresistíveis.
O chocolate merece atenção especial: o cacau contém teobromina, um estimulante mais suave que a cafeína que eleva o humor, e feniletilamina, neurotransmissor associado ao estado de apaixonamento. Chocolates com 70%+ de cacau contêm flavonoides (especialmente epicatequina) com comprovada ação cardiovascular — estudos da Universidade Harvard mostram que consumo moderado de chocolate amargo está associado a 37% menos eventos cardiovasculares. Quantidades equilibradas de qualidade premium, portanto, são literalmente boas para o coração.
Sobremesas Icônicas ao Redor do Mundo
Cada cultura tem suas sobremesas de alma que definem identidade nacional. O tiramisù italiano (criado em Treviso nos anos 1960, com café espresso, mascarpone e savoiardi) tornou-se a sobremesa mais pedida nos restaurantes do mundo. O baklava turco-árabe de nozes e mel em camadas finíssimas de massa folhada é símbolo de hospitalidade no Oriente Médio. O mochi japonês de arroz glutinoso e recheio de pasta de feijão é vendido em 450 variedades na estação das cerejas. O crème brûlée francês com sua casquinha de açúcar caramelizado na hora fascina pela combinação de texturas. E o brigadeiro brasileiro — criado na campanha presidencial de Getúlio Vargas nos anos 1940 — conquistou o mundo como “doce nacional” e hoje aparece em cardápios de restaurantes finos de Paris a Nova Iorque.
