Barilla e Paola Carosella se unem para ensinar o clássico Mac and Cheese
Ingredients
- 320 g ramas de massa Elbows Barilla
- 80 g ramas de manteiga
- 200 g ramas de queijo cheddar ralado na hora
- 200 g ramas de queijo parmesão ralado na hora
- 40 g ramas de farinha de trigo
- 1 colher sopa de mostarda dijon
- 600 ml leite
- ½ colher chá de sal
- Pimenta do reino (a gosto)
- Noz moscada (a gosto)
- Cebolinha fresca picada (a gosto)
Instructions
- Para o preparo do Mac and Cheese costuma-se usar 2 tipos de queijo. Para esta receita, usar cheddar e parmesão.
- Antes de iniciar o preparo, pré-aqueça o forno a 180°C.
- Coloque a água em que o macarrão será cozido para ferver em fogo alto.
- Inicie o preparo pelo molho branco: Em uma panela, aqueça a manteiga e quando estiver derretida acrescente a farinha de uma vez só.
- Coloque a massa para cozinhar em abundante água fervente e salgada (respeite o tempo de cozimento recomendado na embalagem).
- Enquanto a massa cozinha, separe um recipiente refratário e espalhe 1 concha grande do molho branco no fundo do recipiente escolhido. Reserve.
- Polvilhe sobre a massa a cebolinha fresca picada, o restante dos queijos e a farinha de rosca ou farelo de pão.
- Asse em forno pré-aquecido a 200°C por 20 minutos.
O Mac and Cheese é considerado um dos pratos mais queridinhos dos americanos, e o sabor intenso dos queijos combinado com a massa faz dele um grande sucesso. Pensando nisso, a Barilla, líder mundial na produção de massas, e a cozinheira Paola Carosella ensinam como preparar essa deliciosa receita.
O Mac and Cheese é preparado com Elbows Barilla, o corte ideal para quem deseja usar a criatividade para criar receitas variadas e repletas de sabor, originalidade e nutrição. Buon appetito!
Rendimento: 4 porções | Tempo de preparo: 40 a 45 min | Dificuldade: Fácil
Ingredientes:
- 320 gramas de massa Elbows Barilla
- 80 gramas de manteiga
- 200 gramas de queijo cheddar ralado na hora
- 200 gramas de queijo parmesão ralado na hora
- 40 gramas de farinha de trigo
- 1 colher de sopa de mostarda dijon
- 600 ml de leite
- Farinha de rosca
- ½ colher de chá de sal
- Pimenta do reino (a gosto)
- Noz moscada (a gosto)
- Cebolinha fresca picada (a gosto)
Modo de preparo:
- Para o preparo do Mac and Cheese costuma-se usar 2 tipos de queijo. Para esta receita, usar cheddar e parmesão.
- Antes de iniciar o preparo, pré-aqueça o forno a 180°C.
- Coloque a água em que o macarrão será cozido para ferver em fogo alto.
- Inicie o preparo pelo molho branco: Em uma panela, aqueça a manteiga e quando estiver derretida acrescente a farinha de uma vez só.
- Misture com a colher de pau e cozinhe a farinha na manteiga (roux) por 3 a 5 minutos para que não fique com gosto de farinha crua. Incorpore a mostarda dijon e o leite, mexendo sempre com o fouet.
- Tempere com pimenta do reino, sal e noz moscada e continue mexendo com o fouet até o leite ferver novamente e o creme engrossar (aproximadamente 5 minutos). Desligue o fogo.
- Coloque a massa para cozinhar em abundante água fervente e salgada (respeite o tempo de cozimento recomendado na embalagem).
- Enquanto a massa cozinha, separe um recipiente refratário e espalhe 1 concha grande do molho branco no fundo do recipiente escolhido. Reserve.
- Adicione a massa cozida e escorrida, ainda quente, à panela com o molho branco, acrescente os queijos ralados e misture até incorporar. Não coloque toda a quantidade dos queijos, deixe um pouco reservado para polvilhar no final. Transfira a massa com molho e queijos para o refratário.
- Polvilhe sobre a massa a cebolinha fresca picada, o restante dos queijos e a farinha de rosca ou farelo de pão.
- Asse em forno pré-aquecido a 200°C por 20 minutos.
- Sirva quente.
Dica da chef: Para garantir um melhor resultado da receita, rale os queijos no início do preparado. Opte pelo queijo de sua preferência. Buon Appetito!
Sobre a Barilla
Líder mundial na fabricação de massas, a Barilla é uma empresa familiar, não listada na bolsa de valores, e presidida pelos irmãos Guido, Luca e Paolo Barilla. Em 1877, foi fundada pelo bisavô do trio, Pietro Barilla, que abriu uma loja de massas e pães na região de Parma, na Itália. Anos depois, a companhia conquistou consumidores em mais de 120 países devido à excelência de seus produtos alimentícios, que são inspirados na Dieta Mediterrânea e no estilo de vida italiano.
Quando Pietro inaugurou sua loja há mais de 140 anos e iniciou a operação da Barilla, seu objetivo primordial foi produzir uma comida boa e de qualidade. Hoje, esse princípio se tornou o modo de fazer negócios da Barilla. O conceito “Bom para você, bom para o planeta” oferece benefícios para os consumidores, ao incentivar a adoção de estilos de vida saudáveis, melhorar constantemente a oferta de produtos e o acesso das pessoas à comida de qualidade, e ao meio ambiente, ao promover o consumo consciente e cadeias de fornecimento sustentável que valorize os recursos naturais, reduza as emissões de CO² e economize água.
A Gastronomia como Patrimônio Cultural
A alimentação humana é muito mais do que necessidade biológica — é linguagem, identidade e memória. O antropólogo Claude Lévi-Strauss, em sua obra seminal O Cru e o Cozido (1964), argumentou que a distinção entre alimentos crus e cozidos é a primeira e mais fundamental distinção cultural da humanidade: cozinhar transforma natureza em cultura, e cada técnica culinária é uma declaração filosófica sobre quem somos. Cada receita que passa de geração em geração carrega não apenas ingredientes e técnicas, mas histórias de migração, adaptação, escassez, abundância e criatividade.
O Brasil ocupa uma posição única na gastronomia mundial por ser o resultado de três grandes encontros culinários: a cozinha indígena (com seus processos de fermentação, uso de raízes, peixe e frutas amazônicas), a cozinha africana (com o dendê, quiabo, amendoim, coco e as técnicas de cozimento lento) e a cozinha europeia (principalmente portuguesa, com seu azeite, bacalhau, vinhos e doçaria conventual). A essa base, somaram-se as contribuições de japoneses, italianos, alemães, sírio-libaneses e tantos outros grupos que chegaram a partir do século XIX, enriquecendo ainda mais o mosaico culinário brasileiro.
Por que Cozinhar em Casa Faz Diferença
Pesquisas consistentes demonstram que pessoas que cozinham em casa regularmente têm dietas nutricionalmente superiores às que dependem de alimentação industrializada ou de restaurantes. Um estudo publicado no Public Health Nutrition com 9.569 participantes mostrou que quem cozinha mais de 5 vezes por semana consome 137 calorias a menos por refeição, mais vegetais e menos gorduras saturadas do que quem raramente cozinha. Além disso, o ato de cozinhar em si tem benefícios documentados para a saúde mental: é uma atividade mindfulness, de foco no presente, que combina criatividade, técnica e resultados tangíveis — uma receita (literalmente) para reduzir estresse e ansiedade.
O desperdício alimentar é outro fator onde cozinhar em casa faz grande diferença: quando temos controle sobre os ingredientes, usamos sobras de forma criativa, reduzindo o descarte. O Brasil desperdiça 46 milhões de toneladas de alimentos por ano — mais do que a produção total de muitos países — e grande parte desse desperdício ocorre no nível doméstico. Receitas que aproveitam cascas, talos e sementes não são apenas economia: são posicionamento ético diante de um sistema alimentar que precisa urgentemente de mudança.
Ingredientes de Qualidade: O Segredo Mais Simples
Chefs de restaurantes com estrelas Michelin frequentemente revelam que seu maior segredo não é a técnica — é a qualidade dos ingredientes. Um tomate cultivado lentamente em solo rico, colhido maduro, tem um perfil de sabor incomparavelmente superior ao tomate verde colhido antes do ponto e amadurecido artificialmente em câmaras frigoríficas. O mesmo vale para azeite extravirgem de primeira prensagem versus óleo refinado, para queijo artesanal versus processado, para frango de granja versus criação convencional. Apoiar produtores locais, mercados de agricultores e feiras orgânicas não é apenas escolha gastronômica — é investimento na biodiversidade alimentar, na saúde do solo e na economia das comunidades rurais.
