Confira receitas para o dia do macarrão
Ingredients
- 500 g macarrão rigatoni
- 300 g pernil Alegra moído
- 400 g queijo mussarela
- 100 g queijo ralado
- 300 g nata
- 1 l itro de leite
- 150 g massa de tomate
- 2 colheres manteiga
- Sal a gosto
- Especiarias a gosto (alho
- 1 tomate
- 500 g macarrão espaguete
- 300 g bacon defumado Alegra
- 1 peça de queijo camembert
- 3 colheres queijo parmesão ralado
- Especiarias a gosto (pimenta
- Tomate japonês a gosto
- Sal a gosto
- 4 ovos
No dia 25 de outubro é comemorado o dia de uma das comidas mais antigas do mundo: o macarrão. Gravatinha, achatado, com furo no meio, parafuso… existem mais de 100 tipos de massa e as combinações de molhos e acompanhamentos são infinitas. Confira duas receitas fáceis da Alegra Foods, que levam carne suína no preparo e que podem ser servidas em qualquer ocasião:
Macarrão com Pernil Alegra
Ingredientes:
- 500g macarrão rigatoni
- 300g pernil Alegra moído
- 400 g queijo mussarela
- 100g queijo ralado
- 300g de nata
- 1 litro de leite
- 150g de massa de tomate
- 2 colheres de manteiga
- Sal a gosto
- Especiarias a gosto (alho, cebola, salsinha, cebolinha, noz moscada e pimenta)
- 1 tomate
- Óleo
Preparo: coloque o macarrão em pé em um recipiente. Corte o queijo em palitinhos e coloque dentro de cada macarrão. Cubra tudo com o leite e deixe na geladeira até que o macarrão amoleça e não precise ser cozido. Em seguida, bata no liquidificador o alho, a cebola, o tomate, a salsinha, a cebolinha, a pimenta e o óleo. DICA ALEGRA: Esse tempero pode ser deixado na geladeira para ser usado em todos os tipos de molhos.
Em uma panela, derreta a manteiga e frite a cebola. Quando a cebola estiver bem frita, acrescente o tempero que foi batido no liquidificador e o pernil moído para fritar. Quando o pernil estiver bem fritinho, acrescente a massa de tomate. Em outra panela, derreta a manteiga, frite mais cebola e, quando estiver frita, acrescente o leite que foi usado para amolecer o macarrão e mexa sem parar para não embolar. Quando ele ferver, acrescente a nata para engrossar o molho branco.
No recipiente onde está o macarrão, despeje o molho branco e por cima acrescente o molho vermelho com pernil Alegra. Coloque o queijo ralado por cima e leve ao forno pré-aquecido a 180º por 15 minutos para gratinar. Sirva logo na sequência.
Macarrão à carbonara com bacon Alegra
Ingredientes:
- 500g macarrão espaguete
- 300g bacon defumado Alegra
- 1 peça de queijo camembert
- 3 colheres de queijo parmesão ralado
- Especiarias a gosto (pimenta, salsinha e cebolinha)
- Tomate japonês a gosto
- Sal a gosto
- 4 ovos
Preparo: cozinhe o macarrão e tempere com sal e pimenta. Para que o espaguete não grude, acrescente o óleo somente após o cozimento. Frite o bacon e despeje no macarrão já cozido. Na sequência, acrescente o parmesão ralado e os ovos crus (como o macarrão já está quente, ele mesmo será o responsável pelo cozimento dos ovos).
Dica Alegra: o segredo é fritar o bacon em chama baixa. Dessa forma ele solta bastante gordura e fica mais sequinho e crocante.
Em uma forma redonda, posicione o queijo camembert ao centro e coloque o macarrão em volta. Coloque o tomate cereja, a salsinha e a cebolinha por cima do macarrão e em seguida leve ao forno a 210º por 20 minutos. Sirva logo em sequência.
A História da Massa: Da Itália para o Mundo
Poucas categorias culinárias têm uma história tão rica e debatida quanto as massas. Embora a Itália seja universalmente reconhecida como a grande guardiã da cultura das massas, os registros históricos mostram que versões de macarrão já existiam na China há mais de 4.000 anos. O historiador gastronômico Silvano Serventi documentou que os romanos conheciam uma pasta chamada laganum — ancestral direta da lasanha — muito antes de Marco Polo supostamente “trazer o macarrão da China” no século XIII, um mito que os historiadores modernos há muito desmontaram.
Foi durante o Renascimento italiano que as massas ganharam sua identidade gastronômica definitiva. Cada região desenvolveu sua forma e molho característicos: o Piemonte abraçou o tajarin fino e rico em gemas; a Emília-Romanha consagrou o tagliatelle ao ragù bolognese; a Nápoles popularizou o spaghetti como alimento de rua, consumido com as mãos por vendedores em praças públicas. A chegada das massas secas nas Américas, com os fluxos migratórios italianos no final do século XIX, transformou a culinária do continente para sempre.
Perfil Nutricional: O que as Massas Oferecem ao Organismo
As massas de trigo duro — como as de semolina ou grano duro — são fontes de carboidratos complexos de digestão moderada, fornecendo energia sustentada ao longo de horas. Ao contrário do pão branco, a estrutura proteica do glúten presente nas massas de qualidade atrasa a liberação de glicose na corrente sanguínea, mantendo o índice glicêmico relativamente baixo (entre 40 e 55). Uma porção de 80g de massa seca cozida al dente fornece aproximadamente 280 kcal, 10g de proteína, 56g de carboidratos e apenas 1,5g de gordura. As versões integrais acrescentam fibras solúveis e insolúveis que alimentam a microbiota intestinal e contribuem para a saciedade.
O segredo nutricional está no ponto de cozimento: massa al dente tem índice glicêmico menor do que massa bem cozida, pois as proteínas ainda envolvem o amido, retardando sua digestão. Acrescentar azeite extravirgem e vegetais ao molho aumenta o teor de antioxidantes e gorduras saudáveis, transformando um prato simples em refeição nutricionalmente completa.
Massas ao Redor do Mundo: Variações Fascinantes
A vocação universal das massas fica evidente quando olhamos para as culturas mais diversas. No Japão, os ramen, soba e udon são massas feitas com farinha de trigo, trigo sarraceno ou batata-doce, servidas em caldos elaborados que levam horas para apurar. No Vietnã, os pho usam macarrão de arroz em caldo de carne perfumado com canela e anis-estrelado. No Oriente Médio, o kishk libanês combina trigo fermentado com leite coalhado, resultando em uma massa única com sabor ácido. Na Etiópia, o injera, embora tecnicamente um pão, funciona como base para molhos e ensopados de forma similar às massas do Mediterrâneo. Cada cultura encontrou na farinha e na água a base para construir sua própria identidade culinária.
