Delicioso Rocambole de Churros sem glúten

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Delicioso Rocambole de Churros sem glúten

Prep Time 20 minutes
Cook Time 30 minutes
Total Time 50 minutes
Servings 4 porções

Ingredients
  

  • 6 ovos
  • 1 colher sopa de açúcar
  • 1 colher sopa de canela em pó
  • 4 colheres sopa de fécula de batata
  • 3 colheres sopa da Farinha Multiuso sem glúten- Schär
  • 400 g ramas de doce de leite

Instructions
 

  • Despeje a massa em uma forma retangular (4028 cm) coberta com papel manteiga.
  • Leve para assar em forno preaquecido (180ºC) por cerca de 20 minutos ou até que a superfície esteja dourada.
  • Retire do forno, espere amornar e desenforme. Cubra o rocambole com doce de leite e enrole com o auxílio de um pano de prato.
  • Leve para geladeira por cerca de 1 hora.
  • Retire, polvilhe com açúcar de confeiteiro e canela. Sirva em seguida.

Churros sempre remete a boas lembranças e, receitas inspiradas na sobremesa agradam tanto crianças como adultos. Que tal surpreender com este Rocambole de Churros, sem glúten? A deliciosa combinação de pão de ló, doce de leite, canela e açúcar promete ser sucesso no cardápio do final de semana. Confira o passo-a-passo e anote os ingredientes:

Rocambole de Churros

Tempo de preparo: 2 horas
Tempo de cozimento: 20 minutos
Dificuldade: Média
Rendimento: 15 porções

Ingredientes

Para a massa:

  • 6 ovos
  • 1 colher de sopa de açúcar
  • 1 colher de sopa de canela em pó
  • 4 colheres de sopa de fécula de batata
  • 3 colheres de sopa da Farinha Multiuso sem glúten- Schär

Para o recheio:

  • 400 gramas de doce de leite

Para decorar/polvilhar:

  • Açúcar de confeiteiro
  • Canela em pó

Modo de preparo:

  1. Separe as gemas das claras e bata as claras em neve. Reserve. Em uma batedeira, bata as gemas e adicione o açúcar e a canela aos poucos. Por último, coloque a farinha e depois as claras em neve. Misture delicadamente.
  2. Despeje a massa em uma forma retangular (40×28 cm) coberta com papel manteiga.
    Leve para assar em forno preaquecido (180ºC) por cerca de 20 minutos ou até que a superfície esteja dourada.
  3. Retire do forno, espere amornar e desenforme. Cubra o rocambole com doce de leite e enrole com o auxílio de um pano de prato.
  4. Leve para geladeira por cerca de 1 hora.
  5. Retire, polvilhe com açúcar de confeiteiro e canela. Sirva em seguida.

Sobre a Schär – Presente em mais de 80 países, a Schär é líder mundial em alimentação sem glúten. A marca chegou ao mercado brasileiro em 2012 e desde o final de 2014 atua diretamente no Brasil por meio de sua filial administrativa e comercial, na cidade de Curitiba (PR). Os 150 pontos de vendas iniciais já se transformaram em mais de 6 mil, cobrindo todas as regiões do país. Atualmente, são mais de 35 produtos disponíveis para o público brasileiro. Mais do que oferecer uma alternativa para quem precisa ou opta por seguir uma dieta sem glúten, a Schär tem compromisso com o sabor e o prazer à mesa. Porque alimentar-se bem é saber fazer as melhores escolhas.

A Gastronomia como Patrimônio Cultural

A alimentação humana é muito mais do que necessidade biológica — é linguagem, identidade e memória. O antropólogo Claude Lévi-Strauss, em sua obra seminal O Cru e o Cozido (1964), argumentou que a distinção entre alimentos crus e cozidos é a primeira e mais fundamental distinção cultural da humanidade: cozinhar transforma natureza em cultura, e cada técnica culinária é uma declaração filosófica sobre quem somos. Cada receita que passa de geração em geração carrega não apenas ingredientes e técnicas, mas histórias de migração, adaptação, escassez, abundância e criatividade.

O Brasil ocupa uma posição única na gastronomia mundial por ser o resultado de três grandes encontros culinários: a cozinha indígena (com seus processos de fermentação, uso de raízes, peixe e frutas amazônicas), a cozinha africana (com o dendê, quiabo, amendoim, coco e as técnicas de cozimento lento) e a cozinha europeia (principalmente portuguesa, com seu azeite, bacalhau, vinhos e doçaria conventual). A essa base, somaram-se as contribuições de japoneses, italianos, alemães, sírio-libaneses e tantos outros grupos que chegaram a partir do século XIX, enriquecendo ainda mais o mosaico culinário brasileiro.

Por que Cozinhar em Casa Faz Diferença

Pesquisas consistentes demonstram que pessoas que cozinham em casa regularmente têm dietas nutricionalmente superiores às que dependem de alimentação industrializada ou de restaurantes. Um estudo publicado no Public Health Nutrition com 9.569 participantes mostrou que quem cozinha mais de 5 vezes por semana consome 137 calorias a menos por refeição, mais vegetais e menos gorduras saturadas do que quem raramente cozinha. Além disso, o ato de cozinhar em si tem benefícios documentados para a saúde mental: é uma atividade mindfulness, de foco no presente, que combina criatividade, técnica e resultados tangíveis — uma receita (literalmente) para reduzir estresse e ansiedade.

O desperdício alimentar é outro fator onde cozinhar em casa faz grande diferença: quando temos controle sobre os ingredientes, usamos sobras de forma criativa, reduzindo o descarte. O Brasil desperdiça 46 milhões de toneladas de alimentos por ano — mais do que a produção total de muitos países — e grande parte desse desperdício ocorre no nível doméstico. Receitas que aproveitam cascas, talos e sementes não são apenas economia: são posicionamento ético diante de um sistema alimentar que precisa urgentemente de mudança.

Ingredientes de Qualidade: O Segredo Mais Simples

Chefs de restaurantes com estrelas Michelin frequentemente revelam que seu maior segredo não é a técnica — é a qualidade dos ingredientes. Um tomate cultivado lentamente em solo rico, colhido maduro, tem um perfil de sabor incomparavelmente superior ao tomate verde colhido antes do ponto e amadurecido artificialmente em câmaras frigoríficas. O mesmo vale para azeite extravirgem de primeira prensagem versus óleo refinado, para queijo artesanal versus processado, para frango de granja versus criação convencional. Apoiar produtores locais, mercados de agricultores e feiras orgânicas não é apenas escolha gastronômica — é investimento na biodiversidade alimentar, na saúde do solo e na economia das comunidades rurais.

Criado em: 14/01/2020

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Atualizado em: 23/06/2026

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