Dica Castelo Alimentos: Chilli com carne e tacos

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Dica Castelo Alimentos: Chilli com carne e tacos

  • 1 colher (sopa) de Azeite de Oliva Extra Virgem Castelo Seleção
  • 400 g patinho moído
  • 1 cebola picada
  • 1 pimentão verde pequeno em cubos
  • 1 pimentão amarelo pequeno em cubos
  • 1 xícara (chá) de feijão cozido
  • ½ vidro Molho de Tomate Tradicional Castelo Sapori Leve Vita
  • ½ vidro Patê de Pimenta Biquinho Dedo de Moça Castelo
  • 1 xícara (chá) de água
  • 2 colheres (sopa) de coentro ou salsa picada
  • 1 xícara (chá) de farinha de milho amarela em flocos
  • Cerca de 6 colheres (sopa) de água
  • 2 colheres (sopa) de Azeite de Oliva Extra Virgem Castelo Seleção
  • 1 colher (chá) de sal
  • Meia xícara (chá) de farinha de trigo
  1. Aqueça o azeite em uma panela e refogue a carne até perder a cor avermelhada e comece a dourar. Junte a cebola e mexa mais um pouco.
  2. Adicione os pimentões, o feijão, o Molho de Tomate Tradicional Castelo Sapori Leve Vita, o Patê de Pimenta Biquinho Dedo de Moça Castelo e a água.
  3. Deixe cozinhar por mais 5 minutos, adicione o coentro ou a salsa e sirva com os tacos.
  4. 1 xícara (chá) de farinha de milho amarela em flocos
  5. Cerca de 6 colheres (sopa) de água
  6. 2 colheres (sopa) de Azeite de Oliva Extra Virgem Castelo Seleção
  7. 1 colher (chá) de sal
  8. Meia xícara (chá) de farinha de trigo
  9. Misture a farinha de milho com a água.
  10. Abra a massa entre duas folhas de plástico em espessura bem fina.
  11. Corte a massa em triângulo com o auxílio de um cortador.
  12. Rendimento: 6 porções
  13. Tempo de preparo: 40 minutos
  14. Calorias: 145 a porção
  15. Crédito: culinarista e nutricionista Cinthya Maggi para Castelo Alimentos
  16. Foto: Daniel Cancini

Um petisco ‘caliente’ para curtir o verão ao lado de cerveja e drinks bem gelados

Nada melhor do que curtir o verão e o carnaval ao lado de uma cervejinha ou uma bebida bem gelada, acompanhada de um delicioso petisco. E que tal um aperitivo ‘caliente’ feito em casa? Esta receita de chilli com carne e taco, elaborada pela culinarista e nutricionista Cinthia Maggi, traz toda a riqueza de sabor da culinária mexicana.

Ingredientes:

  • 1 colher (sopa) de Azeite de Oliva Extra Virgem Castelo Seleção
  • 400 g de patinho moído
  • 1 cebola picada
  • 1 pimentão verde pequeno em cubos
  • 1 pimentão amarelo pequeno em cubos
  • 1 xícara (chá) de feijão cozido, sem o caldo
  • ½ vidro de Molho de Tomate Tradicional Castelo Sapori Leve Vita
  • ½ vidro de Patê de Pimenta Biquinho Dedo de Moça Castelo
  • 1 xícara (chá) de água
  • 2 colheres (sopa) de coentro ou salsa picada

Preparo
Aqueça o azeite em uma panela e refogue a carne até perder a cor avermelhada e comece a dourar. Junte a cebola e mexa mais um pouco.

Adicione os pimentões, o feijão, o Molho de Tomate Tradicional Castelo Sapori Leve Vita, o Patê de Pimenta Biquinho Dedo de Moça Castelo e a água.

Deixe cozinhar por mais 5 minutos, adicione o coentro ou a salsa e sirva com os tacos.

Para tacos

Ingredientes

  • 1 xícara (chá) de farinha de milho amarela em flocos
  • Cerca de 6 colheres (sopa) de água
  • 2 colheres (sopa) de Azeite de Oliva Extra Virgem Castelo Seleção
  • 1 colher (chá) de sal
  • Meia xícara (chá) de farinha de trigo

Preparo

  1. Misture a farinha de milho com a água.
  2. Adicione o Azeite de Oliva Extra Virgem Castelo Seleção, o sal e a farinha de trigo e vá amassando e colocando mais água, se necessário, até formar uma massa firme. Embrulhe em filme plástico e deixe descansar por 10 minutos.
  3. Abra a massa entre duas folhas de plástico em espessura bem fina.
  4. Corte a massa em triângulo com o auxílio de um cortador.
  5. Coloque os tacos em uma assadeira e leve ao forno médio (200◦C), pré-aquecido, por cerca de 30 minutos ou até ficarem firmes e ligeiramente dourados. Deixe esfriar

Rendimento: 6 porções
Tempo de preparo: 40 minutos
Calorias: 145 a porção
Crédito: culinarista e nutricionista Cinthya Maggi para Castelo Alimentos
Foto: Daniel Cancini

A Gastronomia como Patrimônio Cultural

A alimentação humana é muito mais do que necessidade biológica — é linguagem, identidade e memória. O antropólogo Claude Lévi-Strauss, em sua obra seminal O Cru e o Cozido (1964), argumentou que a distinção entre alimentos crus e cozidos é a primeira e mais fundamental distinção cultural da humanidade: cozinhar transforma natureza em cultura, e cada técnica culinária é uma declaração filosófica sobre quem somos. Cada receita que passa de geração em geração carrega não apenas ingredientes e técnicas, mas histórias de migração, adaptação, escassez, abundância e criatividade.

O Brasil ocupa uma posição única na gastronomia mundial por ser o resultado de três grandes encontros culinários: a cozinha indígena (com seus processos de fermentação, uso de raízes, peixe e frutas amazônicas), a cozinha africana (com o dendê, quiabo, amendoim, coco e as técnicas de cozimento lento) e a cozinha europeia (principalmente portuguesa, com seu azeite, bacalhau, vinhos e doçaria conventual). A essa base, somaram-se as contribuições de japoneses, italianos, alemães, sírio-libaneses e tantos outros grupos que chegaram a partir do século XIX, enriquecendo ainda mais o mosaico culinário brasileiro.

Por que Cozinhar em Casa Faz Diferença

Pesquisas consistentes demonstram que pessoas que cozinham em casa regularmente têm dietas nutricionalmente superiores às que dependem de alimentação industrializada ou de restaurantes. Um estudo publicado no Public Health Nutrition com 9.569 participantes mostrou que quem cozinha mais de 5 vezes por semana consome 137 calorias a menos por refeição, mais vegetais e menos gorduras saturadas do que quem raramente cozinha. Além disso, o ato de cozinhar em si tem benefícios documentados para a saúde mental: é uma atividade mindfulness, de foco no presente, que combina criatividade, técnica e resultados tangíveis — uma receita (literalmente) para reduzir estresse e ansiedade.

O desperdício alimentar é outro fator onde cozinhar em casa faz grande diferença: quando temos controle sobre os ingredientes, usamos sobras de forma criativa, reduzindo o descarte. O Brasil desperdiça 46 milhões de toneladas de alimentos por ano — mais do que a produção total de muitos países — e grande parte desse desperdício ocorre no nível doméstico. Receitas que aproveitam cascas, talos e sementes não são apenas economia: são posicionamento ético diante de um sistema alimentar que precisa urgentemente de mudança.

Ingredientes de Qualidade: O Segredo Mais Simples

Chefs de restaurantes com estrelas Michelin frequentemente revelam que seu maior segredo não é a técnica — é a qualidade dos ingredientes. Um tomate cultivado lentamente em solo rico, colhido maduro, tem um perfil de sabor incomparavelmente superior ao tomate verde colhido antes do ponto e amadurecido artificialmente em câmaras frigoríficas. O mesmo vale para azeite extravirgem de primeira prensagem versus óleo refinado, para queijo artesanal versus processado, para frango de granja versus criação convencional. Apoiar produtores locais, mercados de agricultores e feiras orgânicas não é apenas escolha gastronômica — é investimento na biodiversidade alimentar, na saúde do solo e na economia das comunidades rurais.

Criado em: 24/03/2020

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Atualizado em: 06/07/2026

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