Falafel: receita do bolinho árabe que conquistou o Brasil

Falafel receita do bolinho árabe que conquistou o Brasil

Falafel: receita do bolinho árabe que conquistou o Brasil

Prep Time 40 minutes
Cook Time 30 minutes
Total Time 1 hour 10 minutes
Servings 4 porções

Ingredients
  

  • 250 g grão de bico
  • 1 cebola grande picada
  • 1 dente alho amassados
  • 1/2 colher chá de coentro em pó
  • 1 batata média crua ralada fina
  • 2 colheres chá de cominho em pó
  • 1 e 1/2 colher de chá de pimenta síria ou do reino
  • 1 colher chá de sal
  • 1 colher sopa de fermento em pó
  • Rendimento: 40 bolinhas
  • Total de Calorias:.712
  • Tempo de preparo: 40 minutos
  • Rua Cardoso de Almeida
  • Tel: (11) 3872-8164
  • Horário de funcionamento: das 10h às 23h – de segunda a sábado
  • Domingos das 10:30 às 17:00
  • Av. Paulista
  • Tel: (11) 3289-5664
  • Horário de funcionamento: das 8h às 18h - de segunda à sexta

O falafel é um bolinho feito à base de grão-de-bico com temperos típicos da culinária árabe, rico em proteínas, sais minerais e vitaminas do complexo B. Seu sabor é marcante, a textura é diferente, além de ser uma ótima opção para os vegetarianos petiscarem com cerveja ou chope.

A iguaria é bem versátil, já que pode ser consumida sozinha, com molhos diversos e como recheio de sanduíches. Pode ser acompanhado de salada ou de vegetais em conserva. No tradicional restaurante sírio-libanês Arabesco, com unidades na região de Perdizes e Paulista, em São Paulo, o falafel com molho de tahine e salada de alface sai por R$45,50.

Receita de Falafel

Ingredientes:

  • 250g de grão de bico
  • 1 cebola grande picada
  • 1 dente de alho amassados
  • 1/2 colher de chá de coentro em pó
  • 1 batata média crua ralada fina
  • 2 colheres de chá de cominho em pó
  • 1 e 1/2 colher de chá de pimenta síria ou do reino
  • 1 colher de chá de sal
  • 1 colher de sopa de fermento em pó
  • Óleo para fritar

Modo de fazer

Lave os grãos de bico e deixe-os de molho de véspera, trocando a água
várias vezes. Com a ajuda de um pano, retire a pele dos grãos de bico e
passe na máquina de moer carne ou no multiprocessador. Junte os ingredientes restantes, com exceção do óleo, e misture bem. Faça os bolinhos com as mãos. Frite em óleo quente.

Rendimento: 40 bolinhas

Total de Calorias:.712

Tempo de preparo: 40 minutos

Dificuldade: fácil, exige preparo antecipado

Sobre o Restaurante Arabesco (São Paulo)

Restaurante árabe, fundado em 1987, que mantém a proposta de apresentar as tradições e as peculiaridades da cozinha sírio-libanesa. Seus pratos são produzidos por meio de receitas familiares, o que cativou a fidelidade dos clientes. O restaurante Beto Isaac tem como preocupação fazer com que as receitas sejam idênticas as de sua avó. Por isso, não altera os temperos e proporciona aos clientes, iguarias fiéis às produzidas em determinadas regiões do Líbano e da Síria.

Restaurante Arabesco (São Paulo)
-Rua Cardoso de Almeida, 754 – Perdizes.
Tel: (11) 3872-8164
Horário de funcionamento: das 10h às 23h – de segunda a sábado
Domingos das 10:30 às 17:00
Estacionamento gratuito
-Av. Paulista, 1765 – Edifício Scarpa
Tel: (11) 3289-5664
Horário de funcionamento: das 8h às 18h - de segunda à sexta

A Gastronomia como Patrimônio Cultural

A alimentação humana é muito mais do que necessidade biológica — é linguagem, identidade e memória. O antropólogo Claude Lévi-Strauss, em sua obra seminal O Cru e o Cozido (1964), argumentou que a distinção entre alimentos crus e cozidos é a primeira e mais fundamental distinção cultural da humanidade: cozinhar transforma natureza em cultura, e cada técnica culinária é uma declaração filosófica sobre quem somos. Cada receita que passa de geração em geração carrega não apenas ingredientes e técnicas, mas histórias de migração, adaptação, escassez, abundância e criatividade.

O Brasil ocupa uma posição única na gastronomia mundial por ser o resultado de três grandes encontros culinários: a cozinha indígena (com seus processos de fermentação, uso de raízes, peixe e frutas amazônicas), a cozinha africana (com o dendê, quiabo, amendoim, coco e as técnicas de cozimento lento) e a cozinha europeia (principalmente portuguesa, com seu azeite, bacalhau, vinhos e doçaria conventual). A essa base, somaram-se as contribuições de japoneses, italianos, alemães, sírio-libaneses e tantos outros grupos que chegaram a partir do século XIX, enriquecendo ainda mais o mosaico culinário brasileiro.

Por que Cozinhar em Casa Faz Diferença

Pesquisas consistentes demonstram que pessoas que cozinham em casa regularmente têm dietas nutricionalmente superiores às que dependem de alimentação industrializada ou de restaurantes. Um estudo publicado no Public Health Nutrition com 9.569 participantes mostrou que quem cozinha mais de 5 vezes por semana consome 137 calorias a menos por refeição, mais vegetais e menos gorduras saturadas do que quem raramente cozinha. Além disso, o ato de cozinhar em si tem benefícios documentados para a saúde mental: é uma atividade mindfulness, de foco no presente, que combina criatividade, técnica e resultados tangíveis — uma receita (literalmente) para reduzir estresse e ansiedade.

O desperdício alimentar é outro fator onde cozinhar em casa faz grande diferença: quando temos controle sobre os ingredientes, usamos sobras de forma criativa, reduzindo o descarte. O Brasil desperdiça 46 milhões de toneladas de alimentos por ano — mais do que a produção total de muitos países — e grande parte desse desperdício ocorre no nível doméstico. Receitas que aproveitam cascas, talos e sementes não são apenas economia: são posicionamento ético diante de um sistema alimentar que precisa urgentemente de mudança.

Ingredientes de Qualidade: O Segredo Mais Simples

Chefs de restaurantes com estrelas Michelin frequentemente revelam que seu maior segredo não é a técnica — é a qualidade dos ingredientes. Um tomate cultivado lentamente em solo rico, colhido maduro, tem um perfil de sabor incomparavelmente superior ao tomate verde colhido antes do ponto e amadurecido artificialmente em câmaras frigoríficas. O mesmo vale para azeite extravirgem de primeira prensagem versus óleo refinado, para queijo artesanal versus processado, para frango de granja versus criação convencional. Apoiar produtores locais, mercados de agricultores e feiras orgânicas não é apenas escolha gastronômica — é investimento na biodiversidade alimentar, na saúde do solo e na economia das comunidades rurais.

Criado em: 12/02/2020

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Atualizado em: 23/06/2026

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