Le Parisien participou da 26ª edição do Restaurant Week em Brasília com um menu Plus de três etapas, assinado pelo chef Leandro Nunes e criado especialmente para o festival.
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O registro é de uma edição histórica do evento gastronômico realizada na capital federal entre 28 de julho e 28 de agosto. Na ocasião, o festival reuniu casas participantes em torno de menus fechados, com entrada, prato principal e sobremesa, em uma proposta pensada para aproximar o público de restaurantes e cozinhas autorais por valores previamente definidos.
No caso do Le Parisien Bistrot, a participação teve como ponto central a identidade francesa da casa, apresentada em combinações clássicas, molhos estruturados, referências de bistrô e ingredientes que dialogavam com a cozinha de conforto. O restaurante, localizado na CLN 103, bloco B, na Asa Norte, levou ao festival opções para almoço e jantar, com preços distintos: R$ 68,90 no almoço e R$ 78,90 no jantar.
A casa foi apresentada como um autêntico restaurante francês no coração do Brasil. Esse posicionamento ajudava a explicar a escolha de pratos com termos e preparos associados à tradição francesa, como crème brûlée, molho bordelaise, fonduta de queijo brie, pistou de manjericão, gastrique de laranja e tartine provençal. Ao mesmo tempo, o menu também incorporava ingredientes familiares ao paladar brasileiro, como macaxeira, acém, cerveja preta, pimenta-de-cheiro e copa defumada.
O chef Leandro Nunes assinou o menu preparado para a ocasião. A fala dele, divulgada junto ao anúncio da participação, reforçava a intenção de usar o festival como porta de entrada para novos clientes e também como oportunidade para apresentar a personalidade do Le Parisien a quem já conhecia a casa. “O festival é um momento que o público pode provar saborosos pratos e, para quem não conhece, se encantar com a casa. Esse menu representa muito bem a essência do Le Parisien. Creio que todo mundo vai se deliciar com os pratos criados especialmente para o evento”, afirmou o chef.
Menu Plus no almoço
No almoço, o menu do Le Parisien seguia o formato de três etapas. A primeira decisão do comensal ficava entre duas entradas: Salada Parisien ou Tartine provençal. A Salada Parisien reunia mix de alface com lardons de bacon, farofa de copa defumada, vinagrete de mostarda dijon, suprême e gastrique de laranja. Era uma entrada construída sobre contrastes: folhas, gordura do bacon, defumação da copa, acidez da mostarda dijon e o toque cítrico da laranja.
A presença dos lardons de bacon remetia a um recurso bastante usado na cozinha de bistrô, em que pequenos pedaços de bacon entram para acrescentar sabor, textura e intensidade. A farofa de copa defumada fazia uma ponte direta com a mesa brasileira, trazendo crocância e um perfil aromático mais marcante. Já o vinagrete de mostarda dijon, o suprême e a gastrique de laranja apontavam para uma construção mais francesa, com acidez, dulçor e amargor controlados.
A segunda opção de entrada no almoço era a Tartine provençal, descrita como tomates assado com crosta de ervas e fonduta de queijo brie. A tartine, em linhas gerais, é uma preparação aberta, com base de pão ou estrutura semelhante, que valoriza coberturas bem temperadas. No menu do Le Parisien, a combinação apostava no tomate assado, nas ervas e na cremosidade do brie, queijo associado à tradição francesa e muito usado quando se busca textura macia e sabor elegante.
Depois da entrada, o almoço oferecia duas possibilidades de prato principal. A primeira era Saint Peter com crosta de ervas, purê de batatas e pistou de manjericão. A escolha colocava o peixe no centro do prato, acompanhado por uma base cremosa e por um molho verde de inspiração provençal. O pistou, de maneira geral, é uma preparação aromática ligada ao uso de manjericão, azeite e outros elementos frescos, funcionando como ponto de perfume e vivacidade.
A segunda opção de principal no almoço era Espaguete ao ragoût de acém com cerveja preta, tomate confit e picles de pimenta-de-cheiro. O prato seguia uma direção mais robusta, com massa, carne cozida em molho e elementos de acidez. O ragoût de acém sugeria um preparo de cocção mais longa, em que a carne ganha maciez e profundidade. A cerveja preta adicionava amargor e notas tostadas, enquanto o tomate confit e o picles de pimenta-de-cheiro equilibravam o conjunto com dulçor, acidez e perfume.
Para a sobremesa do almoço, o Le Parisien apresentou duas opções. A primeira era Ganache de chocolate com frutas, gastrique de laranja e crocante de macaxeira. A composição reunia chocolate, fruta, acidez cítrica e textura crocante. A macaxeira, ingrediente muito presente em várias regiões do Brasil, aparecia em uma leitura de sobremesa, criando contraste com a cremosidade da ganache.
A segunda sobremesa do almoço era o Duo de crème brûlée, com chocolate e cumaru. A crème brûlée é uma das sobremesas francesas mais reconhecidas, marcada por creme delicado e cobertura de açúcar caramelizado. No menu do Le Parisien, a proposta vinha em dupla, com chocolate e cumaru. O cumaru, também conhecido pelo aroma intenso, costuma ser usado em preparações doces por seu perfume marcante, que pode lembrar baunilha, especiarias e notas amendoadas.
Menu Plus no jantar
No jantar, o formato de três etapas foi mantido, mas os pratos principais mudavam em relação ao almoço. As entradas eram as mesmas: Salada Parisien ou Tartine provençal. Essa repetição ajudava a manter a identidade do menu nos dois serviços, preservando o início da experiência com uma escolha entre frescor, defumação e acidez, no caso da salada, ou tomate assado, ervas e brie, no caso da tartine.
A Salada Parisien, oferecida também no jantar, combinava mix de alface com lardons de bacon, farofa de copa defumada, vinagrete de mostarda dijon, suprême e gastrique de laranja. O prato funcionava como uma entrada mais leve no volume, mas não simples no sabor. O uso de bacon e copa defumada adicionava camadas salgadas e defumadas, enquanto a mostarda dijon e a laranja traziam contraste.
A Tartine provençal, também repetida no jantar, trazia tomates assado com crosta de ervas e fonduta de queijo brie. A escolha era mais cremosa e aromática, com o brie atuando como elemento de untuosidade. A referência provençal aparecia nas ervas e no tratamento do tomate, ingrediente que ganha doçura e concentração quando assado.
Para o prato principal do jantar, o Le Parisien preparou duas sugestões. A primeira era Talharim ao molho gorgonzola e pistou de manjericão. A massa com gorgonzola seguia uma linha intensa, com molho de queijo de sabor pronunciado. O pistou de manjericão funcionava como contraponto aromático, trazendo frescor para um prato naturalmente mais cremoso e salgado.
A segunda opção de principal do jantar era Entrecôte ao molho bordelaise e batata salteada. O entrecôte é um corte associado a bistrôs e brasseries, geralmente valorizado por sabor e suculência. O molho bordelaise, por sua vez, pertence ao repertório clássico francês e costuma remeter a uma preparação escura, estruturada e adequada para carnes. A batata salteada completava a proposta com um acompanhamento direto, de apelo tradicional.
Na sobremesa do jantar, a casa manteve as duas opções servidas no almoço: Ganache de chocolate com frutas, gastrique de laranja e crocante de macaxeira ou Duo de crème brûlée, com chocolate e cumaru. A repetição das sobremesas nos dois períodos dava unidade ao menu, permitindo que tanto o público do almoço quanto o do jantar encerrasse a refeição com as mesmas escolhas doces.
O que cada etapa comunicava
O menu do Le Parisien no Restaurant Week tinha uma estrutura clara: duas entradas, duas opções de prato principal e duas sobremesas em cada serviço. No almoço, o desenho equilibrava peixe, massa com carne e sobremesas de chocolate. No jantar, a escolha se deslocava para massa com queijo ou carne com molho clássico, mantendo o fechamento doce com ganache ou crème brûlée.
Essa organização é importante em festivais de menu fechado porque ajuda o cliente a decidir sem transformar a experiência em uma lista extensa demais. A casa oferecia alternativas com perfis diferentes, mas dentro de uma linha coerente. Havia uma entrada mais fresca e uma entrada mais cremosa; no almoço, um principal de peixe e um principal de massa com ragoût; no jantar, uma massa de queijo e uma carne com molho. Nas sobremesas, a escolha ficava entre chocolate com fruta e crocância ou uma leitura de crème brûlée em dois sabores.
O uso de ingredientes como mostarda dijon, brie, bordelaise, crème brûlée, pistou e gastrique reforçava a influência francesa do cardápio. Já a presença de macaxeira, pimenta-de-cheiro, acém, cerveja preta e copa defumada apontava para uma adaptação ao repertório local e nacional. Essa combinação era um dos elementos mais interessantes do menu, porque evitava uma leitura engessada da culinária francesa e colocava a técnica em diálogo com produtos reconhecíveis no Brasil.
Serviço e informações preservadas
Durante o período divulgado da 26ª edição do Restaurant Week em Brasília, o menu do Le Parisien esteve disponível no almoço por R$ 68,90 e no jantar por R$ 78,90. Os valores se referiam ao menu Plus de três etapas criado para a ocasião. Como se trata de um registro editorial histórico, esses preços devem ser lidos dentro do contexto daquele festival, sem indicação de vigência atual.
O Le Parisien Bistrot ficava na CLN 103, bloco B, na Asa Norte. O horário informado para a casa era de terça a sexta das 9h às 23h, sábado das 9h às 23h e domingo das 9h às 16h. O perfil de Instagram divulgado era @leparisienbistrotbsb. Para pedidos, foram informadas as plataformas iFood, Rappi e 99 Food.
| Informação | Detalhe |
|---|---|
| Restaurante | Le Parisien Bistrot |
| Festival | 26ª edição do Restaurant Week em Brasília |
| Período divulgado | De 28 de julho a 28 de agosto |
| Categoria | Plus |
| Chef | Leandro Nunes |
| Preço no almoço | R$ 68,90 |
| Preço no jantar | R$ 78,90 |
| Endereço | CLN 103, bloco B – Asa Norte |
| Horário informado | Terça a sexta das 9h às 23h; sábado das 9h às 23h; domingo das 9h às 16h |
| @leparisienbistrotbsb | |
| Pedidos | iFood, Rappi e 99 Food |
Entradas do menu
A escolha entre Salada Parisien e Tartine provençal mostrava duas formas distintas de iniciar a refeição. A salada tinha mais camadas de textura e acidez, com folhas, bacon, copa defumada, mostarda dijon, suprême e laranja. A tartine apostava em conforto, tomate assado, ervas e fonduta de queijo brie.
A Salada Parisien, pelo conjunto de ingredientes, não era apenas uma salada de folhas. O bacon em lardons e a farofa de copa defumada acrescentavam intensidade, enquanto o vinagrete de mostarda dijon organizava o prato com acidez. O suprême e a gastrique de laranja ajudavam a ampliar o frescor e a criar um perfil agridoce. Para um menu de almoço ou jantar, era uma entrada com presença suficiente para abrir a refeição sem antecipar peso excessivo.
A Tartine provençal, por outro lado, soava como uma entrada mais aconchegante. O tomate assado costuma concentrar sabor e reduzir água, criando uma base mais doce e intensa. A crosta de ervas reforçava o aspecto aromático, enquanto a fonduta de queijo brie adicionava cremosidade. Era uma opção alinhada à ideia de bistrô, com ingredientes reconhecíveis e execução voltada ao sabor direto.
Pratos principais do almoço
O Saint Peter com crosta de ervas, purê de batatas e pistou de manjericão representava o caminho mais delicado do almoço. O peixe, acompanhado de purê, permitia uma leitura mais leve em comparação à massa com ragoût. A crosta de ervas e o pistou reforçavam o perfume verde, enquanto o purê de batatas dava base e conforto ao prato.
O Espaguete ao ragoût de acém com cerveja preta, tomate confit e picles de pimenta-de-cheiro era a escolha mais intensa. A combinação de massa e ragoût geralmente entrega um prato de sabor profundo, especialmente quando há carne bovina e cerveja preta. O tomate confit acrescentava doçura e acidez suave, enquanto o picles de pimenta-de-cheiro trazia um ponto aromático e ácido, importante para não deixar o conjunto pesado demais.
Essa dupla de principais no almoço atendia a perfis diferentes de apetite. Quem buscava uma refeição com peixe encontrava uma opção com ervas, purê e manjericão. Quem preferia massa e carne tinha um prato de cocção mais robusta, com molho e contrastes. Dentro do formato de festival, essa variedade era relevante porque aumentava a chance de o menu agradar tanto a quem queria leveza quanto a quem esperava uma experiência mais substanciosa.
Pratos principais do jantar
No jantar, a casa substituía o peixe e o espaguete do almoço por Talharim ao molho gorgonzola e pistou de manjericão ou Entrecôte ao molho bordelaise e batata salteada. A mudança deixava o serviço noturno com um perfil mais encorpado. O gorgonzola, por sua intensidade, tende a marcar bastante a massa, enquanto o entrecôte com bordelaise remete diretamente à cozinha de bistrô.
O Talharim ao molho gorgonzola e pistou de manjericão combinava cremosidade, salinidade e frescor. O gorgonzola é um queijo de personalidade forte, e o pistou ajudava a equilibrar essa potência com aroma vegetal. O resultado descrito no menu indicava um prato para quem aprecia molhos de queijo e sabores persistentes.
O Entrecôte ao molho bordelaise e batata salteada era a opção mais clássica do jantar. Carne, molho escuro e batata formam uma tríade conhecida em restaurantes de inspiração francesa. A escolha dialogava com a imagem de um bistrô tradicional, sem exigir uma composição excessivamente elaborada para comunicar conforto e técnica.
Sobremesas
As sobremesas fechavam o menu com chocolate em ambas as opções, mas em formatos diferentes. A Ganache de chocolate com frutas, gastrique de laranja e crocante de macaxeira trabalhava contraste de textura e acidez. A ganache oferecia cremosidade e intensidade; as frutas e a gastrique de laranja entravam para refrescar; o crocante de macaxeira acrescentava uma camada brasileira ao encerramento.
O Duo de crème brûlée, com chocolate e cumaru, seguia outro caminho. A sobremesa partia de uma referência francesa clássica e acrescentava dois sabores. O chocolate ampliava a familiaridade, enquanto o cumaru trazia uma nota aromática mais brasileira. Em um menu que já mesclava repertório francês e ingredientes locais, essa sobremesa reforçava a mesma lógica.
As duas escolhas tinham apelo para públicos distintos. A ganache parecia mais voltada a quem gosta de chocolate com fruta e crocância. O duo de crème brûlée atendia quem prefere sobremesas cremosas, de colher, com a experiência da superfície caramelizada e sabores aromáticos. Em ambos os casos, o fim da refeição permanecia alinhado à proposta da casa.
Contexto gastronômico
O Restaurant Week costuma ser lembrado por aproximar restaurantes de públicos que talvez não visitassem determinadas casas em situações comuns. Em edições como a 26ª realizada em Brasília, o formato de menu fechado ajudava o cliente a conhecer entrada, prato principal e sobremesa por um preço definido, com menos incerteza sobre o gasto final da refeição.
Para restaurantes, esse tipo de participação também funciona como vitrine. Um menu curto, assinado por chef e montado para uma ocasião específica, precisa comunicar identidade rapidamente. No caso do Le Parisien, a escolha foi apresentar uma cozinha de inspiração francesa com ingredientes e referências reconhecíveis no Brasil. O resultado preservava nomes clássicos sem abandonar sabores locais.
A presença de Leandro Nunes como chef responsável pelo menu também era parte central da comunicação. A assinatura de um chef em festival não é apenas uma informação protocolar; ela indica que houve curadoria sobre combinações, sequência de pratos e narrativa gastronômica. O próprio comentário do chef destacava que o menu representava a essência do Le Parisien, o que dava ao cardápio a função de síntese da casa naquele período.
Ao olhar para o conjunto, o cardápio tinha bom equilíbrio entre acessibilidade e repertório técnico. Termos como bordelaise, gastrique, pistou e crème brûlée poderiam soar mais formais para parte do público, mas estavam acompanhados de ingredientes familiares, como batata, chocolate, frutas, tomate, bacon, acém e macaxeira. Isso tornava a experiência mais compreensível sem retirar o caráter francês da proposta.
Registro editorial
Como o período informado foi de 28 de julho a 28 de agosto, a participação do Le Parisien na 26ª edição do Restaurant Week em Brasília deve ser lida como memória gastronômica da cidade. O texto preserva preços, horários, endereço, plataformas de pedido, perfil divulgado, pratos e ingredientes conforme informados originalmente para aquela ocasião.
Esse cuidado é importante porque festivais gastronômicos têm vigência limitada. Menus, preços e condições comerciais podem mudar após o encerramento de uma edição. Por isso, a informação sobre almoço a R$ 68,90 e jantar a R$ 78,90 se refere ao contexto do evento histórico, assim como a lista de pratos criada para a categoria Plus.
Mesmo como registro, o menu ajuda a entender como restaurantes de Brasília usaram o Restaurant Week para apresentar identidades culinárias. O Le Parisien escolheu a via do bistrô francês com adaptações brasileiras, apostando em uma sequência que passava por salada, tartine, peixe, massa, carne e sobremesas de chocolate. Era um recorte objetivo da casa, montado para caber no formato do festival.
Nossa opinião
Vemos a participação do Le Parisien nessa edição do Restaurant Week como um menu bem resolvido para apresentar a casa em três etapas. O ponto mais forte estava na combinação entre repertório francês e ingredientes de leitura brasileira, especialmente na Salada Parisien com farofa de copa defumada, no ragoût de acém com cerveja preta e picles de pimenta-de-cheiro, e na ganache com crocante de macaxeira.
Também nos parece acertada a separação entre almoço e jantar. O almoço oferecia uma alternativa de peixe e uma massa mais encorpada, enquanto o jantar assumia um perfil mais clássico de bistrô, com talharim ao gorgonzola e entrecôte ao molho bordelaise. Para um festival, essa distinção ajuda o cliente a escolher o horário pela vontade de comer, não apenas pelo preço.
Entre as sobremesas, o Duo de crème brûlée com chocolate e cumaru era a opção que melhor traduzia a proposta franco-brasileira do menu, enquanto a ganache com frutas, laranja e macaxeira apostava mais no contraste. Como registro gastronômico, o cardápio mostra uma casa preocupada em usar o Restaurant Week não só como promoção, mas como apresentação condensada de sua cozinha.
Perguntas frequentes
Quando aconteceu a participação do Le Parisien no Restaurant Week?
A participação foi divulgada para o período de 28 de julho a 28 de agosto, durante a 26ª edição do Restaurant Week em Brasília.
Quanto custava o menu do Le Parisien no festival?
O menu Plus de três etapas custava R$ 68,90 no almoço e R$ 78,90 no jantar, conforme informado para aquela edição.
Quem assinou o menu do Le Parisien?
O menu especial do Le Parisien para o Restaurant Week foi assinado pelo chef Leandro Nunes.
Onde fica o Le Parisien Bistrot?
O endereço informado era CLN 103, bloco B, na Asa Norte, em Brasília.
Esse menu ainda está disponível?
O texto é um registro histórico da 26ª edição do Restaurant Week. Não há indicação, no conteúdo original, de vigência atual do menu ou dos preços.
