Prepare a receita de arroz de forno com atum

arroz de forno com Atum

Prepare a receita de arroz de forno com atum

  • 2 colheres (sopa) de azeite de oliva
  • 2 dentes alho picados
  • 1 cebola média picada
  • 3 tomates médios sem sementes picados
  • 1 colher (sopa) extrato de tomate
  • Meia xícara (chá) de milho verde em conserva
  • 1 l ata de atum ralado em molho de tomate
  • 8 azeitonas verdes picadas
  • 1 colher (sopa) cheiro verde picado
  • 3 xícaras (chá) de arroz branco Camil cozido
  • 1 copo requeijão cremoso (200g)
  • 2 xícaras (chá) de molho de tomate
  1. Pré aqueça o forno em temperatura média (180ºC)
  2. Em uma panela, aqueça o azeite em fogo médio, coloque o alho e a cebola e refogue até dourar levemente.
  3. Retire do fogo e acrescente o atum ralado em molho de tomate, as azeitonas e o cheiro verde. Misture e reserve.
  4. Polvilhe o queijo parmesão e leve ao forno por 10 minutos até gratinar levemente.
  5. Sobre a Camil Alimentos

Que tal combinar atum e arroz? Esses dois ingredientes, que muitas vezes não são habituais na mesma receita, podem resultar em refeições deliciosas. Essa é a intenção do Desafio Cria e Recria, criado para a nova campanha de Coqueiro: fazer com que as pessoas tenham um novo olhar para as receitas já tradicionais e conhecidas do dia a dia do brasileiro.

O Desafio é comandado pela atriz Juliana Paes, embaixadora da marca, que trará ao público toda a diversidade dos pescados, esclarecendo também que os produtos são uma ótima opção de nutrientes e que não possuem conservantes, sendo uma fonte saudável para as refeições.

Rendimento: 4 porções

Tempo de preparo: 45 minutos

Ingredientes:

  • 2 colheres (sopa) de azeite de oliva
  • 2 dentes de alho picados
  • 1 cebola média picada
  • 3 tomates médios sem sementes picados
  • 1 colher (sopa) extrato de tomate
  • Meia xícara (chá) de milho verde em conserva
  • 1 lata de atum ralado em molho de tomate
  • 8 azeitonas verdes picadas
  • 1 colher (sopa) cheiro verde picado
  • 3 xícaras (chá) de arroz branco Camil cozido
  • 1 copo de requeijão cremoso (200g)
  • 2 xícaras (chá) de molho de tomate
  • Queijo parmesão ralado para polvilhar

Modo de preparo

  • Pré aqueça o forno em temperatura média (180ºC)
  • Em uma panela, aqueça o azeite em fogo médio, coloque o alho e a cebola e refogue até dourar levemente.
  • Retire do fogo e acrescente o atum ralado em molho de tomate, as azeitonas e o cheiro verde. Misture e reserve.
  • Em um refratário retangular pequeno (26 x 16 cm), adicione o arroz branco Camil cozido, o refogado de atum ralado em molho de tomate reservado, a muçarela e o requeijão
  • Polvilhe o queijo parmesão e leve ao forno por 10 minutos até gratinar levemente.

Sobre a Camil Alimentos

Uma das maiores empresas de alimentos da América do Sul, a multinacional brasileira Camil Alimentos iniciou sua trajetória no mercado nacional em 1963 como uma cooperativa de produtores de arroz. Com uma estratégia de negócios pautada pela diversificação do portfólio, inovação de produtos, aquisições estratégicas e expansão para mercados externos, a Camil Alimentos é, hoje, líder em beneficiamento e comercialização de arroz no Brasil, Chile, Uruguai e Peru e exporta para mais de 50 países. Atualmente, a empresa detém marcas líderes de mercado e top of mind em suas categorias: União (açúcar), Camil (arroz) e Coqueiro (sardinha).

A Gastronomia como Patrimônio Cultural

A alimentação humana é muito mais do que necessidade biológica — é linguagem, identidade e memória. O antropólogo Claude Lévi-Strauss, em sua obra seminal O Cru e o Cozido (1964), argumentou que a distinção entre alimentos crus e cozidos é a primeira e mais fundamental distinção cultural da humanidade: cozinhar transforma natureza em cultura, e cada técnica culinária é uma declaração filosófica sobre quem somos. Cada receita que passa de geração em geração carrega não apenas ingredientes e técnicas, mas histórias de migração, adaptação, escassez, abundância e criatividade.

O Brasil ocupa uma posição única na gastronomia mundial por ser o resultado de três grandes encontros culinários: a cozinha indígena (com seus processos de fermentação, uso de raízes, peixe e frutas amazônicas), a cozinha africana (com o dendê, quiabo, amendoim, coco e as técnicas de cozimento lento) e a cozinha europeia (principalmente portuguesa, com seu azeite, bacalhau, vinhos e doçaria conventual). A essa base, somaram-se as contribuições de japoneses, italianos, alemães, sírio-libaneses e tantos outros grupos que chegaram a partir do século XIX, enriquecendo ainda mais o mosaico culinário brasileiro.

Por que Cozinhar em Casa Faz Diferença

Pesquisas consistentes demonstram que pessoas que cozinham em casa regularmente têm dietas nutricionalmente superiores às que dependem de alimentação industrializada ou de restaurantes. Um estudo publicado no Public Health Nutrition com 9.569 participantes mostrou que quem cozinha mais de 5 vezes por semana consome 137 calorias a menos por refeição, mais vegetais e menos gorduras saturadas do que quem raramente cozinha. Além disso, o ato de cozinhar em si tem benefícios documentados para a saúde mental: é uma atividade mindfulness, de foco no presente, que combina criatividade, técnica e resultados tangíveis — uma receita (literalmente) para reduzir estresse e ansiedade.

O desperdício alimentar é outro fator onde cozinhar em casa faz grande diferença: quando temos controle sobre os ingredientes, usamos sobras de forma criativa, reduzindo o descarte. O Brasil desperdiça 46 milhões de toneladas de alimentos por ano — mais do que a produção total de muitos países — e grande parte desse desperdício ocorre no nível doméstico. Receitas que aproveitam cascas, talos e sementes não são apenas economia: são posicionamento ético diante de um sistema alimentar que precisa urgentemente de mudança.

Ingredientes de Qualidade: O Segredo Mais Simples

Chefs de restaurantes com estrelas Michelin frequentemente revelam que seu maior segredo não é a técnica — é a qualidade dos ingredientes. Um tomate cultivado lentamente em solo rico, colhido maduro, tem um perfil de sabor incomparavelmente superior ao tomate verde colhido antes do ponto e amadurecido artificialmente em câmaras frigoríficas. O mesmo vale para azeite extravirgem de primeira prensagem versus óleo refinado, para queijo artesanal versus processado, para frango de granja versus criação convencional. Apoiar produtores locais, mercados de agricultores e feiras orgânicas não é apenas escolha gastronômica — é investimento na biodiversidade alimentar, na saúde do solo e na economia das comunidades rurais.

Criado em: 08/03/2021

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Atualizado em: 23/07/2026

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