Prepare o delicioso arroz de forno com atum

Prepare o delicioso arroz de forno com atum

Prepare o delicioso arroz de forno com atum

Prep Time 50 minutes
Cook Time 30 minutes
Total Time 1 hour 20 minutes
Servings 4 porções

Ingredients
  

  • 1 colher (sopa) de azeite
  • 1 xícara (chá) de arroz (200g)
  • 1 colher (sopa) rasada de sal
  • Meia colher (sopa) de chimichurri
  • Cerca de 2 xícaras (chá) de água fervente (480ml)
  • 2 l atas de Atum Ralado ao Natural Gomes da Costa (340g)
  • 50 g peito de peru fatiado e rasgado
  • 300 g queijo mussarela fatiado
  • Meio vidro de Champignon Fatiado Gomes da Costa (50g)
  • Orégano a gosto

Instructions
 

  • 1 colher (sopa) de azeite
  • 1 xícara (chá) de arroz (200g)
  • 1 colher (sopa) rasada de sal
  • Meia colher (sopa) de chimichurri
  • Cerca de 2 xícaras (chá) de água fervente (480ml)
  • Outros ingredientes:
  • 2 latas de Atum Ralado ao Natural Gomes da Costa (340g)
  • 50g de peito de peru fatiado e rasgado
  • 300g de queijo mussarela fatiado
  • Meio vidro de Champignon Fatiado Gomes da Costa (50g)
  • Numa panela aqueça o azeite e refogue aí o arroz. Junte o sal, o chimichurri e
  • a água. Misture.
  • Tampe a panela e cozinhe em fogo baixo por cerca de 15 minutos ou até a
  • água secar e o arroz ficar cozido. Reserve.
  • Num refratário retangular pequeno (com cerca de 1250ml de capacidade),
  • distribua metade do arroz reservado.
  • Espalhe 1 lata de Atum Gomes da Costa escorrido, metade do peito de peru e
  • cubra metade da mussarela.
  • Faça uma camada com o restante do arroz, cubra com a outra lata do Atum
  • Gomes da Costa escorrido, o restante do peito de peru e os Champignons
  • Cubra preparação com o restante do queijo. Salpique orégano pela superfície.
  • Leve ao forno médio (180ºC), preaquecido, por cerca de 20 minutos ou até a
  • preparação ficar quente e o queijo derretido.

Rendimento: 2 a 3 porções
Tempo total: 50 minutos​
Cozimento: 40 minutos​
Preparo: 10 minutos

Ingredientes:

Arroz:

  • 1 colher (sopa) de azeite
  • 1 xícara (chá) de arroz (200g)
  • 1 colher (sopa) rasada de sal
  • Meia colher (sopa) de chimichurri
  • Cerca de 2 xícaras (chá) de água fervente (480ml)

Outros ingredientes:

  • 2 latas de Atum Ralado ao Natural Gomes da Costa (340g)
  • 50g de peito de peru fatiado e rasgado
  • 300g de queijo mussarela fatiado
  • Meio vidro de Champignon Fatiado Gomes da Costa (50g)
  • Orégano a gosto

Modo de Preparo:

Arroz

– Numa panela aqueça o azeite e refogue aí o arroz. Junte o sal, o chimichurri e
a água. Misture.
– Tampe a panela e cozinhe em fogo baixo por cerca de 15 minutos ou até a
água secar e o arroz ficar cozido. Reserve.

Montagem

– Num refratário retangular pequeno (com cerca de 1250ml de capacidade),
distribua metade do arroz reservado.
– Espalhe 1 lata de Atum Gomes da Costa escorrido, metade do peito de peru e
cubra metade da mussarela.
– Faça uma camada com o restante do arroz, cubra com a outra lata do Atum
Gomes da Costa escorrido, o restante do peito de peru e os Champignons
Gomes da Costa.
– Cubra preparação com o restante do queijo. Salpique orégano pela superfície.
– Leve ao forno médio (180ºC), preaquecido, por cerca de 20 minutos ou até a
preparação ficar quente e o queijo derretido.

A Gastronomia como Patrimônio Cultural

A alimentação humana é muito mais do que necessidade biológica — é linguagem, identidade e memória. O antropólogo Claude Lévi-Strauss, em sua obra seminal O Cru e o Cozido (1964), argumentou que a distinção entre alimentos crus e cozidos é a primeira e mais fundamental distinção cultural da humanidade: cozinhar transforma natureza em cultura, e cada técnica culinária é uma declaração filosófica sobre quem somos. Cada receita que passa de geração em geração carrega não apenas ingredientes e técnicas, mas histórias de migração, adaptação, escassez, abundância e criatividade.

O Brasil ocupa uma posição única na gastronomia mundial por ser o resultado de três grandes encontros culinários: a cozinha indígena (com seus processos de fermentação, uso de raízes, peixe e frutas amazônicas), a cozinha africana (com o dendê, quiabo, amendoim, coco e as técnicas de cozimento lento) e a cozinha europeia (principalmente portuguesa, com seu azeite, bacalhau, vinhos e doçaria conventual). A essa base, somaram-se as contribuições de japoneses, italianos, alemães, sírio-libaneses e tantos outros grupos que chegaram a partir do século XIX, enriquecendo ainda mais o mosaico culinário brasileiro.

Por que Cozinhar em Casa Faz Diferença

Pesquisas consistentes demonstram que pessoas que cozinham em casa regularmente têm dietas nutricionalmente superiores às que dependem de alimentação industrializada ou de restaurantes. Um estudo publicado no Public Health Nutrition com 9.569 participantes mostrou que quem cozinha mais de 5 vezes por semana consome 137 calorias a menos por refeição, mais vegetais e menos gorduras saturadas do que quem raramente cozinha. Além disso, o ato de cozinhar em si tem benefícios documentados para a saúde mental: é uma atividade mindfulness, de foco no presente, que combina criatividade, técnica e resultados tangíveis — uma receita (literalmente) para reduzir estresse e ansiedade.

O desperdício alimentar é outro fator onde cozinhar em casa faz grande diferença: quando temos controle sobre os ingredientes, usamos sobras de forma criativa, reduzindo o descarte. O Brasil desperdiça 46 milhões de toneladas de alimentos por ano — mais do que a produção total de muitos países — e grande parte desse desperdício ocorre no nível doméstico. Receitas que aproveitam cascas, talos e sementes não são apenas economia: são posicionamento ético diante de um sistema alimentar que precisa urgentemente de mudança.

Ingredientes de Qualidade: O Segredo Mais Simples

Chefs de restaurantes com estrelas Michelin frequentemente revelam que seu maior segredo não é a técnica — é a qualidade dos ingredientes. Um tomate cultivado lentamente em solo rico, colhido maduro, tem um perfil de sabor incomparavelmente superior ao tomate verde colhido antes do ponto e amadurecido artificialmente em câmaras frigoríficas. O mesmo vale para azeite extravirgem de primeira prensagem versus óleo refinado, para queijo artesanal versus processado, para frango de granja versus criação convencional. Apoiar produtores locais, mercados de agricultores e feiras orgânicas não é apenas escolha gastronômica — é investimento na biodiversidade alimentar, na saúde do solo e na economia das comunidades rurais.

Criado em: 28/02/2020

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Atualizado em: 23/06/2026

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