Receita de Bolo de Doce de Leite

Receita de Bolo de Doce de Leite

Prep Time 4 minutes
Cook Time 30 minutes
Total Time 34 minutes
Servings 4 porções

Ingredients
  

  • 4 colheres sopa de Farinha de Trigo Finna com Fermento
  • 1 colher sopa de leite integral
  • 1 colher sopa de óleo vegetal
  • 1 ovo inteiro
  • 3 colheres sopa de doce de leite (separe 1 colher para o final)

Instructions
 

  • Junte todos os ingredientes em uma caneca grande que possa ir ao micro-ondas;
  • Depois que a massa estiver homogênea, coloque três colheres de doce de leite e mexa levemente para ficar como um recheio;
  • O bolo vai crescer bastante, portanto, a massa não pode preencher mais do que a metade da caneca. Se isso acontecer, divida-a em duas canecas.
  • Coloque no micro-ondas e aqueça durante 4 minutos ou até assar totalmente.

Ingredientes:

  • 4 colheres de sopa de Farinha de Trigo Finna com Fermento
  • 1 colher de sopa de leite integral
  • 1 colher de sopa de óleo vegetal
  • 1 ovo inteiro
  • 3 colheres de sopa de doce de leite (separe 1 colher para o final)

Modo de Preparo:

– Junte todos os ingredientes em uma caneca grande que possa ir ao micro-ondas;
– Depois que a massa estiver homogênea, coloque três colheres de doce de leite e mexa levemente para ficar como um recheio;
– O bolo vai crescer bastante, portanto, a massa não pode preencher mais do que a metade da caneca. Se isso acontecer, divida-a em duas canecas.
– Coloque no micro-ondas e aqueça durante 4 minutos ou até assar totalmente.

Sobre a Finna

Líder de vendas no segmento de farinhas no Nordeste, de acordo com a NIELSEN DEZ 2021/JAN 2022, a marca Finna pertence ao portfólio de marcas da M. Dias Branco S.A. Indústria e Comércio de Alimentos e atua nas regiões Norte e Nordeste do país. Com o slogan “Com Finna, sempre dá certo”, a marca produz e comercializa farinhas com e sem fermento, e mistura para bolo tradicional nos sabores chocolate, milho cremoso, laranja, baunilha, brownie, coco e festa.

A Arte das Sobremesas: Açúcar, Ciência e Cultura

As sobremesas têm uma história intimamente ligada à disponibilidade do açúcar. Na Europa medieval, apenas os mais ricos podiam se dar ao luxo de sobremesas doces — o açúcar de cana era importado do Oriente e custava mais que muitas especiarias. A palavra “sobremesa” em si revela sua posição ritual: sobre a mesa, servida depois de retirar os pratos principais, era o momento de exibição de riqueza e sofisticação do anfitrião. Os confeiteiros medievais eram considerados artistas e alquimistas — suas criações em açúcar esculpido (subtletés) representavam castelos, animais e figuras bíblicas que desapareciam no final do banquete.

No Brasil, a doçaria tem raízes em três grandes tradições: a portuguesa (com seus bolos de amêndoa, ovos moles e quindins que vieram dos conventos do Alentejo e Algarve), a africana (com as cocadas, pamonhas e derivados de dendê e amendoim dos povos escravizados) e a indígena (com os doces de frutas nativas, as paçocas de amendoim e as garimpadas com mel de abelhas sem ferrão). A fusão dessas três tradições criou uma doçaria nacional única no mundo.

A Química das Sobremesas: Por que Funcionam

Fazer sobremesas é, literalmente, fazer ciência. O comportamento do açúcar em diferentes temperaturas define texturas completamente distintas: a 105°C forma-se a calda (para compotas), a 115°C o ponto de bala mole (para marshmallow), a 150°C o caramelo claro, a 170°C o caramelo escuro que amargura levemente. O leite Maillard — reação entre proteínas e açúcares acima de 140°C — cria os aromas tostados do doce de leite, do brigadeiro e do leite condensado aquecido que tornam essas sobremesas irresistíveis.

O chocolate merece atenção especial: o cacau contém teobromina, um estimulante mais suave que a cafeína que eleva o humor, e feniletilamina, neurotransmissor associado ao estado de apaixonamento. Chocolates com 70%+ de cacau contêm flavonoides (especialmente epicatequina) com comprovada ação cardiovascular — estudos da Universidade Harvard mostram que consumo moderado de chocolate amargo está associado a 37% menos eventos cardiovasculares. Quantidades equilibradas de qualidade premium, portanto, são literalmente boas para o coração.

Sobremesas Icônicas ao Redor do Mundo

Cada cultura tem suas sobremesas de alma que definem identidade nacional. O tiramisù italiano (criado em Treviso nos anos 1960, com café espresso, mascarpone e savoiardi) tornou-se a sobremesa mais pedida nos restaurantes do mundo. O baklava turco-árabe de nozes e mel em camadas finíssimas de massa folhada é símbolo de hospitalidade no Oriente Médio. O mochi japonês de arroz glutinoso e recheio de pasta de feijão é vendido em 450 variedades na estação das cerejas. O crème brûlée francês com sua casquinha de açúcar caramelizado na hora fascina pela combinação de texturas. E o brigadeiro brasileiro — criado na campanha presidencial de Getúlio Vargas nos anos 1940 — conquistou o mundo como “doce nacional” e hoje aparece em cardápios de restaurantes finos de Paris a Nova Iorque.

Criado em: 12/05/2022

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Atualizado em: 23/06/2026

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