Receita de Cheesecake de Creme de Queijo Minas
Ingredients
- ½ pacote biscoito maisena
- 1 colher (sopa) de Manteiga Sem Sal Tirolez em temperatura ambiente
- 1 colher (sopa) de água
- 1 colher (café) de canela
- 2 embalagens de Creme de Queijo Minas Frescal Tirolez
- ½ xícara (chá) de açúcar
- 1 colher (sopa) de essência de baunilha
- 1 colher (sopa) de suco de limão
- 2 ovos
- 2 g oiabas bem maduras raladas
- 2 xícaras (chá) de água
Instructions
- No liquidificador ou processador, triture os biscoitos de maisena até obter uma farinha fina.
- Em uma tigela, misture a farinha com a manteiga, a água e a canela.
- Forre o fundo de uma assadeira com fundo removível com a farofa, pressionando, até formar uma camada uniforme.
- Leve ao forno médio por 10 minutos para pré-assar a massa. Reserve.
- Despeje o recheio sobre a massa pré-assada e leve ao forno baixo pré-aquecido por 40-50 minutos. Retire do forno e leve para gelar.
- Em uma panela, coloque a goiaba e a água.
- Cozinhe até que a goiabada “derreta” e forme uma calda.
- Desenforme o cheesecake e regue-o com a calda quente ou fria. Sirva.
- Rendimento: 10 porções
- Tempo de Preparo: 1h40
Ingredientes:
Massa:
– ½ pacote de biscoito maisena
– 1 colher (sopa) de Manteiga Sem Sal Tirolez em temperatura ambiente
– 1 colher (sopa) de água
-1 colher (café) de canela
Recheio:
– 2 embalagens de Creme de Queijo Minas Frescal Tirolez
– ½ xícara (chá) de açúcar
– 1 colher (sopa) de essência de baunilha
– 1 colher (sopa) de suco de limão
– 2 ovos
Calda:
– 2 goiabas bem maduras raladas
– 2 xícaras (chá) de água
Modo de Preparo
Massa:
– No liquidificador ou processador, triture os biscoitos de maisena até obter uma farinha fina.
– Em uma tigela, misture a farinha com a manteiga, a água e a canela.
– Forre o fundo de uma assadeira com fundo removível com a farofa, pressionando, até formar uma camada uniforme.
Leve ao forno médio por 10 minutos para pré-assar a massa. Reserve.
Recheio:
– Na batedeira ou liquidificador, coloque o Creme de Queijo Minas Frescal Tirolez, o açúcar, a essência de baunilha, o suco do limão e os ovos. Bata até obter uma mistura uniforme.
– Despeje o recheio sobre a massa pré-assada e leve ao forno baixo pré-aquecido por 40-50 minutos. Retire do forno e leve para gelar.
Calda:
– Em uma panela, coloque a goiaba e a água.
– Cozinhe até que a goiabada “derreta” e forme uma calda.
– Desenforme o cheesecake e regue-o com a calda quente ou fria. Sirva.
Rendimento: 10 porções
Tempo de Preparo: 1h40
Sobre a Tirolez
Fundada há 42 anos, a Tirolez é uma das mais tradicionais marcas de laticínios do País. Com mais de 1.900 colaboradores, a empresa dispõe de seis fábricas e um Centro de Distribuição em São Paulo. Suas fábricas localizam-se em Minas Gerais (Tiros, Arapuá e Carmo do Paranaíba), em São Paulo (Monte Aprazível e Lins) e em Santa Catarina (Caxambu do Sul).
Os produtos Tirolez possuem grande aceitação no mercado brasileiro em razão da elevada qualidade e tradição. Tais características decorrem, entre outras causas, da qualidade do leite, do cuidado e do carinho que dedica a seus produtos durante todas as etapas de produção. O portfólio da empresa é composto por mais de 30 tipos de produtos e mais de 100 SKUs, que podem ser encontrados em todo o Brasil.
Sopas: O Prato Mais Antigo da Humanidade
As sopas são, provavelmente, a preparação culinária mais antiga da história humana. Evidências arqueológicas encontradas na China indicam que seres humanos já ferviam ossos e vegetais em recipientes de cerâmica há pelo menos 20.000 anos. A técnica de cozinhar alimentos em água foi uma revolução nutricional: o calor destruía patógenos, amolecia tecidos fibrosos antes inacessíveis e liberava nutrientes que o corpo absorve muito mais eficientemente de alimentos cozidos.
Na Idade Média europeia, a sopa não era apenas alimento — era a base da sobrevivência das classes trabalhadoras. O potage, um caldo grosso de vegetais, legumes e eventualmente carne, era consumido duas vezes ao dia pela maioria da população. Nos monastérios medievais, a receita era tão fundamental que monges dedicavam capítulos inteiros de seus livros de regras ao preparo correto da sopa. Cada região desenvolveu suas variações: a bouillabaisse provençal com peixes mediterrâneos, o gazpacho andaluz frio, o minestrone italiano sazonal, o pho vietnamita perfumado com especiarias.
Por que Sopas São Tão Nutritivas
⭐ Pontos Essenciais sobre Receita de Cheesecake de Creme de Queijo Minas
- Informação verificada com base em evidências científicas
- Dicas práticas para aplicar no dia a dia
- Benefícios, cuidados e orientações de especialistas
- Tudo que você precisa saber em um só lugar
Sopas e caldos concentram vitaminas hidrossolúveis dos vegetais — especialmente vitaminas do complexo B e vitamina C — que se dissolvem no líquido de cozimento e ficam acessíveis para consumo. Estudos publicados no Journal of Agricultural and Food Chemistry demonstraram que o licopeno do tomate cozido é absorvido pelo organismo de 2 a 3 vezes mais eficientemente do que o do tomate cru. Caldos de osso, em particular, liberam colágeno, glicina e prolina que nutrem as articulações e contribuem para a integridade intestinal.
A hidratação que uma sopa oferece também é significativa: uma tigela de 300ml pode fornecer 250ml de líquido além dos nutrientes sólidos, contribuindo para a meta diária de hidratação. Para pessoas com apetite reduzido, idosos ou em recuperação de doenças, sopas são uma forma eficiente de garantir ingestão calórica e nutricional sem exigir grande esforço digestivo.
Sopas Famosas ao Redor do Mundo
Cada cultura tem sua sopa de alma — aquela que reconforta, que cura, que une gerações. No Japão, o misoshiru de tofu e wakame é consumido no café da manhã como fonte matinal de probióticos e umami. Na Coreia, o doenjang jjigae de pasta de soja fermentada com vegetais é presença obrigatória em qualquer refeição. Na Rússia, o borscht de beterraba vermelho intenso é símbolo nacional consumido tanto quente no inverno quanto frio no verão. No Brasil, o caldo verde mineiro com couve-manteiga, linguiça e batata é herança da imigração portuguesa que virou patrimônio cultural nacional. O feijão tropeiro, o caldo de mocotó e a buchada de bode do Nordeste são caldos e sopas que carregam séculos de história e identidade regional.
