Receita de Espaguete de abobrinha com molho branco
Ingredients
- 200 g Creme de Amêndoas da A Tal da Castanha:
- 50 g leite vegetal Original da A Tal da Castanha;
- 2 abobrinhas orgânicas;
- 1 colher (sobremesa) de óleo de coco;
- 1 colher (sobremesa) de tomilho seco;
- 1 colher (chá) de tempero lemon pepper;
- 1 colher (sobremesa) de nutritional yeast;
- Sal a gosto.
Instructions
- Corte a abobrinha em fios, como fios de spaghetti. Você pode usar o cortador de legumes ou até uma faca.
- Em uma panela grande, com água fervendo, coloque as abobrinhas por 40 segundos (o tempo vai variar de acordo com o ponto de sua preferência.
- Em outra panela de fundo grosso, coloque o óleo de coco, o tomilho, o nutritional yeast e o lemon pepper. Aqueça até soltar o aroma.
- Adicione o creme de amêndoas e o leite vegetal, então misture até engrossar um pouco. Adicione o suco de limão e as raspas de limão. Misture.
- Adicione a abobrinha, sem a água e sirva em seguida. Bom apetite!
- Sobre A Tal da Castanha:
- A História da Massa: Da Itália para o Mundo
- Perfil Nutricional: O que as Massas Oferecem ao Organismo
- Massas ao Redor do Mundo: Variações Fascinantes
Receita de Espaguete de abobrinha com molho branco
Ingredients
- 200 g Creme de Amêndoas da A Tal da Castanha:
- 50 g leite vegetal Original da A Tal da Castanha;
- 2 abobrinhas orgânicas;
- 1 colher (sobremesa) de óleo de coco;
- 1 colher (sobremesa) de tomilho seco;
- 1 colher (chá) de tempero lemon pepper;
- 1 colher (sobremesa) de nutritional yeast;
- Sal a gosto.
Instructions
- Corte a abobrinha em fios, como fios de spaghetti. Você pode usar o cortador de legumes ou até uma faca.
- Em uma panela grande, com água fervendo, coloque as abobrinhas por 40 segundos (o tempo vai variar de acordo com o ponto de sua preferência.
- Em outra panela de fundo grosso, coloque o óleo de coco, o tomilho, o nutritional yeast e o lemon pepper. Aqueça até soltar o aroma.
- Adicione o creme de amêndoas e o leite vegetal, então misture até engrossar um pouco. Adicione o suco de limão e as raspas de limão. Misture.
- Adicione a abobrinha, sem a água e sirva em seguida. Bom apetite!
- Sobre A Tal da Castanha:
Ingredientes:
- 200g de Creme de Amêndoas da A Tal da Castanha:
- 50g de leite vegetal Original da A Tal da Castanha;
- 2 abobrinhas orgânicas;
- 1 colher (sobremesa) de óleo de coco;
- 1 colher (sobremesa) de tomilho seco;
- 1 colher (chá) de tempero lemon pepper;
- 1 colher (sobremesa) de nutritional yeast;
- Suco de meio limão;
- Raspas de limão siciliano;
- Sal a gosto.
Modo de preparo:
- Corte a abobrinha em fios, como fios de spaghetti. Você pode usar o cortador de legumes ou até uma faca.
- Em uma panela grande, com água fervendo, coloque as abobrinhas por 40 segundos (o tempo vai variar de acordo com o ponto de sua preferência.
- Em outra panela de fundo grosso, coloque o óleo de coco, o tomilho, o nutritional yeast e o lemon pepper. Aqueça até soltar o aroma.
- Adicione o creme de amêndoas e o leite vegetal, então misture até engrossar um pouco. Adicione o suco de limão e as raspas de limão. Misture.
- Adicione a abobrinha, sem a água e sirva em seguida. Bom apetite!
Sobre A Tal da Castanha:
A Tal da Castanha é uma marca genuinamente brasileira que utiliza em sua composição apenas ingredientes de origem natural e vegetal. A marca combina excelência e inovação para trazer ao mercado brasileiro uma linha inédita de produtos que inclui bebidas vegetais, pastas e snacks. A filosofia da marca é pautada em pureza e simplicidade, quanto menos ingredientes, melhor. Líder no segmento, os produtos A Tal da Castanha são distribuídos nos melhores mercados do país. A Tal da Castanha é uma referência entre as marcas clean label do Brasil e faz parte da seleta lista de empresas B, um grupo global de organizações comprometidas com a geração de impacto positivo na sociedade e no meio ambiente.
A História da Massa: Da Itália para o Mundo
Poucas categorias culinárias têm uma história tão rica e debatida quanto as massas. Embora a Itália seja universalmente reconhecida como a grande guardiã da cultura das massas, os registros históricos mostram que versões de macarrão já existiam na China há mais de 4.000 anos. O historiador gastronômico Silvano Serventi documentou que os romanos conheciam uma pasta chamada laganum — ancestral direta da lasanha — muito antes de Marco Polo supostamente “trazer o macarrão da China” no século XIII, um mito que os historiadores modernos há muito desmontaram.
Foi durante o Renascimento italiano que as massas ganharam sua identidade gastronômica definitiva. Cada região desenvolveu sua forma e molho característicos: o Piemonte abraçou o tajarin fino e rico em gemas; a Emília-Romanha consagrou o tagliatelle ao ragù bolognese; a Nápoles popularizou o spaghetti como alimento de rua, consumido com as mãos por vendedores em praças públicas. A chegada das massas secas nas Américas, com os fluxos migratórios italianos no final do século XIX, transformou a culinária do continente para sempre.
Perfil Nutricional: O que as Massas Oferecem ao Organismo
As massas de trigo duro — como as de semolina ou grano duro — são fontes de carboidratos complexos de digestão moderada, fornecendo energia sustentada ao longo de horas. Ao contrário do pão branco, a estrutura proteica do glúten presente nas massas de qualidade atrasa a liberação de glicose na corrente sanguínea, mantendo o índice glicêmico relativamente baixo (entre 40 e 55). Uma porção de 80g de massa seca cozida al dente fornece aproximadamente 280 kcal, 10g de proteína, 56g de carboidratos e apenas 1,5g de gordura. As versões integrais acrescentam fibras solúveis e insolúveis que alimentam a microbiota intestinal e contribuem para a saciedade.
O segredo nutricional está no ponto de cozimento: massa al dente tem índice glicêmico menor do que massa bem cozida, pois as proteínas ainda envolvem o amido, retardando sua digestão. Acrescentar azeite extravirgem e vegetais ao molho aumenta o teor de antioxidantes e gorduras saudáveis, transformando um prato simples em refeição nutricionalmente completa.
Massas ao Redor do Mundo: Variações Fascinantes
A vocação universal das massas fica evidente quando olhamos para as culturas mais diversas. No Japão, os ramen, soba e udon são massas feitas com farinha de trigo, trigo sarraceno ou batata-doce, servidas em caldos elaborados que levam horas para apurar. No Vietnã, os pho usam macarrão de arroz em caldo de carne perfumado com canela e anis-estrelado. No Oriente Médio, o kishk libanês combina trigo fermentado com leite coalhado, resultando em uma massa única com sabor ácido. Na Etiópia, o injera, embora tecnicamente um pão, funciona como base para molhos e ensopados de forma similar às massas do Mediterrâneo. Cada cultura encontrou na farinha e na água a base para construir sua própria identidade culinária.
A História da Massa: Da Itália para o Mundo
Poucas categorias culinárias têm uma história tão rica e debatida quanto as massas. Embora a Itália seja universalmente reconhecida como a grande guardiã da cultura das massas, os registros históricos mostram que versões de macarrão já existiam na China há mais de 4.000 anos. O historiador gastronômico Silvano Serventi documentou que os romanos conheciam uma pasta chamada laganum — ancestral direta da lasanha — muito antes de Marco Polo supostamente “trazer o macarrão da China” no século XIII, um mito que os historiadores modernos há muito desmontaram.
Foi durante o Renascimento italiano que as massas ganharam sua identidade gastronômica definitiva. Cada região desenvolveu sua forma e molho característicos: o Piemonte abraçou o tajarin fino e rico em gemas; a Emília-Romanha consagrou o tagliatelle ao ragù bolognese; a Nápoles popularizou o spaghetti como alimento de rua, consumido com as mãos por vendedores em praças públicas. A chegada das massas secas nas Américas, com os fluxos migratórios italianos no final do século XIX, transformou a culinária do continente para sempre.
Perfil Nutricional: O que as Massas Oferecem ao Organismo
As massas de trigo duro — como as de semolina ou grano duro — são fontes de carboidratos complexos de digestão moderada, fornecendo energia sustentada ao longo de horas. Ao contrário do pão branco, a estrutura proteica do glúten presente nas massas de qualidade atrasa a liberação de glicose na corrente sanguínea, mantendo o índice glicêmico relativamente baixo (entre 40 e 55). Uma porção de 80g de massa seca cozida al dente fornece aproximadamente 280 kcal, 10g de proteína, 56g de carboidratos e apenas 1,5g de gordura. As versões integrais acrescentam fibras solúveis e insolúveis que alimentam a microbiota intestinal e contribuem para a saciedade.
O segredo nutricional está no ponto de cozimento: massa al dente tem índice glicêmico menor do que massa bem cozida, pois as proteínas ainda envolvem o amido, retardando sua digestão. Acrescentar azeite extravirgem e vegetais ao molho aumenta o teor de antioxidantes e gorduras saudáveis, transformando um prato simples em refeição nutricionalmente completa.
Massas ao Redor do Mundo: Variações Fascinantes
A vocação universal das massas fica evidente quando olhamos para as culturas mais diversas. No Japão, os ramen, soba e udon são massas feitas com farinha de trigo, trigo sarraceno ou batata-doce, servidas em caldos elaborados que levam horas para apurar. No Vietnã, os pho usam macarrão de arroz em caldo de carne perfumado com canela e anis-estrelado. No Oriente Médio, o kishk libanês combina trigo fermentado com leite coalhado, resultando em uma massa única com sabor ácido. Na Etiópia, o injera, embora tecnicamente um pão, funciona como base para molhos e ensopados de forma similar às massas do Mediterrâneo. Cada cultura encontrou na farinha e na água a base para construir sua própria identidade culinária.
