Receita de Pão de Cenoura é alternativa saudável para 2020
Ingredients
- ⅓ (80 ml) de xícara de chá de leite morno
- 2 g emas
- 40 g manteiga derretida
- 1 cenoura grande cozida e amassada
- 1 colher sopa de açúcar
- ½ colher sopa de sal
- 350 g farinha de trigo (aproximadamente)
- ½ colher sopa de fermento biológico seco
Instructions
- Comece cozinhando a cenoura em água fervente e amassando como se fosse fazer um purê. Deixe esfriar.
- Em um recipiente, adicione os ingredientes (dos molhados para os secos), deixando o fermento e a farinha por último.
- Adicione a farinha aos poucos até a massa desgrudar das mãos. Se for preciso, utilize mais do que 350 g.
- Sove de 5 a 10 minutos, cubra com um pano e deixe crescer por 1h30.
- Pincele com gema por cima e asse em um forno preaquecido a 180°C por aproximadamente 15 ou 20 minutos.
A rede atacadista Assaí compartilhou essa receita de pão de cenoura. Que tal começar 2020 incorporando novos hábitos para cuidar da saúde? Nada melhor que substituir o carboidrato simples por pratos mais complexos e ricos.
Ingredientes
- ⅓ (80 ml) de xícara de chá de leite morno
- 2 gemas
- 40 g de manteiga derretida
- 1 cenoura grande cozida e amassada
- 1 colher de sopa de açúcar
- ½ colher de sopa de sal
- 350 g de farinha de trigo (aproximadamente)
- ½ colher de sopa de fermento biológico seco
Modo de Preparo
- Comece cozinhando a cenoura em água fervente e amassando como se fosse fazer um purê. Deixe esfriar.
- Em um recipiente, adicione os ingredientes (dos molhados para os secos), deixando o fermento e a farinha por último.
- Adicione a farinha aos poucos até a massa desgrudar das mãos. Se for preciso, utilize mais do que 350 g.
- Sove de 5 a 10 minutos, cubra com um pano e deixe crescer por 1h30.
- Após esse tempo, sove mais um pouco para tirar as bolhas de ar, faça minipãezinhos e coloque em uma assadeira (não precisa untar). Cubra com um pano e deixe crescer novamente por 1 hora.
- Pincele com gema por cima e asse em um forno preaquecido a 180°C por aproximadamente 15 ou 20 minutos.
Pães, Tortas e Salgados: A Arte da Massa Fermentada
O pão é o alimento mais universal da história humana — presente em todas as civilizações que domesticaram gramíneas, do trigo mediterrâneo ao milho americano, do arroz asiático ao centeio europeu. O pão fermentado mais antigo encontrado pelos arqueólogos data de 14.400 anos e foi descoberto em Shubayqa, na Jordânia, indicando que grupos de caçadores-coletores faziam pão antes mesmo da agricultura. A fermentação espontânea — descoberta provavelmente por acidente, quando a massa foi esquecida e ao ser assada ficou mais leve e saborosa — transformou para sempre a relação da humanidade com os cereais.
A quiche lorraine, torta salgada por excelência, nasceu na região da Lorena, na fronteira entre França e Alemanha, possivelmente no século XVI. A palavra “quiche” deriva do alemão Kuchen (bolo), e o recheio original era apenas ovo, creme e bacon defumado — o queijo foi adição posterior que se tornou indissociável da receita moderna. As tortas salgadas em geral têm esse mesmo DNA de praticidade: uma crosta que serve de recipiente e transportador, preenchida com o que havia disponível na despensa, assada para conservar e fácil de carregar em viagens e trabalhos de campo.
Nutrição: Massas Fermentadas e Suas Vantagens
A fermentação transforma quimicamente os cereais, tornando-os nutricionalmente superiores à farinha crua. As bactérias lácticas do fermento natural (sourdough) consomem parte dos carboidratos simples, reduzindo o índice glicêmico do pão. Mais importante: o ácido fítico — presente nos cereais integrais e que bloqueia a absorção de ferro, zinco e cálcio — é degradado pela fermentação em até 50%, tornando esses minerais mais biodisponíveis. Pão de fermentação natural tem pH mais ácido que o pão de fermento biológico, o que retarda o crescimento de mofo e prolonga naturalmente sua vida útil.
A tapioca, goma extraída da mandioca, é naturalmente sem glúten e com baixo teor proteico — ideal para quem tem doença celíaca ou sensibilidade ao glúten. O pão de queijo mineiro, feito com polvilho azedo (polvilho fermentado), tem textura única graças ao amido gelatinizado durante o cozimento que cria a estrutura elástica característica sem necessidade de glúten.
Tradições Panificadoras ao Redor do Mundo
A cultura do pão artesanal está em plena renascença global. Na França, a baguette tradicional — com apenas farinha, água, sal e fermento — ganhou reconhecimento como patrimônio imaterial da UNESCO em 2022. No Irã, o sangak é assado em leito de pedrinhas quentes e consumido quente no café da manhã por milhões de pessoas diariamente. Na Etiópia, o injera de teff fermentado é simultaneamente prato e talheres — a base esponjosa sobre a qual os ensopados são servidos e com a qual são consumidos. No Brasil, o pão de queijo é talvez o maior fenômeno de exportação da padaria nacional, vendido em aeroportos do mundo todo e representando a herança das fazendas mineiras do século XVIII, onde o polvilho substituía a farinha de trigo importada escassa.
