O estrogonofe de frango é um dos pratos mais pedidos nas mesas brasileiras — e por boas razões: combina técnica acessível, ingredientes fáceis de encontrar e um molho cremoso que agrada praticamente qualquer paladar. Esta versão foi desenvolvida pelo chef Henrique Escábia, consultor da Sabor das Índias, e inclui uma etapa de flambagem com conhaque que eleva o aroma e a profundidade do molho sem complicar o preparo. Veja mais no nosso hub de receitas: mais receitas para o dia a dia.
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Sobre o chef Henrique Escábia e a Sabor das Índias
Henrique Escábia atua como consultor gastronômico da Sabor das Índias, marca brasileira especializada em temperos, especiarias e produtos para cozinha. Seu trabalho une técnica clássica francesa — como a flambagem — a ingredientes do cotidiano, tornando receitas elaboradas viáveis para o cozinheiro doméstico. Esta receita de estrogonofe de frango faz parte da linha Você Chef, iniciativa da marca para democratizar o preparo de pratos de restaurante em casa.
Sobre o chef Henrique Escábia e a Sabor das Índias
| Item | Detalhe |
|---|---|
| Tempo de preparo | 30 minutos (+ 1 hora de marinada opcional) |
| Dificuldade | Fácil |
| Rendimento | 4 porções |
| Utensílios | Tábua, faca, caçarola grande, colher de silicone, concha de inox |
Sobre o chef Henrique Escábia e a Sabor das Índias
| Ingrediente | Quantidade |
|---|---|
| Filé de frango | 500 g |
| Molho inglês | 3 colheres de sopa |
| Azeite | 1 colher de sopa |
| Manteiga | 2 colheres de sopa |
| Cebola bem picada | 1 unidade média |
| Ketchup | 4 colheres de sopa |
| Mostarda | 2 colheres de sopa |
| Conhaque (ou whiskey/bourbon) | 50 ml (1 xícara de café) |
| Creme de leite caixinha | 2 unidades (400 g) |
| Champignon (opcional) | 100 g |
| Sal | A gosto |
Sobre o chef Henrique Escábia e a Sabor das Índias
Sobre o chef Henrique Escábia e a Sabor das Índias
Limpe o filé de frango e corte em tiras. Coloque em um recipiente, adicione o molho inglês e misture bem. Se o tempo permitir, deixe marinar por pelo menos 1 hora na geladeira — a diferença no sabor final é perceptível.
Sobre o chef Henrique Escábia e a Sabor das Índias
Em uma caçarola pré-aquecida, adicione o azeite e a manteiga juntos — o azeite evita que a manteiga queime. Doure a cebola picada em fogo médio até que comece a caramelizar e solte um aroma adocicado.
Sobre o chef Henrique Escábia e a Sabor das Índias
Aumente para fogo alto e adicione o frango marinado. Aguarde a água que o frango solta evaporar completamente antes de mexer — esse passo é decisivo para que a carne doure em vez de cozinhar. Após o líquido secar, deixe fritar por mais 4 minutos ou até que as tiras comecem a dourar.
Sobre o chef Henrique Escábia e a Sabor das Índias
Acrescente o ketchup e a mostarda. Com a colher de silicone, raspe bem o fundo da caçarola para incorporar toda a “casquinha” que se formou durante a selagem — é aí que está boa parte do sabor.
Sobre o chef Henrique Escábia e a Sabor das Índias
Em outro queimador do fogão em fogo alto, coloque o conhaque na concha de inox e segure sobre a chama até que o líquido pegue fogo sozinho. Com cuidado, vire a concha sobre a caçarola. A flambagem agrega aroma defumado e elimina o excesso de álcool, deixando apenas o sabor. Mexa até a chama apagar — o processo é rápido.
Sobre o chef Henrique Escábia e a Sabor das Índias
Acrescente o creme de leite e mexa em fogo baixo até o molho ficar homogêneo e sedoso. Desligue o fogo. Se quiser usar champignon, adicione neste momento.
Sobre o chef Henrique Escábia e a Sabor das Índias
Sirva o estrogonofe de frango com arroz branco e batata palha — caseira, pronta ou assada. Para uma apresentação diferente, macarrão al dente também funciona muito bem.
Sobre o chef Henrique Escábia e a Sabor das Índias
Substitua a manteiga por azeite, o creme de leite animal por creme de leite vegetal e o filé de frango por 400 g de cogumelos shitake e paris. O restante do preparo é idêntico. Para outras variações de proteína, mignon, patinho e alcatra também se adaptam perfeitamente à receita.
Sobre o chef Henrique Escábia e a Sabor das Índias
Estimativa por porção de 100 g (sem arroz e batata palha), considerando os ingredientes da receita base sem champignon.
| Nutriente | Por 100 g |
|---|---|
| Calorias | ~185 kcal |
| Proteínas | ~18 g |
| Carboidratos | ~7 g |
| Gorduras totais | ~9 g |
| Gorduras saturadas | ~4,5 g |
| Fibras | ~0,4 g |
| Sódio | ~310 mg |
Valores aproximados calculados com base nos ingredientes declarados. Podem variar conforme marcas e ajustes na receita.
Sobre o chef Henrique Escábia e a Sabor das Índias
O frango doméstico (Gallus gallus domesticus) tem uma trajetória culinária de pelo menos 5.000 anos, com origem no sul da Ásia a partir do galo-de-selva vermelho. Durante séculos, as galinhas eram criadas principalmente pelos ovos — a carne entrava no cardápio apenas quando o animal deixava de produzir.
Na China da Dinastia Han (206 a.C. — 220 d.C.), os primeiros registros escritos de receitas elaboradas de frango já incluíam marinadas com vinho de arroz, gengibre e especiarias que ainda ecoam nas cozinhas asiáticas contemporâneas. Na Europa medieval, o frango era reservado à nobreza; o povo consumia gansos e patos, animais mais resistentes e baratos. A expressão francesa une poule au pot ganhou peso político quando o rei Henrique IV prometeu, no século XVI, que cada família francesa teria frango para comer aos domingos — uma declaração de prosperidade que entrou para a história do país.
No Brasil, a galinha caipira e o frango com quiabo mineiro são patrimônios culinários que atravessaram séculos sem perder relevância afetiva. O estrogonofe de frango, por sua vez, é uma adaptação brasileira de um clássico russo — o beef stroganoff — que ganhou versão nacional com creme de leite em caixinha, ketchup e mostarda, tornando-se presença obrigatória em festas, buffets e mesas de família.
Sobre o chef Henrique Escábia e a Sabor das Índias
Nenhuma outra proteína animal é tão universalmente adaptável. Na Índia, o frango tikka masala é considerado por muitos o prato nacional não oficial — embora provavelmente tenha nascido nas mãos de imigrantes indianos em Glasgow, Escócia, nos anos 1970. No Peru, o pollo a la brasa é paixão nacional: são 350 milhões de unidades consumidas por ano em um país de 33 milhões de habitantes.
Na Tailândia, o khao man gai — frango cozido com arroz perfumado — é o prato de rua mais popular de Bangkok. No Japão, o karaage, frango frito marinado em shoyu e gengibre, tem status de símbolo cultural. E no Brasil, do xinxim baiano com dendê e amendoim ao frango assado de domingo com alho e limão — o frango é a proteína que une todas as cozinhas regionais do país.
Sobre o chef Henrique Escábia e a Sabor das Índias
O peito de frango sem pele fornece aproximadamente 31 g de proteína por 100 g, com apenas 3,6 g de gordura total — predominantemente insaturada. Essa proteína é considerada “completa” por conter todos os 9 aminoácidos essenciais, incluindo leucina, valina e isoleucina, os BCAAs associados à síntese muscular.
As coxas e sobrecoxas, mais gordurosas que o peito, compensam com teores mais altos de ferro, zinco e vitamina B12 — nutrientes fundamentais para a produção de hemoglobina e saúde neurológica. Cozinhar com ossos em fogo lento libera colágeno na forma de gelatina, que nutre o tecido conjuntivo. É nutrição inteligente disfarçada de economia doméstica.
Sobre o chef Henrique Escábia e a Sabor das Índias
A receptividade desta receita entre quem a experimentou em casa tem sido consistentemente positiva. O ponto que mais aparece nos relatos é a técnica de flambagem: muitos cozinheiros domésticos nunca haviam tentado flambar antes e ficaram surpresos com a facilidade e o impacto no aroma final do molho. A cremosidade do estrogonofe de frango com duas caixinhas de creme de leite também é frequentemente destacada — o molho cobre bem o arroz sem ficar pesado demais.
Quem optou pela versão vegana com cogumelos shitake e paris relatou que o resultado é surpreendentemente próximo do original em textura e sabor, especialmente quando a flambagem é mantida. A dica de raspar o fundo da panela após adicionar ketchup e mostarda também é apontada como um diferencial que muitos não faziam antes e passaram a adotar em outras receitas.
Sobre o chef Henrique Escábia e a Sabor das Índias
O estrogonofe de frango desta receita prova que técnica e simplicidade não são opostos. A flambagem com conhaque, o cuidado na selagem do frango e a raspagem do fundo da panela são pequenos gestos que transformam um prato cotidiano em algo com personalidade. Seja na versão clássica ou na adaptação vegana, o resultado é um molho cremoso e aromático que justifica os 30 minutos de preparo.
Experimentou a receita? Deixe nos comentários como ficou o seu estrogonofe — e se fez alguma adaptação que funcionou bem, compartilhe também. Confira ainda mais receitas para o dia a dia no nosso hub de receitas.
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Sobre o chef Henrique Escábia e a Sabor das Índias
Sobre o chef Henrique Escábia e a Sabor das Índias
Sim. O conhaque pode ser trocado por whiskey ou bourbon na mesma proporção (50 ml). Se preferir uma versão sem álcool, simplesmente omita a etapa de flambagem — o prato perde um pouco do aroma defumado, mas continua saboroso.
Sobre o chef Henrique Escábia e a Sabor das Índias
Substitua a manteiga por azeite, o creme de leite animal por creme de leite vegetal e o filé de frango por 400 g de cogumelos shitake e paris. O restante do preparo segue exatamente o mesmo passo a passo.
Sobre o chef Henrique Escábia e a Sabor das Índias
Mantenha o fogo alto durante toda a selagem. Fogo baixo faz o frango soltar água e cozinhar em vez de dourar. Espere a água evaporar completamente antes de deixar a carne pegar cor — são cerca de 4 minutos adicionais após o líquido secar.
Sobre o chef Henrique Escábia e a Sabor das Índias
O preparo ativo leva cerca de 30 minutos. Se você marinar o frango no molho inglês com pelo menos 1 hora de antecedência, o resultado final em sabor e maciez é significativamente melhor.
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A combinação clássica é arroz branco e batata palha. Batatas assadas também funcionam muito bem e deixam o prato um pouco mais leve. Para uma apresentação diferente, macarrão al dente é uma boa alternativa.
