Receita simples de vegetais gratinados
Ingredients
- 1 berinjela picada em cubos;
- 1 abobrinha picada em cubos;
- 2 tomates sem sementes
- 1 cebola;
- 2 dentes alho;
- 1 colher sopa de azeite
- 250 ml A Tal da Castanha Original;
- 1 xícara tofu em cubos;
- 1 colher café de cúrcuma;
- 1 pitada noz moscada;
- Sal e pimenta-do-reino a gosto.
Instructions
- Sobre A Tal da Castanha:
A receita leve e deliciosa, é ideal para um jantar ou mesmo acompanhando um prato principal. A sugestão é a forma mais prática de incluir vegetais no dia a dia, principalmente por quem possui alguma dificuldade de incorporar cores nas refeições.
Os vegetais gratinados combinam proteínas, gorduras saudáveis, vitaminas, minerais e fibras. A bebida A Tal da Castanha Original proposta para incrementar o sabor possui lista de ingredientes reduzida, sendo feita apenas com amêndoas de castanha de caju e água. São as castanhas que entregam nutrientes, sabor, cor e o aspecto cremoso do prato apresentado. Elas também possuem proteínas de alta qualidade e são uma ótima fonte de boas gorduras e minerais. Confira a seguir o passo a passo.
INGREDIENTES:
- 1 berinjela picada em cubos;
- 1 abobrinha picada em cubos;
- 2 tomates sem sementes, picado e em cubos;
- 1 cebola;
- 2 dentes de alho;
- 1 colher de sopa de azeite
- 250 ml de A Tal da Castanha Original;
- 1 xícara de tofu em cubos;
- 1 colher de café de cúrcuma;
- 1 pitada de noz moscada;
- Sal e pimenta-do-reino a gosto.
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PREPARO:⠀
Refogue o alho e a cebola no azeite até dourar. Acrescente o tofu e refogue por mais dois minutos. No liquidificador, bata o tofu refogado com a bebida A Tal da Castanha Original.
Acrescente a cúrcuma, a noz moscada e acerte o tempero com sal e a pimenta-do-reino. Em uma travessa, coloque os vegetais picados e tempere com sal, pimenta e um fio de azeite. Acrescente o molho por cima e leve ao forno alto até que os vegetais fiquem macios.
Sobre A Tal da Castanha:
A Tal da Castanha é uma marca genuinamente brasileira que utiliza em sua composição apenas ingredientes de origem natural e vegetal. A marca combina excelência e inovação para trazer ao mercado brasileiro uma linha inédita de produtos que inclui bebidas vegetais, pastas e snacks. A filosofia da marca é pautada em pureza e simplicidade, quanto menos ingredientes, melhor. Líder no segmento, os produtos A Tal da Castanha são distribuídos nos melhores mercados do país. A Tal da Castanha é uma referência entre as marcas clean label do Brasil e faz parte da seleta lista de empresas B, um grupo global de organizações comprometidas com a geração de impacto positivo na sociedade e no meio ambiente.
A Gastronomia como Patrimônio Cultural
A alimentação humana é muito mais do que necessidade biológica — é linguagem, identidade e memória. O antropólogo Claude Lévi-Strauss, em sua obra seminal O Cru e o Cozido (1964), argumentou que a distinção entre alimentos crus e cozidos é a primeira e mais fundamental distinção cultural da humanidade: cozinhar transforma natureza em cultura, e cada técnica culinária é uma declaração filosófica sobre quem somos. Cada receita que passa de geração em geração carrega não apenas ingredientes e técnicas, mas histórias de migração, adaptação, escassez, abundância e criatividade.
O Brasil ocupa uma posição única na gastronomia mundial por ser o resultado de três grandes encontros culinários: a cozinha indígena (com seus processos de fermentação, uso de raízes, peixe e frutas amazônicas), a cozinha africana (com o dendê, quiabo, amendoim, coco e as técnicas de cozimento lento) e a cozinha europeia (principalmente portuguesa, com seu azeite, bacalhau, vinhos e doçaria conventual). A essa base, somaram-se as contribuições de japoneses, italianos, alemães, sírio-libaneses e tantos outros grupos que chegaram a partir do século XIX, enriquecendo ainda mais o mosaico culinário brasileiro.
A Gastronomia como Patrimônio Cultural
Pesquisas consistentes demonstram que pessoas que cozinham em casa regularmente têm dietas nutricionalmente superiores às que dependem de alimentação industrializada ou de restaurantes. Um estudo publicado no Public Health Nutrition com 9.569 participantes mostrou que quem cozinha mais de 5 vezes por semana consome 137 calorias a menos por refeição, mais vegetais e menos gorduras saturadas do que quem raramente cozinha. Além disso, o ato de cozinhar em si tem benefícios documentados para a saúde mental: é uma atividade mindfulness, de foco no presente, que combina criatividade, técnica e resultados tangíveis — uma receita (literalmente) para reduzir estresse e ansiedade.
O desperdício alimentar é outro fator onde cozinhar em casa faz grande diferença: quando temos controle sobre os ingredientes, usamos sobras de forma criativa, reduzindo o descarte. O Brasil desperdiça 46 milhões de toneladas de alimentos por ano — mais do que a produção total de muitos países — e grande parte desse desperdício ocorre no nível doméstico. Receitas que aproveitam cascas, talos e sementes não são apenas economia: são posicionamento ético diante de um sistema alimentar que precisa urgentemente de mudança.
A Gastronomia como Patrimônio Cultural
Chefs de restaurantes com estrelas Michelin frequentemente revelam que seu maior segredo não é a técnica — é a qualidade dos ingredientes. Um tomate cultivado lentamente em solo rico, colhido maduro, tem um perfil de sabor incomparavelmente superior ao tomate verde colhido antes do ponto e amadurecido artificialmente em câmaras frigoríficas. O mesmo vale para azeite extravirgem de primeira prensagem versus óleo refinado, para queijo artesanal versus processado, para frango de granja versus criação convencional. Apoiar produtores locais, mercados de agricultores e feiras orgânicas não é apenas escolha gastronômica — é investimento na biodiversidade alimentar, na saúde do solo e na economia das comunidades rurais.
