Torta de maçã com creme, a sobremesa perfeita

Torta de maçã com creme, a sobremesa perfeita

Prep Time 10 minutes
Cook Time 30 minutes
Total Time 40 minutes
Servings 4 porções

Ingredients
  

  • 1 e 3/4 xícara de chá de leite
  • 1 g ema;
  • 1/2 xícara chá de açúcar;
  • 1/4 xícara chá de farinha de trigo;
  • 1/4 xícara chá de amido de milho;
  • 2 ovos;
  • 1 xícara chá de açúcar;
  • 1 pitada sal;
  • 1/2 xícara chá de óleo de girassol;
  • 3/4 xícara chá de leite;
  • 2 e 1/2 xícara de chá de farinha de trigo;
  • 1 colher sopa de fermento em pó químico;
  • 50 g ramas de uva passa;
  • 2 maçãs fatiadas;
  • 1 colher sopa de açúcar de confeiteiro para decorar.

Instructions
 

  • Depois deixe esfriar.
  • Bata na batedeira os ovos com o açúcar e o sal por 10 minutos até formar um creme fofo. Adicione o óleo e o leite e bata para incorporar.
  • Adicione a farinha de trigo e o fermento em pó peneirados e misture com fouet. Após isso, adicione a baunilha.
  • Despeje a massa em uma forma desmontável (22 cm de diâmetro) untada e enfarinhada ou forrada com papel manteiga.
  • Coloque o creme frio sobre a massa, decore com as passas e as fatias de maçãs.
  • Aqueça a Wok Grill por 5 minutos à 150 graus e asse a torta por 35 minutos à 150 graus.
  • Desenforme após esfriar e polvilhe açúcar de confeiteiro para decorar.
  • Dicas: As fatias de maçãs podem ser substituídas por bananas ou pera.
  • Pode acrescentar canela em pó ao açúcar de confeiteiro para decorar a torta.

A torta de maçã é uma receita clássica que pode ser consumida em vários momentos do dia. Pensando nisso, a Wok Grill desenvolveu uma receita super fácil e saborosa desse doce com creme.

Veja abaixo os ingredientes e modo de preparo.

Ingredientes

Creme

  • 1 e 3/4 xícara de chá de leite
  • 1 gema;
  • 1/2 xícara de chá de açúcar;
  • 1/4 xícara de chá de farinha de trigo;
  • 1/4 xícara de chá de amido de milho;
  • Gotas de baunilha;

Massa

  • 2 ovos;
  • 1 xícara de chá de açúcar;
  • 1 pitada de sal;
  • 1/2 xícara de chá de óleo de girassol;
  • 3/4 xícara de chá de leite;
  • 2 e 1/2 xícara de chá de farinha de trigo;
  • 1 colher de sopa de fermento em pó químico;
  • Gotas de baunilha.

Cobertura

  • 50 gramas de uva passa;
  • 2 maçãs fatiadas;
  • 1 colher de sopa de açúcar de confeiteiro para decorar.

 

Modo de preparo

Creme

Coloque em uma panela o leite, adicione a gema, o açúcar, a farinha de trigo, o amido de milho e a baunilha. Leve ao fogo médio mexendo sempre com um fouet para não empelotar até ferver e engrossar.

Depois deixe esfriar.

Massa 

Bata na batedeira os ovos com o açúcar e o sal por 10 minutos até formar um creme fofo. Adicione o óleo e o leite e bata para incorporar. 

Adicione a farinha de trigo e o fermento em pó peneirados e misture com fouet. Após isso, adicione a baunilha. 

Despeje a massa em uma forma desmontável (22 cm de diâmetro) untada e enfarinhada ou forrada com papel manteiga.

Coloque o creme frio sobre a massa, decore com as passas e as fatias de maçãs.
Aqueça a Wok Grill por 5 minutos à 150 graus e asse a torta por 35 minutos à 150 graus.
Desenforme após esfriar e polvilhe açúcar de confeiteiro para decorar.

Dicas: As fatias de maçãs podem ser substituídas por bananas ou pera.
Pode acrescentar canela em pó ao açúcar de confeiteiro para decorar a torta.

A Arte das Sobremesas: Açúcar, Ciência e Cultura

As sobremesas têm uma história intimamente ligada à disponibilidade do açúcar. Na Europa medieval, apenas os mais ricos podiam se dar ao luxo de sobremesas doces — o açúcar de cana era importado do Oriente e custava mais que muitas especiarias. A palavra “sobremesa” em si revela sua posição ritual: sobre a mesa, servida depois de retirar os pratos principais, era o momento de exibição de riqueza e sofisticação do anfitrião. Os confeiteiros medievais eram considerados artistas e alquimistas — suas criações em açúcar esculpido (subtletés) representavam castelos, animais e figuras bíblicas que desapareciam no final do banquete.

No Brasil, a doçaria tem raízes em três grandes tradições: a portuguesa (com seus bolos de amêndoa, ovos moles e quindins que vieram dos conventos do Alentejo e Algarve), a africana (com as cocadas, pamonhas e derivados de dendê e amendoim dos povos escravizados) e a indígena (com os doces de frutas nativas, as paçocas de amendoim e as garimpadas com mel de abelhas sem ferrão). A fusão dessas três tradições criou uma doçaria nacional única no mundo.

A Química das Sobremesas: Por que Funcionam

Fazer sobremesas é, literalmente, fazer ciência. O comportamento do açúcar em diferentes temperaturas define texturas completamente distintas: a 105°C forma-se a calda (para compotas), a 115°C o ponto de bala mole (para marshmallow), a 150°C o caramelo claro, a 170°C o caramelo escuro que amargura levemente. O leite Maillard — reação entre proteínas e açúcares acima de 140°C — cria os aromas tostados do doce de leite, do brigadeiro e do leite condensado aquecido que tornam essas sobremesas irresistíveis.

O chocolate merece atenção especial: o cacau contém teobromina, um estimulante mais suave que a cafeína que eleva o humor, e feniletilamina, neurotransmissor associado ao estado de apaixonamento. Chocolates com 70%+ de cacau contêm flavonoides (especialmente epicatequina) com comprovada ação cardiovascular — estudos da Universidade Harvard mostram que consumo moderado de chocolate amargo está associado a 37% menos eventos cardiovasculares. Quantidades equilibradas de qualidade premium, portanto, são literalmente boas para o coração.

Sobremesas Icônicas ao Redor do Mundo

Cada cultura tem suas sobremesas de alma que definem identidade nacional. O tiramisù italiano (criado em Treviso nos anos 1960, com café espresso, mascarpone e savoiardi) tornou-se a sobremesa mais pedida nos restaurantes do mundo. O baklava turco-árabe de nozes e mel em camadas finíssimas de massa folhada é símbolo de hospitalidade no Oriente Médio. O mochi japonês de arroz glutinoso e recheio de pasta de feijão é vendido em 450 variedades na estação das cerejas. O crème brûlée francês com sua casquinha de açúcar caramelizado na hora fascina pela combinação de texturas. E o brigadeiro brasileiro — criado na campanha presidencial de Getúlio Vargas nos anos 1940 — conquistou o mundo como “doce nacional” e hoje aparece em cardápios de restaurantes finos de Paris a Nova Iorque.

Criado em: 06/01/2023

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Atualizado em: 23/06/2026

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