Celebre o Dia Mundial do Amor com Finna
- 300 g chocolate meio amargo
- 200 g Margarina Puro Sabor
- 5 ovos inteiros
- 5 g emas
- 130 g açúcar
- ½ colher essência de baunilha
- 120 g Farinha Finna Tradicional
- 1 pitada sal
- Pré-aqueça o forno a 250 graus.
- Unte com Margarina Puro Sabor e polvilhe com chocolate em pó as forminhas de alumínio.
- Em uma tigela, coloque o chocolate picado e a margarina. Leve ao fogo em banho-maria até derreter e misturar bem. Reserve.
- Acrescente a baunilha, a Farinha Finna Tradicional e o sal. Acrescente na massa de chocolate derretido e deixe descansar por 10 minutos.
- Encha as forminhas. Leve ao forno já aquecido por de 4 a 6 minutos.
- Sirva com sorvete e calda de chocolate.
- Sobre a M. Dias Branco
Aprenda a fazer Petit Gateau e deixe o dia ainda mais especial
Mundialmente conhecido como Valentine’s Day, no dia 14 de fevereiro é celebrado o Dia Internacional do Amor ou Dia de São Valentim. A data é uma homenagem ao bispo, que realizava cerimônias de casamento escondidas no século III, quando a união estava proibida. Por conta disso, a data tornou-se uma homenagem ao São Valentim, como também aos namorados e ao amor.
Já que com Finna, marca de farinhas e misturas para bolo da M. Dias Branco, sempre dá certo, principalmente, as receitas feitas com amor, prepare uma receita tão especial quanto a data. A marca sugere Petit Gateau, a delícia que é conhecida como “fondant au chocolat” na França e que pode ser dividida para dois, ainda acompanhando o sorvete e a calda de sua preferência.
Para aprender como fazer, confira o modo de preparo abaixo:
Petit Gateau
Ingredientes:
- 300g de chocolate meio amargo
- 200g de Margarina Puro Sabor
- 5 ovos inteiros
- 5 gemas
- 130g de açúcar
- ½ colher de essência de baunilha
- 120g de Farinha Finna Tradicional
- 1 pitada de sal
Modo de Preparo:
- Pré-aqueça o forno a 250 graus.
- Unte com Margarina Puro Sabor e polvilhe com chocolate em pó as forminhas de alumínio.
- Em uma tigela, coloque o chocolate picado e a margarina. Leve ao fogo em banho-maria até derreter e misturar bem. Reserve.
- Em outra tigela, coloque os ovos, as gemas e o açúcar e misture bem. Leve ao banho-maria mexendo com uma espátula (até derreter o açúcar, mas cuidado para não cozinhar os ovos).
- Acrescente a baunilha, a Farinha Finna Tradicional e o sal. Acrescente na massa de chocolate derretido e deixe descansar por 10 minutos.
- Encha as forminhas. Leve ao forno já aquecido por de 4 a 6 minutos.
- Sirva com sorvete e calda de chocolate.
Sobre a Finna
Líder de vendas no segmento de farinhas no Nordeste, de acordo com a Nielsen (OUT-NOV/2022), a marca Finna pertence ao portfólio de marcas da M. Dias Branco S.A. Indústria e Comércio de Alimentos e atua nas regiões Norte e Nordeste do país. Com o slogan “Com Finna, sempre dá certo”, a marca produz e comercializa farinhas com e sem fermento, e mistura para bolo tradicional nos sabores chocolate, milho cremoso, laranja, baunilha, brownie, coco e festa.
Sobre a M. Dias Branco
Fundada em 1953, a M. Dias Branco é uma empresa do setor de alimentos com ações negociadas no segmento do Novo Mercado na B3. Sua história começou na década de 40, com a Padaria Imperial, uma iniciativa de Manuel Dias Branco em Fortaleza (CE). Hoje, as suas operações geram mais de 16 mil empregos diretos em diferentes regiões, refletindo o seu compromisso com o desenvolvimento econômico e social do país. A Companhia possui 17 indústrias ou complexos industriais, sendo que sete deles possuem estruturas de moinho de trigo, além de 30 filiais comerciais, que favorecem a distribuição de seus produtos em todo o Brasil e para mais de 40 países
A Gastronomia como Patrimônio Cultural
A alimentação humana é muito mais do que necessidade biológica — é linguagem, identidade e memória. O antropólogo Claude Lévi-Strauss, em sua obra seminal O Cru e o Cozido (1964), argumentou que a distinção entre alimentos crus e cozidos é a primeira e mais fundamental distinção cultural da humanidade: cozinhar transforma natureza em cultura, e cada técnica culinária é uma declaração filosófica sobre quem somos. Cada receita que passa de geração em geração carrega não apenas ingredientes e técnicas, mas histórias de migração, adaptação, escassez, abundância e criatividade.
O Brasil ocupa uma posição única na gastronomia mundial por ser o resultado de três grandes encontros culinários: a cozinha indígena (com seus processos de fermentação, uso de raízes, peixe e frutas amazônicas), a cozinha africana (com o dendê, quiabo, amendoim, coco e as técnicas de cozimento lento) e a cozinha europeia (principalmente portuguesa, com seu azeite, bacalhau, vinhos e doçaria conventual). A essa base, somaram-se as contribuições de japoneses, italianos, alemães, sírio-libaneses e tantos outros grupos que chegaram a partir do século XIX, enriquecendo ainda mais o mosaico culinário brasileiro.
Por que Cozinhar em Casa Faz Diferença
Pesquisas consistentes demonstram que pessoas que cozinham em casa regularmente têm dietas nutricionalmente superiores às que dependem de alimentação industrializada ou de restaurantes. Um estudo publicado no Public Health Nutrition com 9.569 participantes mostrou que quem cozinha mais de 5 vezes por semana consome 137 calorias a menos por refeição, mais vegetais e menos gorduras saturadas do que quem raramente cozinha. Além disso, o ato de cozinhar em si tem benefícios documentados para a saúde mental: é uma atividade mindfulness, de foco no presente, que combina criatividade, técnica e resultados tangíveis — uma receita (literalmente) para reduzir estresse e ansiedade.
O desperdício alimentar é outro fator onde cozinhar em casa faz grande diferença: quando temos controle sobre os ingredientes, usamos sobras de forma criativa, reduzindo o descarte. O Brasil desperdiça 46 milhões de toneladas de alimentos por ano — mais do que a produção total de muitos países — e grande parte desse desperdício ocorre no nível doméstico. Receitas que aproveitam cascas, talos e sementes não são apenas economia: são posicionamento ético diante de um sistema alimentar que precisa urgentemente de mudança.
Ingredientes de Qualidade: O Segredo Mais Simples
Chefs de restaurantes com estrelas Michelin frequentemente revelam que seu maior segredo não é a técnica — é a qualidade dos ingredientes. Um tomate cultivado lentamente em solo rico, colhido maduro, tem um perfil de sabor incomparavelmente superior ao tomate verde colhido antes do ponto e amadurecido artificialmente em câmaras frigoríficas. O mesmo vale para azeite extravirgem de primeira prensagem versus óleo refinado, para queijo artesanal versus processado, para frango de granja versus criação convencional. Apoiar produtores locais, mercados de agricultores e feiras orgânicas não é apenas escolha gastronômica — é investimento na biodiversidade alimentar, na saúde do solo e na economia das comunidades rurais.
