Por: Redação

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Em: Massas e Risotos, Receitas

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Atualizado em:

fusilli costelinha

Delicioso fusilli com molho de costelinha suína

Prep Time 30 minutes
Cook Time 30 minutes
Total Time 1 hour
Servings 4 porções

Ingredients
  

  • 500 g Fusilli Barilla
  • 500 g costelinha suína fresca
  • 500 g tomate pelado
  • 1 cebola média triturada
  • 1 cenoura média triturada
  • 1 talo de salsão triturado
  • 1 pimenta dedo de moça triturada
  • 2 dentes alho triturados
  • 1 copo vinho branco seco
  • 100 g parmesão
  • 30 ml azeite de oliva extra virgem
  • Sal e pimenta do reino a gosto

Instructions
 

  • • Retirar a costelinha do fogo, resfriar e desossá-la. Desfiar a carne e reservar.
  • • Cozinhar a massa em abundante água salgada e retirar dois minutos antes do tempo indicado na embalagem. Escorrer.
  • • Misturar a massa ao molho de costelinha e adicionar uma ou duas conchas da água do seu cozimento e mexer por mais dois minutos.
  • • Desligar o fogo e adicionar o queijo parmesão ralado e um fio e azeite. Misturar bem e servir imediatamente.
  • Rendimento: 6 porções | Tempo de preparo: 1h e 40 min | Dificuldade: Média

A Barilla, líder global em massas, preparou uma receita deliciosa: o Fusilli Barilla com molho de costelinha suína. O prato é ideal para os dias mais frios e perfeito para o almoço ou jantar em família.

Os ingredientes são de fácil manuseio, e a mistura do parmesão, com vinho branco, pimenta e legumes deixam a receita repleta de sabor. Além de ser uma ótima opção para treinar as habilidades de um Master of Pasta em casa.

Ingredientes

  • 500g de Fusilli Barilla
  • 500g de costelinha suína fresca
  • 500g tomate pelado
  • 1 cebola média triturada
  • 1 cenoura média triturada
  • 1 talo de salsão triturado
  • 1 pimenta dedo de moça triturada
  • 2 dentes de alho triturados
  • 1 copo de vinho branco seco
  • 100g de parmesão
  • 30ml de azeite de oliva extra virgem
  • Sal e pimenta do reino a gosto

Modo de Preparo

• Em uma frigideira antiaderente aquecer um fio de azeite, dourar muito bem os dois lados da costelinha suína, e adicionar o vinho branco seco. Reduzir o fogo e cozinhar por 30 minutos, com a frigideira tampada. Ir adicionando água à medida que for secando.
• Retirar a costelinha do fogo, resfriar e desossá-la. Desfiar a carne e reservar.
• Na mesma frigideira dourar a cebola, a cenoura, o salsão, a pimenta dedo de moça, o alho e as ervas. Voltar a carne desfiada e adicionar o tomate pelado. Reduzir o fogo e deixar cozinhar por pelo menos 1 hora.
• Cozinhar a massa em abundante água salgada e retirar dois minutos antes do tempo indicado na embalagem. Escorrer.
• Misturar a massa ao molho de costelinha e adicionar uma ou duas conchas da água do seu cozimento e mexer por mais dois minutos.
• Desligar o fogo e adicionar o queijo parmesão ralado e um fio e azeite. Misturar bem e servir imediatamente.

Rendimento: 6 porções | Tempo de preparo: 1h e 40 min | Dificuldade: Média

A História da Massa: Da Itália para o Mundo

Poucas categorias culinárias têm uma história tão rica e debatida quanto as massas. Embora a Itália seja universalmente reconhecida como a grande guardiã da cultura das massas, os registros históricos mostram que versões de macarrão já existiam na China há mais de 4.000 anos. O historiador gastronômico Silvano Serventi documentou que os romanos conheciam uma pasta chamada laganum — ancestral direta da lasanha — muito antes de Marco Polo supostamente “trazer o macarrão da China” no século XIII, um mito que os historiadores modernos há muito desmontaram.

Foi durante o Renascimento italiano que as massas ganharam sua identidade gastronômica definitiva. Cada região desenvolveu sua forma e molho característicos: o Piemonte abraçou o tajarin fino e rico em gemas; a Emília-Romanha consagrou o tagliatelle ao ragù bolognese; a Nápoles popularizou o spaghetti como alimento de rua, consumido com as mãos por vendedores em praças públicas. A chegada das massas secas nas Américas, com os fluxos migratórios italianos no final do século XIX, transformou a culinária do continente para sempre

Perfil Nutricional: O que as Massas Oferecem ao Organismo

As massas de trigo duro — como as de semolina ou grano duro — são fontes de carboidratos complexos de digestão moderada, fornecendo energia sustentada ao longo de horas. Ao contrário do pão branco, a estrutura proteica do glúten presente nas massas de qualidade atrasa a liberação de glicose na corrente sanguínea, mantendo o índice glicêmico relativamente baixo (entre 40 e 55). Uma porção de 80g de massa seca cozida al dente fornece aproximadamente 280 kcal, 10g de proteína, 56g de carboidratos e apenas 1,5g de gordura. As versões integrais acrescentam fibras solúveis e insolúveis que alimentam a microbiota intestinal e contribuem para a saciedade.

O segredo nutricional está no ponto de cozimento: massa al dente tem índice glicêmico menor do que massa bem cozida, pois as proteínas ainda envolvem o amido, retardando sua digestão. Acrescentar azeite extravirgem e vegetais ao molho aumenta o teor de antioxidantes e gorduras saudáveis, transformando um prato simples em refeição nutricionalmente completa. leia também sobre Receita de Fideuá

Massas ao Redor do Mundo: Variações Fascinantes

A vocação universal das massas fica evidente quando olhamos para as culturas mais diversas. No Japão, os ramen, soba e udon são massas feitas com farinha de trigo, trigo sarraceno ou batata-doce, servidas em caldos elaborados que levam horas para apurar. No Vietnã, os pho usam macarrão de arroz em caldo de carne perfumado com canela e anis-estrelado. No Oriente Médio, o kishk libanês combina trigo fermentado com leite coalhado, resultando em uma massa única com sabor ácido. Na Etiópia, o injera, embora tecnicamente um pão, funciona como base para molhos e ensopados de forma similar às massas do Mediterrâneo. Cada cultura encontrou na farinha e na água a base para construir sua própria identidade culinária.

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