Espaguete de abobrinha ao molho pesto
Ingredients
- 1 abobrinha italiana média
- 2 colheres sopa de manteiga
- ½ xícara chá de castanhas do pará
- ½ xícara queijo parmesão ralado grosso
- 2 xícaras chá de manjericão fresco
- 1 dente alho
- ½ xícara chá de azeite
- 1 colher sopa de suco de limão siciliano
- Sal e pimenta-do-reino moída a gosto
Instructions
- Dica: essa receita pode ser feita com espaguete de cenouras, beterrabas, nabo ou até um mix de dois ou mais legumes.
Pensando em inovar na cozinha? Mondial apresenta receita de espaguete de abobrinha ao molho pesto de manjericão. Para fazer, é necessário ter, de preferência, um Cortador Espiral – Electric Spiralizer Red – CS-02. O eletrodoméstico corta legumes em formato de macarrão com suas três lâminas em aço inox (corte tipo cappellini, spaghetti e tagliatelle). Precisamos urgente de um desse!

Ingredientes:
- 1 abobrinha italiana média
- 2 colheres de sopa de manteiga
- ½ xícara de chá de castanhas do pará
- ½ xícara de queijo parmesão ralado grosso
- 2 xícaras de chá de manjericão fresco
- 1 dente de alho
- ½ xícara de chá de azeite
- 1 colher de sopa de suco de limão siciliano
- Sal e pimenta-do-reino moída a gosto
Modo de preparo:
Passe a abobrinha inteira (previamente lavada) na faca spaghetti do seu Spiralizer. Em uma frigideira, aqueça a manteiga e salteie o espaguete de abobrinha por cerca de 3 a 4 minutos. Tempere com sal e pimenta-do-reino e reserve. Bata todos os demais ingredientes em um processador ou liquidificador com a opção pulsar, triturando grosseiramente, até formar uma pasta crocante. Misture imediatamente ao espaguete e sirva.
Dica: essa receita pode ser feita com espaguete de cenouras, beterrabas, nabo ou até um mix de dois ou mais legumes.
A História da Massa: Da Itália para o Mundo
Poucas categorias culinárias têm uma história tão rica e debatida quanto as massas. Embora a Itália seja universalmente reconhecida como a grande guardiã da cultura das massas, os registros históricos mostram que versões de macarrão já existiam na China há mais de 4.000 anos. O historiador gastronômico Silvano Serventi documentou que os romanos conheciam uma pasta chamada laganum — ancestral direta da lasanha — muito antes de Marco Polo supostamente “trazer o macarrão da China” no século XIII, um mito que os historiadores modernos há muito desmontaram.
Foi durante o Renascimento italiano que as massas ganharam sua identidade gastronômica definitiva. Cada região desenvolveu sua forma e molho característicos: o Piemonte abraçou o tajarin fino e rico em gemas; a Emília-Romanha consagrou o tagliatelle ao ragù bolognese; a Nápoles popularizou o spaghetti como alimento de rua, consumido com as mãos por vendedores em praças públicas. A chegada das massas secas nas Américas, com os fluxos migratórios italianos no final do século XIX, transformou a culinária do continente para sempre. leia também sobre Receita de Macarrão com Cogumelos
Perfil Nutricional: O que as Massas Oferecem ao Organismo
As massas de trigo duro — como as de semolina ou grano duro — são fontes de carboidratos complexos de digestão moderada, fornecendo energia sustentada ao longo de horas. Ao contrário do pão branco, a estrutura proteica do glúten presente nas massas de qualidade atrasa a liberação de glicose na corrente sanguínea, mantendo o índice glicêmico relativamente baixo (entre 40 e 55). Uma porção de 80g de massa seca cozida al dente fornece aproximadamente 280 kcal, 10g de proteína, 56g de carboidratos e apenas 1,5g de gordura. As versões integrais acrescentam fibras solúveis e insolúveis que alimentam a microbiota intestinal e contribuem para a saciedade.
O segredo nutricional está no ponto de cozimento: massa al dente tem índice glicêmico menor do que massa bem cozida, pois as proteínas ainda envolvem o amido, retardando sua digestão. Acrescentar azeite extravirgem e vegetais ao molho aumenta o teor de antioxidantes e gorduras saudáveis, transformando um prato simples em refeição nutricionalmente completa.
Massas ao Redor do Mundo: Variações Fascinantes
A vocação universal das massas fica evidente quando olhamos para as culturas mais diversas. No Japão, os ramen, soba e udon são massas feitas com farinha de trigo, trigo sarraceno ou batata-doce, servidas em caldos elaborados que levam horas para apurar. No Vietnã, os pho usam macarrão de arroz em caldo de carne perfumado com canela e anis-estrelado. No Oriente Médio, o kishk libanês combina trigo fermentado com leite coalhado, resultando em uma massa única com sabor ácido. Na Etiópia, o injera, embora tecnicamente um pão, funciona como base para molhos e ensopados de forma similar às massas do Mediterrâneo. Cada cultura encontrou na farinha e na água a base para construir sua própria identidade culinária.
