Receita da sofisticada torta de pistache, tahine, tâmaras e chocolate
Ingredients
- 1 xícara de pistache se casca ou outro nuts como amendoas
- 2 colheres sopa de óleo de coco sem sabor;
- ½ colher café de sal.
- Para o recheio 1:
- 1 xícara de tahine libanês @sesamoreal. Você pode substituir por pasta de amêndoas, castanha ou amendoim;
- ½ xícara manteiga de cacau ralada ou óleo de coco sem sabor;
- 1 pitada sal;
- 1 colher de sopa de missô (opcional) e orgânico (sugiro o de grão de bico da @origemtemperos).
- Para o recheio 2:
- 1 colher chá de flor de sal;
- 1 xícara de nibs de cacau (ou pedacinhos de chocolate picados).
- Para o recheio 3:
- ¾ xícara de chocolate 70% cacau ralado;
- 1 colher café de sal rosa;
- 1/4 xícara de manteiga de cacau ou óleo de coco sem sabor;
- 1 pitada canela (opcional).
- Para o recheio 2: na metade do tempo do freezer, salpique a flor de sal e nibs de cacau uniformemente e volte para gelar.
A receita de Torta de Pistache, Tahine, Tâmaras e Chocolate foi especialmente criada pela Patricia Helú Abbud e a dica para dar certo é se organizar para preparar, já que receita leva pelo menos um dia para firmar o ponto.
Na receita, ela sugere a bebida Original da A Tal da Castanha que possui lista de ingredientes reduzida, sendo feito apenas com amêndoas de castanha de caju e água, ou Caju+Coco feito com castanhas de caju, coco e água. A mistura de coco e castanhas se transforma em uma bebida com um sabor delicioso, perfeito para ser usado em receitas. A combinação é naturalmente rica em ômega 9, vitaminas, minerais e uma fonte de proteínas de alta qualidade e fibras. Vamos à receita?
Ingredientes:
Para para a massa:
- 1 xícara de pistache se casca ou outro nuts como amendoas, castanhas e avelã;
½ xícara de nozes pecan ou outro nuts (pode usar o mesmo nuts de cima ou misturar dois); - 1 e ½ xícaras de tâmaras medjool (idealmente a tamara, pois é uma fruta seca mais neutra). A sugestão é usar pelo menos metade dela. Também pode usar damasco, uva passa branca ou banana passa;
- 2 colheres de sopa de óleo de coco sem sabor;
- ½ colher de café de sal.
Para o recheio 1:
- 1 xícara de tahine libanês @sesamoreal. Você pode substituir por pasta de amêndoas, castanha ou amendoim;
- ½ xícara de manteiga de cacau ralada ou óleo de coco sem sabor;
- 1 pitada de sal;
- 1 colher de sopa de missô (opcional) e orgânico (sugiro o de grão de bico da @origemtemperos).
Para o recheio 2:
- 1 colher de chá de flor de sal;
- 1 xícara de nibs de cacau (ou pedacinhos de chocolate picados).
Para o recheio 3:
- ¾ de xícara de chocolate 70% cacau ralado;
- ¾ de xícara de leite de castanhas ou coco @ataldacastanha;
- ¼ a ½ xicara de açúcar de coco;
- 1 colher de café de sal rosa;
- 1/4 de xícara de manteiga de cacau ou óleo de coco sem sabor;
- 1 pitada de canela (opcional).
Modo de fazer:
Para a massa: pré-aqueça o forno a 180°C. Pique a tâmara rusticamente, coloque em um processador de alimentos e bata todos os ingredientes deixando alguns pedaços de pistache. Forre a forma com papel dover ou manteiga e coloque as pontas do papel por dentro, deixando que as elas saiam por baixo da forma, sem encostar no recheio; distribua a massa na base e suba ela nas laterais da assadeira também. Leve para assar por aproximadamente 10 minutos, tire e deixe esfriar.
Para o recheio 1: derreta rapidamente a manteiga de cacau ou óleo de coco, incorpore com o tahine e recheie a torta. Em seguida, tampe e leve ao freezer por 30 minutos
Para o recheio 2: na metade do tempo do freezer, salpique a flor de sal e nibs de cacau uniformemente e volte para gelar.
Para o recheio 3: amorne o leite, em banho maria, adicione o chocolate ralado e os demais ingredientes, quando derreterem por total, bata no liquidificador para ficar uniforme (se desejar). Adicione um pouco mais de açúcar de coco se quiser mais doce! Prove sempre suas receitas antes de finalizar.
Deixe esfriar e coloque sobre a camada de tahine, tampe e volte imediatamente para o freezer, deixe por 30 minutos. Em seguida, tire do freezer e deixe na geladeira por pelo menos 12 horas antes de servir. Coloque sobre a camada de tahine (já gelada) e volte para geladeira.Deixe gelar por pelo menos 4 horas antes de servir. Ufa, acabamos. Bom apetite!
Sobre A Tal da Castanha:
A Tal da Castanha é uma marca genuinamente brasileira que utiliza em sua composição apenas ingredientes de origem natural e vegetal. A marca combina excelência e inovação para trazer ao mercado brasileiro uma linha inédita de produtos que inclui bebidas vegetais, pastas e snacks. A filosofia da marca é pautada em pureza e simplicidade, quanto menos ingredientes, melhor. Líder no segmento, os produtos A Tal da Castanha são distribuídos nos melhores mercados do país. A Tal da Castanha é uma referência entre as marcas clean label do Brasil e faz parte da seleta lista de empresas B, um grupo global de organizações comprometidas com a geração de impacto positivo na sociedade e no meio ambiente.
A Arte das Sobremesas: Açúcar, Ciência e Cultura
As sobremesas têm uma história intimamente ligada à disponibilidade do açúcar. Na Europa medieval, apenas os mais ricos podiam se dar ao luxo de sobremesas doces — o açúcar de cana era importado do Oriente e custava mais que muitas especiarias. A palavra “sobremesa” em si revela sua posição ritual: sobre a mesa, servida depois de retirar os pratos principais, era o momento de exibição de riqueza e sofisticação do anfitrião. Os confeiteiros medievais eram considerados artistas e alquimistas — suas criações em açúcar esculpido (subtletés) representavam castelos, animais e figuras bíblicas que desapareciam no final do banquete.
No Brasil, a doçaria tem raízes em três grandes tradições: a portuguesa (com seus bolos de amêndoa, ovos moles e quindins que vieram dos conventos do Alentejo e Algarve), a africana (com as cocadas, pamonhas e derivados de dendê e amendoim dos povos escravizados) e a indígena (com os doces de frutas nativas, as paçocas de amendoim e as garimpadas com mel de abelhas sem ferrão). A fusão dessas três tradições criou uma doçaria nacional única no mundo.
A Química das Sobremesas: Por que Funcionam
Fazer sobremesas é, literalmente, fazer ciência. O comportamento do açúcar em diferentes temperaturas define texturas completamente distintas: a 105°C forma-se a calda (para compotas), a 115°C o ponto de bala mole (para marshmallow), a 150°C o caramelo claro, a 170°C o caramelo escuro que amargura levemente. O leite Maillard — reação entre proteínas e açúcares acima de 140°C — cria os aromas tostados do doce de leite, do brigadeiro e do leite condensado aquecido que tornam essas sobremesas irresistíveis.
O chocolate merece atenção especial: o cacau contém teobromina, um estimulante mais suave que a cafeína que eleva o humor, e feniletilamina, neurotransmissor associado ao estado de apaixonamento. Chocolates com 70%+ de cacau contêm flavonoides (especialmente epicatequina) com comprovada ação cardiovascular — estudos da Universidade Harvard mostram que consumo moderado de chocolate amargo está associado a 37% menos eventos cardiovasculares. Quantidades equilibradas de qualidade premium, portanto, são literalmente boas para o coração.
Sobremesas Icônicas ao Redor do Mundo
Cada cultura tem suas sobremesas de alma que definem identidade nacional. O tiramisù italiano (criado em Treviso nos anos 1960, com café espresso, mascarpone e savoiardi) tornou-se a sobremesa mais pedida nos restaurantes do mundo. O baklava turco-árabe de nozes e mel em camadas finíssimas de massa folhada é símbolo de hospitalidade no Oriente Médio. O mochi japonês de arroz glutinoso e recheio de pasta de feijão é vendido em 450 variedades na estação das cerejas. O crème brûlée francês com sua casquinha de açúcar caramelizado na hora fascina pela combinação de texturas. E o brigadeiro brasileiro — criado na campanha presidencial de Getúlio Vargas nos anos 1940 — conquistou o mundo como “doce nacional” e hoje aparece em cardápios de restaurantes finos de Paris a Nova Iorque.

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